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21 de jul. de 2026

ASTROLOGIA PREDITIVA: ÍNDICE DE CONCENTRAÇÃO DE PLANETAS E A "CESTA DE BARBAULT"

André Barbault foi um famoso astrólogo, especialmente na Astrologia Preditiva, cujo principal trabalho ou trabalho mais conhecido pelo estudo dos ciclos astrológicos foi o aprimoramento de uma técnica desenvolvida por outro astrólogo, Henri Gouchon, que em meados de 1940 divulgou um estudo denominado de "Índice de Concentração dos Planetas Lentos" analisando a relação cíclica de aproximação e distanciamento dos astros de longa órbita (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, sem incluir Plutão que na época era recém descoberto). Basicamente o estudo apontava que sempre que dois ou mais desses astros (de longa órbita) estivessem muito próximos (em conjunção ou stellium, que é uma conjunção com mais de dois astros) a humanidade passaria por períodos conturbados e revolucionários, enquanto que nos períodos que esses astros estivessem distantes entre si, especialmente formando sextis ou trígonos entre si, então a humanidade teria períodos mais tranquilos, menos conturbados. 

André Barbault a partir desse estudo e conceito desenvolvido por Henri Gouchon encontrou relações interessantes, como por exemplo os períodos da conjunção Saturno-Netuno (que ocorre a cada 36-37 anos) e que segundo Barbault demarcariam especificamente profundas transformações e rupturas na URSS/Rússia (associando a utopia do comunismo à Netuno que nessa conjunção receberia a "foice" ou profundo corte, pela conjunção com Saturno), o que se comprovou ao longo dos anos dessa conjunção: 1917 (revolução russa), 1953 (morte de Stálin) 1989/90 (queda do muro de Berlim que levou à dissolução da União Soviética), sendo que agora em 2026 tivemos novamente essa conjunção que deve marcar a queda e fim da Era Putin até o final do ano. 

Outra associação de Barbault envolve o ciclo de aproximadamente 200 anos da conjunção Júpiter - Saturno: esse é o tempo médio que leva para que esses dois astros fiquem conjuntos em um novo elemento. Segundo Barbault sempre que essa conjunção de Júpiter e Saturno acontecia em um novo elemento, profundas mudanças no sistema financeiro mundial aconteceriam e exatamente no ano de 2020 essa conjunção aconteceu em um novo elemento e curiosamente no elemento Ar (Aquário) trazendo profundas mudanças na economia mundial exatamente através de um vírus (covid) que se espalhou pelo ar. Dessa forma, sempre que temos conjunções importantes com esses astros de longa órbita, especialmente se formarem stellium (conjunção múltipla) teremos transtornos e sobressaltos em escala planetária. Isso fica bem evidenciado no gráfico desenvolvido por Gouchon e Barbault (imagem no início do texto) para analisar essa dinâmica, de concentração e de afastamento dos astros de órbita maior, trazendo transtornos e períodos difíceis (concentração) e períodos de algum alívio (afastamento). E a partir desses conhecimentos é que agora o caro leitor poderá entender o que é a "cesta de Barbault" que supostamente traria um período de paz e prosperidade para a humanidade por até 2 anos (desconsiderando que ainda estamos em plena guerra da Ucrânia e no Irã). 

Vamos então compreender como essa configuração astrológica conhecida como "cesta de Barbault", se insere no estudo/gráfico do índice de concentração de planetas lentos (criado por Gouchon e Barbault) e como ela pode ser lida na Astrologia Preditiva. 

CONFIGURAÇÃO "CESTA DE BARBAULT"  

Configurações são conjuntos de aspectos dentro de um mapa que formam figuras maiores visíveis, como por exemplo uma grande quadratura (um grande triângulo vermelho formado por duas quadraturas unidas por uma oposição), um grande trígono (um grande triângulo azul formado por dois trígonos e um sextil). A cesta de Barbault é uma figura que à primeira vista parece uma cesta, formada por 3 sextis e dois trígonos formando a "base" da cesta azul que é fechada por uma oposição, todos esses aspectos unindo astros de órbita longa. 

No dia 19 de julho de 2026, quatro dos cinco astros de órbita longa estavam não apenas aspectando entre si entre trígonos e sextis como também todos estavam no mesmo grau (grau 4) em signos de ar e fogo. 

Essa configuração, dentro do estudo do índice de concentração dos planetas lentos de Gouchon-Barbault mostra não apenas que esses astros de longa órbita estão distantes entre si no disco zodiacal atual, mas que também estão bem aspectados entre si. É por isso que ao olharmos o gráfico do índice de concentração dos astros de longa órbita veremos que no período entre 2026 e 2031 o gráfico está nas suas máximas, o que pelo estudo de Gouchon-Barbault apontaria para um período no mundo com menos sobressaltos e menos crises globais, pois como explicado no início desse texto os períodos com maior concentração de astros de longa órbita (fazendo conjunções entre si) demarcaria períodos difíceis, enquanto que nos períodos que esses astros de longa órbita estivessem mais afastados e/ou fazendo também aspectos benéficos (como trígonos, sextis) seriam períodos que demarcariam maior alívio e paz para a humanidade, colaborando para que as mudanças globais não fossem tão dolorosas. 

Porém é preciso analisar o gráfico (que materializa a teoria criada por Gouchon-Barbault) para verificar como o gráfico se comporta para apontar períodos de crises e períodos de algum alívio e paz para a humanidade. 

O ÍNDICE CÍCLICO PLANETÁRIO DE GOUCHON – BARBAULT 

Ao olharmos o gráfico veremos que os anos de 1963 a 1965 assim como entre 2001 e 2003 marcaram pontos máximos do gráfico Gouchon-Barbault (quando os astros de órbita longa estavam mais afastados entre si) e pelo método deveriam demarcar períodos de menos sobressaltos no mundo. Ocorre que o que aconteceu foi exatamente o contrário: a crise dos mísseis e o 11 de setembro. O próprio "fundo" em 1929 estava em uma região tão alta do gráfico que corresponde aos picos marcados nos anos de 1974-1975 (crise do petróleo), 2013-2015 (ascensão do ISIS e terrorismo na Europa) e o próprio período de máximas que veremos em breve entre 2027-2031. 

Isso quer dizer que o gráfico não funciona? Obviamente que não, o ponto é que não é qualquer período de ausência de conjunção entre astros de longa órbita que demarcará período de alguma paz ou melhoria (como por exemplo 2001 quando todos os astros de longa órbita estavam distantes entre si). O próprio ano de 1953 (conjunção Saturno-Netuno tão estudada por Barbault) que demarcou profunda mudança na URSS/Rússia, na mesma época Júpiter estava em trígono ao mesmo tempo com Saturno e Netuno, enquanto que no gráfico não fazia fundo nem topo, porém estava no mesmo nível do fundo de 1918 (gripe espanhola). Tudo isso significa que não basta ler isoladamente um conjunto de aspectos favoráveis (o conjunto de aspectos que compõe a cesta de Barbault) sem considerar todo o contexto. 

Mesmo configurações raras como a Cesta de Barbault (que envolve 4 dos 5 astros de longa órbita harmoniosamente aspectados entre si) ou a rara Estrela de Davi, que aconteceu pela última vez em 29 de julho de 2013 (quando lancei meu primeiro livro) e antes disso no final da segunda guerra, assim como também apresentava em 2013 vários aspectos harmoniosos envolvendo também 4 dos 5 astros de órbita longa. Da mesma maneira, tanto em 2013 como agora em 2026, mesmo com tantos aspectos harmoniosos entre si envolvendo astros de longa órbita, ainda assim havia aspectos tensos entre os astros de longa órbita: em 29 de julho de 2013 uma grande quadratura envolvendo Plutão, Urano e Júpiter estava ativa em conjunto com a Estrela de Davi, enquanto que agora em julho de 2026 Plutão e Júpiter estão igualmente opostos como em 2013. Isso aponta que esse tipo de configuração benéfica com vários astros de longa órbita não é tão rara como alguns andam dizendo (já vi gente falando que não acontecia há 30 mil anos!!!), mas sobretudo aponta que esse tipo de configuração não vai demarcar “Nova Era” ou mudanças miraculosas na humanidade nos próximos 2-3 anos, pois estão inseridas em um contexto astrológico muito maior, o que muitas vezes o astrólogo mais inexperiente, otimista ou apressado não percebe.   

E o contexto astrológico, infelizmente para os otimistas, não é tão favorável: 2026, um ano de Marte (como foram 2001 e 2008 que marcaram 11 de setembro e crash do subprime respectivamente), regente de Áries, signo que recebeu quase que ao mesmo tempo em 2026 a entrada de Saturno e Netuno em conjunção (o que aponta os efeitos dessa conjunção até o final do ano, especialmente sobre a Rússia) demarcou, como eu previ, o acirramento do conflito entre EUA e Irã logo após a invasão sobre a Venezuela e captura de Maduro. Mesmo com os ótimos aspectos da cesta de Barbault ativos, ainda assim o conflito entre EUA e Irã se intensificou, assim como a guerra entre Rússia e Ucrânia e isso acontece porque os aspectos benéficos da configuração da cesta de Barbault podem atenuar um pouco os efeitos de algo "detonado" por uma combinação explosiva que já se manifestou (conjunção Saturno-Netuno em Áries, signo do regente do ano, Marte), mas longe de impedir a continuidade. Desfechos positivos podem acontecer, como por exemplo a queda de Putin e a queda do regime dos aiatolás, mas isso acontecerá da maneira marciana, de forma bem destrutiva. 

Outro ponto que é importante considerar no estudo de Gouchon-Barbault e na própria Astrologia Preditiva é que não apenas as conjunções entre astros de longa órbita como também aspectos tensos (quadraturas e oposições) entre eles também agem como detonadores de tensões, então mesmo em períodos que os astros de longa órbita estão distantes entre si, não fazendo conjunções entre si e eventualmente até mesmo fazendo bom aspecto (como trígonos ou sextis) ainda assim poderemos ter um céu explosivo, como por exemplo no primeiro semestre de 2028 (que alguns acreditam estará dentro de um período de "sorte" por conta do gráfico de Gouchon-Barbault), quando teremos Plutão e Netuno ainda em sextil mas ao mesmo tempo Plutão quadraturando com Saturno e Urano quadraturando com Júpiter, ou seja, mesmo sem conjunção alguma, mesmo com todos os astros de longa órbita afastados entre si, ainda assim teremos um céu explosivo entre eles. O próprio índice de Gouchon-Barbault apontou em vários momentos que o gráfico (imagem mostrada nesse texto) em alguns períodos de máxima (com astros de longa órbita afastados entre si) eventos destruidores a nível global aconteceram. 

É por isso que não basta olhar uma configuração ou conjunto de aspectos e achar que tudo estará maravilhoso pelos próximos 2 anos, existe todo um contexto que precisa ser lido, contexto que vai agir a nível coletivo e individual, inclusive muitas vezes sendo bastante explosivo a nível global e ao mesmo tempo abrindo oportunidades para algumas pessoas segundo o mapa individual de cada um. Da mesma forma o mesmo céu com vários trígonos e sextis não necessariamente vai impactar beneficamente o mapa de todas as pessoas. 

Na Astrologia Preditiva vários ciclos são estudados (alguns deles apontados aqui nesse texto) e existem outros também muito relevantes por também terem demarcado com alto percentual de acertos acontecimentos coletivos, como por exemplo os ciclos de 36 anos: o ciclo de Marte (1909-1944) marcou as duas guerras exatamente de acordo com o arquétipo desse planeta, o deus da guerra, o ciclo seguinte, da Lua (1945-1980) marcou o babyboom, quando a humanidade cresceu exponencialmente, também de acordo com o arquétipo desse astro na Astrologia, já no ciclo seguinte, o do Sol (1981-2016) tivemos não apenas a ascensão da uma única superpotência como a expansão global da comunicação pela imagem, dando “palco” para quase todo o mundo, exatamente o arquétipo solar, que foi sucedido em 2017 pelo ciclo de Saturno que vai até 2052, um ciclo que costuma ser bastante revolucionário e mortífero, não por acaso a última vez que ele aconteceu foi entre os anos de 1765 e 1800 (Revolução Americana e Revolução Francesa), agindo com a sua foice nas estruturas sociais de forma ampla como vimos na pandemia (2020). 

Portanto, considerar apenas a cesta de Barbault como marcador preditivo para os próximos 2-3 anos, desconsiderando demais marcadores cíclicos (como o próprio ciclo de Saturno) é um erro, pois não considera o contexto astrológico e preditivo mais amplo, inclusive dentro do próprio Indice Cíclico de Gouchon-Barbault, que mostrou claramente que vários períodos de máxima no gráfico desse índice podem demarcar eventos avassaladores, o que também pode (e muito provavelmente vai acontecer) nos próximos 5 anos. 

É exatamente por considerar esse contexto maior e buscar sempre os métodos astrológicos que mais funcionam, que nos últimos anos eu tenho trazido mês a mês um percentual alto e detalhado de previsões cumpridas, além de ter desenvolvido em 2021 um método com base na Astrologia que prevê com acerto entre 75% a 80% de média os resultados de jogos de futebol nas fases eliminatória, alcançando 71% de acerto em mais de 30 jogos analisados na última Copa e mais de 90% de acerto nos jogos da última Eurocopa e Copa América, além de acertar 100% dos campeões na final da Libertadores desde 2021. Regularidade ano após ano, alta porcentagem e detalhamento de acertos mês após mês: é assim que se trabalha com Astrologia Preditiva. 

As previsões para o mês de julho e as previsões cumpridas nas últimas semanas:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2026/07/previsoes-cumpridas-incendio-e-fumaca.html

ASTROLOGIA PREDITIVA E AUTOCONHECIMENTO – AGENDA DE MAPAS 

Quem tiver interesse em um estudo mais detalhado através da Astrologia preditiva (previsões) feito através do Mapa Anual (que engloba a análise das oportunidades e dificuldades para os próximos 12 meses) entre em contato no email ou no perfil pessoal do face (que deixarei a seguir) para maiores informações sobre agenda, como funciona o trabalho e valores. Maiores informações sobre o trabalho com a Astrologia (também na área de autoconhecimento com o Mapa de Poder Pessoal) nos canais de contato a seguir: 

Perfil pessoal no face:

https://www.facebook.com/josemaria.alencastro/

Email: profecias2036@gmail.com


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