23 de jun de 2012

Atlântida, 2036 e os Ciclos Planetários da Terra (Parte I de II)


Luz de fótons chegando a Terra, 2036, nova era

Antes de ler esse post é fundamental ler esse texto:  AQUI


O texto que está no link acima explica de forma bem resumida a questão do 666, das kameas e dos ciclos astrológicos, bem como a importância astrológica das representações do Sol e de Vênus, portanto só leia as linhas a seguir após ler o texto do link acima, pois as linhas a seguir complementam o texto do link.

Segundo os relatos de Platão, a Atlântida afundou exatamente 9.564 anos antes do ano zero. Como podemos calcular essa data? A resposta é simples: Platão tomou conhecimento da Atlântida através do famoso legislador grego Sólon, que em contato com os sacerdotes egípcios de Saís, ficou sabendo que a Atlântida havia afundado 9 mil anos antes daquele relato (feito à Sólon), tudo isso relatado em “Timeu e Crítias”. O famoso filósofo grego Plutarco relatou essa visita que Sólon fez a localidade de Saís, bem como dos relatos que Sólon ouviu dos homens da ciência egípcios sobre uma avançada ilha Atlântica (Atlântida). A visita de Sólon ocorreu exatamente em 564 antes do ano zero, exatamente 6 anos antes da sua morte. Foi baseado nessas informações obtidas por Sólon que Platão escreveu os diálogos de Timeu e Crítias.

O afundamento da Atlântida representou muito mais do que um grande evento, descrito na história milenar de diversas civilizações do mundo como um grande dilúvio, ele representou a nível temporal, no ciclo planetário terrestre, o início de um novo século, um grande ciclo de 11.600 anos exatos. Ou seja, um século no ciclo planetário terrestre equivale a exatos 11.600 anos. Mas porque esse número?

Simplesmente porque de 9.564 anos antes do ano zero, até 2036, temos exatos 11.600 anos. Do afundamento da Atlântida até o dia 31 de dezembro de 2035 teremos exatos 100 períodos completos, 100 anos do ciclo planetário terrestre. 

O novo século do ciclo planetário começa, portanto, no primeiro dia de 2036. Em primeiro de janeiro de 2036 teremos uma rara formação: uma cruz na eclíptica, formada num dos eixos por Terra, Lua e Vênus e no outro por Marte, Mercúrio e Sol, com o Sol representando a cabeça de Jesus (iluminação da razão), sua mão direita sobre Vênus (o planeta que representa o amor, nessa representação o amor ágape, a caridade) seus pés sobre Marte (impedindo uma guerra de extermínio, pois Marte representa a guerra, as paixões, a força da luta, que terá tudo isso sobrepujado pela vontade divina), já Mercúrio na mitologia simboliza o mensageiro dos deuses, aquele que anuncia e está na figura da cruz na eclíptica exatamente no coração de Jesus, ou seja, a mensagem de Jesus será totalmente anunciada e divulgada nesses tempos (início de 2036) de dificuldade, pois sua mão esquerda está sobre a Terra e Lua, demonstrando o auge das provações que a Terra terá de passar.

Interessante observar que nos mapas astrológicos pessoais esses 5 planetas que perfazem a cruz junto com a Terra nesse dia primeiro de janeiro de 2036 são planetas de grande importância: Sol e Lua representam no mapa natal a fonte da vida, enquanto Mercúrio, Marte e Vênus simbolizam as características individuais e pessoais, ou seja, essa cruz demonstra que a fonte da vida, da renovação, estará chegando a todas as individualidades da Terra, através de duras provações para o “parto” da nova Terra, pois está representada pela mão esquerda de Jesus sobre a Terra.

Alinhamento planetário com cruz na eclíptica
  

Mas afinal, quantos anos terão cada um desses 100 períodos? A resposta também é simples: 115 anos.

Como já foi explicado no link que deixei no início desse post, o número 115 em grego transliterado do grego koiné (idioma utilizado por João Evangelista pra escrever o Apocalipse) aparece nas letras que formam o número 666 (cxV), é um número que representa tanto a kamea solar como o planeta Vênus, pois no dia 115 de cada ano o Sol está em Touro (signo regido por Vênus), esse dia especificamente representando a kamea solar em Vênus. 

A kamea solar representa a mudança, pois seus números são o 36, 111 e 666, a renovação daquilo que não serve mais, para o surgimento de algo melhor, mais forte, flexível, simbologia do anjo cabalístico 36 (Menadel), do 111 (dia do ano que o Sol entra no signo de Touro regido por Vênus) e o 666 que representa a soma de todos os número da kamea solar (1 a 36) e que equivale ao número 115.

Dessa forma, cada ano do ciclo terrestre tem 115 anos no calendário terrestre, só se iniciando um novo ciclo no ano 116, como se fosse iniciado em janeiro do ano zero e terminado em dezembro do ano 115.

Dessa forma podemos calcular:

1 ano do ciclo planetário = 115 anos terrestres

10 anos do ciclo planetário = 1.160 anos terrestres

100 anos do ciclo planetário = 11.600 anos terrestres

1000 anos do ciclo planetário = 116.000 anos terrestres

É interessante também lembrar a informação trazida no link no início desse post sobre a kamea 13x13 que  representa a união das kameas solar e de Vênus que resulta numa kamea 1105 que mostra de forma oculta o 115, pois é 1,1,05 ou seja, 115, que expressa esse significado de renovação, mudança, reconstrução presente na própria kamea 13x13, pois o 13 é o arcano da morte, da mudança para uma nova vida, o que demonstra a profunda ligação do 115 com a kamea solar e de Vênus, sendo por isso o número que representa um período do ciclo planetário terrestre. Na parte II/Final durante a análise das Eras Astrológicas     veremos o significado desse número na contagem dos períodos em relação a contagem das Eras Astrológicas.   

Lista completa dos 100 períodos de 115 anos (até o período 83 são datas antes do ano zero (a.a.z):

1- 9564 até 9449
2- 9448 até 9333
3- 9332 até 9217
4- 9216 até 9101
5- 9100 até 8985
6- 8984 até 8869
7- 8868 até 8753
8- 8752 até 8637

9- 8636 até 8521
10- 8520 até 8405
11- 8404 até 8289
12- 8288 até 8173
13- 8172 até 8057
14- 8056 até 7941
15- 7940 até 7825
16- 7824 até 7709

17- 7708 até 7593
18- 7592 até 7477
19- 7476 até 7361
20- 7360 até 7245
21- 7244 até 7129
22- 7128 até 7013
23- 7012 até 6897
24- 6896 até 6781

25- 6780 até 6665
26- 6664 até 6549
27- 6548 até 6433
28- 6432 até 6317
29- 6316 até 6201
30- 6200 até 6085
31- 6084 até 5969
32- 5968 até 5853

33- 5852 até 5737
34- 5736 até 5621
35- 5620 até 5505
36- 5504 até 5389
37- 5388 até 5273
38- 5272 até 5157
39- 5156 até 5041
40- 5040 até 4925

41- 4924 até 4809
42- 4808 até 4693
43- 4692 até 4577
44- 4576 até 4461
45- 4460 até 4345
46- 4344 até 4229
47- 4228 até 4113
48- 4112 até 3997

49- 3996 até 3881
50- 3880 até 3765
51- 3764 até 3649
52- 3648 até 3533
53- 3532 até 3417
54- 3416 até 3301
55- 3300 até 3185
56- 3184 até 3069

57- 3068 até 2953
58- 2952 até 2837
59- 2836 até 2721
60- 2720 até 2605
61- 2604 até 2489
62- 2488 até 2373
63- 2372 até 2257
64- 2256 até 2141

65- 2140 até 2025
66- 2024 até 1909
67- 1908 até 1793
68- 1792 até 1677
69- 1676 até 1561
70- 1560 até 1445
71- 1444 até 1329
72- 1328 até 1213

73- 1212 até 1097
74- 1096 até 981
75- 980 até 865
76- 864 até 749
77- 748 até 633
78- 632 até 517
79- 516 até 401
80- 400 até 285

81- 284 até 169
82- 168 até 53
83- 52 (a.a.z.) até 63 (d.a.z)
84- 64 até 179
85- 180 até 295
86- 296 até 411
87- 412 até 527
88- 528 até 643

89- 644 até 759
90- 760 até 875
91- 876 até 991
92- 992 até 1107
93- 1108 até 1223
94- 1224 até 1339
95- 1340 até 1455
96- 1456 até 1571

97- 1572 até 1687
98- 1688 até 1803
99- 1804 até 1919
100- 1920 até 2035

1- 2036 até 2151


No início do período 72 (1328 a.a.z) é a data provável do nascimento de Moisés (justamente no período 72, número cabalístico das emanações de Deus e justamente Moisés veio trazer a idéia do Deus único no seio do povo hebreu onde surgiu a Cabala). Curiosamente o arcano desse período é o 9, do ermitão, mostrando a clara personalidade de Moisés que leva o povo hebreu ao isolamento do deserto para purificá-lo como o ermitão que procura a si mesmo no isolamento da caverna.   

Significado dos 22 ArcanosAQUI

Entre o final do período 74 (981 a.a.z) e o início do período 75 ( 980 a.az) iniciou-se a chamada descida angélica de Jesus, que se preparou por exatos 977 anos para encarnar entre os homens. Esse tempo de quase mil anos da descida angélica foi narrado por Ramatís em “O Sublime Peregrino” e não poderia ter acontecido em época melhor, entre o período do arcano força (7 + 4 = 11) e do arcano o dependurado (7 + 5 = 12), simbolizando a força do sacrifício messiânico de Jesus.

No início do período 79 (516 a.a.z) ocorreu a construção do segundo templo, após o retorno dos judeus do cativeiro babilônico. O arcano desse período é o 16, a torre, curiosamente o primeiro templo (torre) que foi destruído é agora construído.

No início do período 83 (52 a.a.z) ocorre o nascimento de José, futuro pai de Jesus, quando contaria com 49 anos. O arcano desse período é o 11, a força.

No início do período 84 (ano 64) ocorreu o grande incêndio de Roma por Nero e a morte de Tiago Menor, último líder do Cristianismo Primitivo, demarcando a primeira grande perseguição a Igreja Cristã Primitiva por parte do Império Romano. Não é a toa que o arcano desse período onde se iniciou a perseguição aos cristãos primitivos é justamente o de número 12, o dependurado.

No início do período 98 (1688) tivemos a Revolução Gloriosa, dando origem ao parlamentarismo na Inglaterra. O arcano desse período é o 17, a estrela, que representa um novo momento de confiança e simplicidade, quando a mulher se desfaz dos paramentos e busca a água da vida banhada pela luz de Vênus no céu (figura da carta desse arcano). Representa um período de grandes mudanças sociais, quando reis e nobreza perdem espaço através de diversas revoluções, iniciadas pela revolução gloriosa (1688) e seguidas pela Independência americana (1776), Revolução Francesa (1789-1799) 

No início do período 99 (1804) Napoleão é nomeado imperador na França, sem dúvida tudo haver com o arcano 18 desse período (a lua), representado pelo lagostim que em uma mudança decisiva em sua vida troca sua carapaça, sua estrutura para manter sua sobrevivência, uma clara metáfora pra ascensão de Napoleão.

No início do período 100 (1920) ocorre o nascimento de Karol Woijtila que seria no futuro o papa mais famoso que a Igreja Católica viria a ter (papa João Paulo II). O arcano desse período é o 1, O Mago, que representa a concentração, o místico, a ação criativa que precisa começar. Sem dúvida boa parte de modernização da Igreja Católica deve-se ao perfil de JPII.

Parte II AQUI

Fanpage Profecias o Ápice em 2036 no Facebook:  http://www.facebook.com/josemaria.alencastro2036  


7 comentários:

Cabo Julião disse...

Meu caro Alencastro,

Toda vez que você nos apresenta seus argumentos inteligentes e bem fundamentados sobre o ápice em 2036, me causa sentimentos de alegria e "desapontamento". (hahahahaha)
Alegria porque temos a mesma opinião quanto à histeria sobre 2012, e desapontado porque torço para que as coisas ocorram antes. E você insiste em desmontar minhas expectativas. (rsss) Nem tão perto como 2012, e nem tão longe como 2036. Não tem um meio termo aí, não? Abs.

Danton Sant´Anna

José Alencastro disse...

Pois é Danton, tudo ocorre através de um processo que ficará cada vez mais acelerado até seu auge, em 2036. Isso não significa que grandes transformações não ocorram antes. Se pensarmos em tudo que aconteceu desde o 11 de setembro até os dias de hoje, sem dúvida foram grandes mudanças, partes de um processo, que visa uma grande mudança na economia mundial e um maior cuidado com a utilização dos recursos naturais.

Normalmente os períodos de número 100 a cada 11.600 anos são caracterizados por intensos avanços tecnólogicos mas também por um desejo em conhecer mais profundamente a realidade do espiritual, do místico, características do arcano que rege esse período (o mago), nós próximos anos cada vez mais pessoas conseguirão perceber que realmente algo grandioso está chegando, o auge de uma grande mudança, cumprindo dessa forma as profecias bíblicas:

"Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel: E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, Os vossos jovens terão visões, E os vossos velhos terão sonhos; E também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e as minhas servas naqueles dias, e profetizarão." (Atos dos Apostolos 2:16-18

Nos últimos dias, o "Espírito de Deus" será sentido por toda carne, será algo tão grandioso que o mundo inteiro pressentirá pouco tempo antes do ápice que algo realmente transformador acontecerá, não será algo restrito a alguns grupos como vemos hoje, mas ao mundo inteiro, fazendo com que todo ser sinta e pressinta o que irá acontecer.

A segunda parte desse texto mostrará muitas informações que explicam essa questão, tendo como parâmetro o estudo das eras astrológicas.

Abraço

Cabo Julião disse...

Caro José,
Você cita os livros de Roger Botini em alguns dos teus posts, mas neste de agora algumas questões diferem do que li em alguns das obras do citado autor.
Por exemplo, o tempo de existência da Atlântida e seus diversos afundamentos. Para o referido autor, pelo menos pelo que entendi, Atlântida afundou há 12 mil anos atrás. Outra questão, desculpe minha burrice, mas se eu entendi bem, você diz que o Egito (já como grande civilização)era contemporâneo de Atlântida? Eu achava que o Egito viria a se desenvolver milhares de anos depois do afundamento. Na tal publicação sempre citada nos blogs, do encontro da equipe de Ramatis com Chico Xavier para perguntar sobre o futuro Mensagens do Astral, Emmanuel diz que o tempo aproximado do afundamento de Atlântida foi a 28 mil anos. Em "Magros Negros", Pai João de Aruanda fala de mais de um afundamento.
E assim nós vamos juntando essas peças.
Desculpa o incômodo, é que teus posts dispertam o interesse pelo conhecimento.

Grato,

Danton Sant`Anna

José Alencastro disse...

Olá Danton, a Atlântida é um tema fascinante, pode ter certeza que não é incômodo algum fazer perguntas sobre esse assunto. Mostrei em alguns posts aqui do blog que discordo de várias informações fornecidas nos dois livros sobre a Atlântida publicados pelo Roger, expondo meus argumentos sobre algumas dessas questões. No post sobre a queda da Atlântida, eu analiso diversas informações expostas nesses dois livros e exponho meus argumentos com relação às discordâncias. O link do post é esse aqui:

http://profeciasoapiceem2036.blogspot.com.br/2011/03/dragoes-e-magos-negros-parte-iii-queda.html

As obras da Teosofia e do Feraudy analisam os principais eventos envolvendo a Atlântida, inclusive os afundamentos. Essas informações estão no post que traz cinco livros gratuitos sobre a Atlântida em pdf: http://profeciasoapiceem2036.blogspot.com.br/2012/01/atlantida-em-5-livros.html

As informações ali contidas mostram que ocorreram pelo menos 5 grandes afundamentos na Atlântida no último milhão de anos: a 800 mil, 200 mil, 80 mil , 40 mil e 12 mil anos, são informações amplamente debatidas pela Teosofia e pelo Feraudy. Na famosa entrevista que o Chico fala sobre Ramatís, vejamos o que ele disse:

Pergunta: Foi, de fato, há 37 mil anos que submergiu a Atlântida?

Chico Xavier: “Diz nosso amigo (Emmanuel) que o cálculo é aproximadamente certo, considerando-se que as últimas ilhas, que guardavam os remanescentes da civilização Atlântida submergiram, mais ou menos, 9 a 10 mil anos antes da Grécia de Sócrates.”

Ou seja, Chico foi claro ao informar através de Emmanuel que o afundamento final ocorreu na época descrita por Platão, que foi discípulo de Sócrates, sendo que a época descrita pelo Feraudy (aproximadamente 40 mil anos) se encaixa perfeitamente a um afundamento anterior, pois é uma data aproximada aos 37 mil anos citados como data aproximada por Emmanuel. Nessa entrevista, o Chico fala sobre ciclos de 28 mil anos, um número aproximado para os grandes ciclos astrológicos de 26 mil anos e praticamente exato, se considerarmos que um novo período de 2160 completo quando somado a Era inteira que passou equivalha a exatos 27.980 anos (2160 x12 somado a 2160)

Dessa forma se subtrairmos a data do início da era astrológica de Virgem (38920 A.C) aos 28 mil anos mencionados pelo Chico como um intervalo de tempo, chegaremos muito próximo a data do afundamento da Atlântida, que ocorreu entorno de 28.300 anos após o início da Era astrológica da Virgem.

José Alencastro disse...

Agora que eu reparei que esqueci de responder a segunda pergunta feita sobre o Egito: ” Outra questão, desculpe minha burrice, mas se eu entendi bem, você diz que o Egito (já como grande civilização) era contemporâneo de Atlântida? Eu achava que o Egito viria a se desenvolver milhares de anos depois do afundamento.” (Danton)

Danton, como postado no segundo texto de “Atlântida, 2036 e os Ciclos Planetários”, o Egito realmente viveu uma época de grande desenvolvimento bem antes do que a tradicional história reconhece, algo entorno de 8 a 7 mil anos atrás. O link desse texto é esse aqui: http://profeciasoapiceem2036.blogspot.com.br/2012/06/atlantida-2036-e-os-ciclos-planetarios_28.htm

Não apenas o Egito como outras civilizações das Américas também viveram períodos de desenvolvimento com a ajuda dos atlantes, isso é bem relatado nas obras do Feraudy.

No caso do Egito, em especial o planalto de Gizé, na região que se prolonga até o monte Carmelo em Israel, existe o único local do planeta onde dois grandes chacras planetários estão juntos num espaço tão pequeno, nem na Atlântida isso existia (não foi a toa que os atlantes escolheram esse local como o destino dos arquivos atlantes para a humanidade na Esfinge, bem como construíram a grande pirâmide). Tem um mapa e a explicação sobre esses chacras aqui: http://profeciasoapiceem2036.blogspot.com.br/2011/11/chacras-planetarios-piramides-astrais.html

Existem relatos espiritualistas falando de uma grande civilização que viveu naquela região quando já existia o grande lago do Saara a mais de 70 mil anos. Segundo as análises que fiz no post, aquela região no Egito serviu como o mais importante posto avançado fora das terras atlantes visando o estudo e o desenvolvimento do gênero humano, dessa forma pelos idos de 53.800 A.C. foram construídas, alinhadas, a pirâmide atlanteana e a pirâmide de gizé, era algo como a “internet de banda larga” da época e no caso de Gizé serviu como ponto de partida para os estudos que resultaram no desenvolvimento do homo sapiens neanderthalensis (homem de neanderthal) criando aquilo que ficou conhecido como o homem de cro magnon, avanço que visava chegar ao que ficou conhecido como homo sapiens sapiens, informações e estudos que somados a outros estudos atlantes foram guardados na Esfinge, construída pelos idos de 10.838 A.C. já preparando a vinda de um avatar atlante, quase 300 anos depois. De 53.800 A.C. até 10.838 A.C. se iniciaram duas Eras de Ouro atlante, que foram também períodos de intenso avanço naquela região do Egito, que servia como um grande laboratório de estudo e desenvolvimento do gênero humano, sobretudo nas regiões européias e africanas.

É importante também ressaltar que antes do exílio de Capela, muitos exilados vieram pra Terra de outros orbes em vários exílios anteriores. Os espíritos que habitavam essa região do Egito e proximidades, bem como outras regiões do Globo (como Américas, China e Índia) no período de 70 mil – 10 mil A.C. encarnavam em grupos menores visando desenvolver grupos maiores desses grandes territórios, trazendo o avanço e conhecimento do seu mundo de origem, bem como os avanços genéticos que já estavam impressos nos seus perispiritos, o que também ajudava de forma paulatina, porém mais acelerada, no desenvolvimento do homo sapiens, num processo todo guiado por cientistas atlantes ligados a civilizações mais evoluídas.

danilo disse...

E olha só que interessante: eu movi o calendário para o dia 01/01/2036 no Stellarium e removi a superfície terrestre da tela, bem como a atmosfera, e descobri que nessa dia, haverá um alinhamento(visto da Terra) entre as Plêiades, Jupter, Marte,Vênus, Lua, Mercúrio e o Sol. Além disso, ali pertinho das Plêiades, no céu, também estará brilhando ninguém menos que a famosa Capella, mas sem estar alinhada.

José Alencastro disse...

Pois é Danilo, um raro alinhamento com 7 importantes elementos espaciais exatamente no início de 2036, é algo pra se pensar mesmo.