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16 de nov. de 2011

Chacras Planetários, Pirâmides Astrais, Portais, Teoria da Terra Oca (Parte III / Final)

Teoria da terra oca, explosão da magnetosfera nos polos, energia



Parte II : AQUI 

Não é novidade que o principal símbolo chinês é o dragão. Segundo o aclamado sinólogo John King Fairbank, autor de “China, uma nova história” entre o período de 50 mil a 12 mil antes de cristo, na China já existiam culturas locais que faziam roupas com pele de animal, com grupos estruturados de família e religião. Foram encontrados por historiadores alguns potes de argila, datados dessa época, com desenhos de dragões, o que seria a primeira representação desses seres. Como já explicado no texto sobre a queda da Atlântida, os brancos da Atlântida buscaram aliança com os dragões no confronto com os vermelhos. Interessante notar que foram descobertas múmias loiras extremamente altas (mais de 2 metros) na bacia de Tarim, na China, datando de aproximadamente 2 mil anos. Isso mostra que muitos dos atlantes brancos que sobreviveram ao afundamento da Atlântida e ao conflito entre os dois povos chegaram até a China. Existem inclusive relatos históricos na China, datados de mil a.c.  contando que chineses combateram homem brancos de elevada estatura na antiguidade. Considerando que boa parte dos sobreviventes da civilização atlante branca tenha chegado a Europa na península balcânica, não seria improvável terem ido até a China. Isso explica de certa forma como a figura  simbólica dos dragões permaneceu viva na mente da civilização chinesa.

Outra questão interessante envolve a Estátua da Liberdade. Em 1912 foi gravado um soneto numa placa de bronze no pedestal da Estátua. O soneto chama-se  “The New Colossus” que contém os seguintes trechos: “Pois eu ergo o meu farol junto ao portal dourado”

O farol é simbolizado pela tocha, que está no cume, no ponto mais alto, no portal que interage com o topo da pirâmide astral que envolve a estatua da liberdade.

Piramide astral envolta da Estatua da Liberdade

Como podemos ver na figura acima, existe uma pirâmide astral exatamente na Estátua da Liberdade, o que não é de se espantar, pois vários símbolos egípcios existem no território americano: o touro de bronze em Nova York relembrando o culto ao deus Ápis, a Esfinge e a pirâmide existentes no deserto de Las Vegas e a própria civilização americana, em boa parte espíritos que reencarnaram no Antigo Egito, no Império Romano e na Alemanha da primeira e segunda guerra e também na antiga civilização branca da Atlântida. 


Boa parte daqueles espíritos está encarnada hoje no território americano, em Israel, na China e Japão, enquanto que boa parte dos remanescentes da civilização vermelha está distribuída pela Rússia, oriente médio  Índia e Caribe (sobretudo Cuba).

Outra questão curiosa com relação aos portais, sobretudo os menores, que estão presentes em centros de força menores, é que são eles o elo de ligação entre as zonas umbralinas e o plano astral que está na contrapartida da superfície terrestre. 


Essas entradas astrais menores, que unem as zonas mais superficiais com as profundas do astral (superfície e umbral) são controladas por milícias umbralinas e exatamente dali é que espíritos ainda ligados a matéria saem do umbral e vem até a superfície realizar processos de obsessão e vampirização. Obviamente que negócios com as milícias trevosas nunca são de graça, e até mesmo os espíritos falidos viciados em fluidos da matéria precisam pagar um "imposto" para poderem utilizar esses portais, esse imposto é uma pequena cota dos fluidos mentais e ectoplasmáticos que eles sugam de suas vítimas.

Os dois maiores portais energéticos estão situados nas zonas polares do planeta e são controlados pelos guardiões a serviço do Cristo Planetário. É através desses dois extremos, a fronteira que delimita o plano físico e etérico, que circula o mecanismo mais importante de purificação das energias negativas do planeta Terra, onde elas são limpas e devolvidas a malha magnética terrestre. Os fluxos energéticos que saem e entram por essas duas extremidades vão até o Sol Central do planeta Terra. Esse Sol Central é o centro consciencial do Cristo Planetário, que utiliza o planeta Terra em todas as suas dimensões como um “corpo” por onde age energeticamente. Nesse centro de energia, esse Sol Central é que mantém o movimento constante do núcleo sólido do planeta, formado por níquel e ferro.

Vale ressaltar que o Sol Central é totalmente oposto ao Sol Negro. O Sol Negro, egrégora mental criada pelos dragões, está no núcleo liquido, milhares de kilometros acima do núcleo central. Já o Sol Central, que nada mais é do que o centro da consciência do Cristo Planetário necessita dessa imensa quantidade de calor e energia para poder agir diretamente sobre a estrutura planetária, de forma a se manter conectado a todos os planos que envolvem o planeta Terra através de um ponto mais materializado, que é justamente o núcleo sólido.

Interior da Terra da superficie ao nucleo, manto, litosfera, placas tectonicas

O campo de força que surge a partir daí, conhecido como magnetosfera terá um papel de extrema importância no processo de exílio planetário e purificação da Terra como já  explicado nesse outro POST

Quando esse processo de purificação estiver completo (como descrito no link acima), as pirâmides astrais voltarão a ser utilizadas para fins nobres, sobretudo como peças fundamentais no processo de sutilização da matéria da terceira dimensão, bem como na própria reativação das pirâmides físicas do planeta.

Piramide astral de quartzo e luz, raio azul, luar azulado, conexão

A própria pirâmide de Keops era originalmente toda coberta com pedra calcária para captar melhor a luz solar e tinha em seu topo uma imensa pedra de ouro maciço que era carregada energeticamente todos os dias com energia astral e distribuía essa energia para toda a pirâmide e todas as escolas iniciáticas ligadas de alguma forma aos sacerdotes daquela pirâmide. 


O mesmo ocorria na grande pirâmide atlanteana, só que ela era coberta com cristais de quartzo e em menor quantidade com ametista, para favorecer o contato direto com os planos superiores através dos chacras frontal e coroa e em seu topo possuía uma imensa pedra de orichalco, que no auge do dia, quando o Sol estava em seu ponto máximo, ficava como que em estado líquido , despejando gotas de energia puríssima por todo o ambiente. O anoitecer na Atlântida, na época de ouro, não era negro como o breu que vemos hoje em dia, mas em um tom violeta que ia lentamente tomando o azul quando a noite chegava e que apenas escurecia com o passar das horas até que se chegasse o novo dia.

Flores de luz com o céu violeta na Atlântida, Kagaya, arte digital

Todas essas análises explicam em boa parte a teoria da terra oca, apenas sob um novo prisma, explicando o que é e como age o Sol Central e porque existem tantos relatos inusitados sobre a região dos pólos. Willian Reed, em seu livro "Phanton of the polos" (Fantasma dos Pólos) , publicado em 1906 , reúne a primeira compilação de evidências científicas, baseadas nas narrativas dos exploradores árticos . 

São suas afirmativas: “Os pólos há tanto buscados são fantasmas. Há aberturas nas extremidades norte e sul. No interior estão grandes continentes, oceanos, montanhas e rios. É evidente a vida vegetal e animal neste novo mundo, que é provavelmente povoado por raças desconhecidas dos moradores da superfície da terra ."

Reed chama a atenção para o fato de não ser a terra uma esfera perfeita, e sim achatada nos pólos, e que começa a se achatar quando se aproxima dos hipotéticos pólos norte e sul. Assim, os pólos, estão na realidade no ar, dada a existência ali das aberturas. Daí o comportamento estranho da bússola nas altas latitudes. Ele narra os acontecimentos dos navegadores Peary e Cook nas proximidades das latitudes 70 e 75 graus. É nessa latitude que a terra principia a se curvar para dentro. Foi observado também que em latitudes próximas de 90 graus, a bússola sofre a tendência de apontar sua agulha verticalmente (perpendicularmente ao seu plano).

Esses locais são na verdade grandes portais, situados no plano etérico e que servem de intermediários entre o físico e astral. Esses exploradores enxergaram uma realidade que não pertencia ao plano físico, mas sim ao plano astral, justamente por terem adentrado esse grande portal de energia. Fato semelhante ocorreu durante os anos em que a Atlântida se materializava (sempre que uma Era de Ouro chegava ao fim), ficando no limiar entre o etérico e físico, sendo percebida por navegadores de outros continentes como uma terra mais etérea , aos quais eles podiam ter contato direto quando entravam na área de atuação do portal que envolvia toda aquela região.

Outras declarações impressionantes são do vice almirante Richard Byrd da marinha americana. Ele voou por 2.730 e 3.690 quilômetros, respectivamente, através dos Pólos Norte e Sul, para as terras geladas e cercadas de neve do outro lado, cuja geografia é razoavelmente bem conhecida.

Seria incompreensível que ele fizesse tal declaração referindo-se a este território no outro lado dos Pólos, como "o grande desconhecido". Igualmente, não teria ele razão para usar a expressão "Terra de Eterno Mistério". Byrd não era um poeta e o que descreveu foi o que observou do seu avião. Durante o seu vôo ártico, de 2.730 quilômetros, além do Pólo Norte, ele informou pelo rádio que viu embaixo não gelo e neve, mas áreas de terra, constituídas de montanhas, florestas, vegetação, lagos e rios e, na vegetação rasteira, um estranho animal, parecido com o mamute encontrado congelado no gelo do Ártico. Evidentemente, tinha entrado numa região mais quente do que os territórios cercados de gelo que se estendem do Pólo até a Sibéria.

Muitos desses mistérios certamente serão elucidados por completo após o término do exílio planetário. Até lá, a fascinante busca pela verdade continua.... 

13 de nov. de 2011

Chacras Planetários, Pirâmides Astrais, Portais, Teoria da Terra Oca ( Parte II de III)

Maguinho das trevas abrindo portal negativo no Sinai, kiumba

Ver parte I :  AQUI


Os chacras são como rodas que giram, são centros de força.

Um centro de força é equivalente ao centro energético de uma egrégora, ou seja, o ponto central onde várias mentes canalizam sua energia mental criando uma espécie de usina ou reator energético. Em último caso, muitas das pirâmides construídas exerceram esse papel no passado, quando dispunham de sacerdotes detentores desse conhecimento de manipulação de energia mental , atrelado a energia vinda através do astral (fluido universal e também matéria astral) e também o próprio ectoplasma presente no duplo etérico dos encarnados que participavam dessa atividade. Essa atuação, somando a egrégora (centro de força criado) ao chacra planetário já existente (centro de força planetário) transformava as pirâmides em verdadeiros portais, sendo que essa técnica foi usada inclusive em outros pontos da malha magnética terrestre, criando assim portais onde não existiam pirâmides.

O grande problema é que existem milhares de pirâmides astrais ativas no planeta e sob o comando de magos negros, todas estas, nestes casos, sintonizadas com o grande reator negativo, o Sol Negro.

São em sua maioria estruturas maiores do que as pirâmides físicas e funcionam como mini reatores, antenas que captam fluxos energéticos de encarnados em desequilíbrio, fluxos esses que trazem junto de si certas cotas de ectoplasma. O maior problema dessas “pirâmides portais” é que utilizam essa energia absorvida para construção de cidades astrais umbralinas e diversos artefatos tecnológicos para potencializar processos obsessivos.

Isso dá uma dimensão da grande guerra que os guardiões da luz travam no astral, não apenas na destruição de bases astrais como também no enfraquecimento e desativação temporária das pirâmides astrais.

Como elas serão úteis no processo de desenvolvimento mental dos futuros encarnados da Terra após o fim do exílio planetário, assim como no processo de gradativa sutilização da matéria da terceira dimensão, elas não são destruídas por essas equipes de guardiões a serviço dos desígnios do Cristo Planetário, do Grande Conselho e do seu governador, Jesus. São apenas seladas e em alguns casos reprogramadas, com o objetivo de servir de novas bases aos guardiões da luz, quando existe essa disponibilidade por partes das equipes da luz, em contar com número específico e qualificado de guardiões para determinada região. Um desses casos de selamento ocorre exatamente na estrutura astral da Esfinge, que apesar de não ser uma pirâmide, está intimamente ligada a várias.

Pude ver a alguns anos atrás, em desdobramento consciente durante o sono, algumas dessas estruturas, apesar de já ter sido informado que existem milhares dessas pirâmides astrais no planeta. Existem 4 estruturas muito impressionantes no Egito.

Uma delas exibe nos dias de hoje a formação astral que possuía antes de ser destruída no plano físico por uma imensa tsunami que invadiu o planalto de Gizé as margens do rio Nilo quando a Atlântida afundou.

Essa estrutura foi a fonte de inspiração para a construção do Partenon grego, ficava próxima das três pirâmides e da Esfinge, que originalmente era um leão inteiro. A diferença é que essa estrutura, chamada na época pelos egípcios de O Palácio dos Três Leões, era muito maior. Abaixo temos uma foto do Partenon pra ter uma idéia de como era o palácio egípcio 

Partenon grego original, Parthenon, palácio dos 3 leões

Na entrada pude ver em desdobramento três leões (o que explica em parte o nome do palácio) feitos em ouro maciço, na mesma posição da esfinge, sobre uma base retangular, cada um, feita em algo que parecia o ônix. A escadaria até o topo era imensa e ao chegar lá pude ver o salão central, que era usado para cerimônias e alguns rituais.

Em sua forma era um grande círculo, com alguns desenhos que me pareceram ser hieróglifos na parede, havia muitos detalhes na parede e no chão, feitos em ouro, sendo que o teto do salão não era fechado, tinha um grande vão circular, de aproximadamente dois metros que permitia a entrada dos raios solares e lunares, usados em cerimônias distintas.

Quando estive lá pude ver alguns espíritos, alguns na forma de mulheres vestindo tradicionais roupas de sacerdotisas. Havia também um homem com roupas simples, aparentando ser alguém ligado a guarda do “chefe do local”, tal como seriam os chefes da guarda real dos faraós egípcios.

Ele andava com um tigre imponente do lado, uma clara tentativa de impor respeito. Após analisar aquele local, pude ver as três pirâmides astrais que estavam (e ainda hoje estão) exatamente no local onde estão as três pirâmides físicas construídas no planalto de Gizé.

Tinham pelo menos de duas a três vezes a altura das pirâmides físicas, uma era de um rosa bem claro, a outra de um verde próximo a cor do abacate e outra de um dourado meio claro, quase branco.

Essas 4 estruturas astrais (as 3 pirâmides e o palácio) existem até hoje, sendo que o palácio está sob o controle dos guardiões e serve como um espécie de quartel general na região, que fiscaliza a atividade das 3 pirâmides que estão sob o controle de magos negros. A principal função desse QG (quartel general) é evitar que o conhecimento iniciático que esta escondido abaixo do salão principal da entrada subterrânea da Esfinge seja descoberto, conhecimento que deve ser entregue a humanidade somente após o fim do exílio planetário, bem como impedir que magos negros e milícias umbralinas adentrem o recinto ali existente no astral, o que obviamente gera constantes conflitos entre o QG e as milícias que controlam as 3 pirâmides no astral, tendo como campo de batalha a Esfinge.

Inclusive na cultura asiática (e vale lembrar que apesar de ser uma nação transcontinental, a maior parte do território egípcio está na Ásia) o leão é conhecido como animal guardião, o que explica a função da Esfinge: guardiã do sagrado conhecimento atlante. Isso também explica de forma mais ampla o que Jesus quis dizer quando se autointitulou o leão da tribo de Judá, uma clara definição do que ele representava: guardião do conhecimento espiritual que obteve em sua iniciação na Grande Pirâmide.

Pirâmide astral negativa, energia astral nas piramides
  
Existem ainda outros QGs espalhados pela região, como nos locais onde existiam os templos essênios (Qunran, lago Mareotis, Monte Carmelo) e também na cidade de Akhetaton (Amarna) , controlados por guardiões. Se não fosse essa presença ostensiva, certamente um conflito atômico já teria ocorrido entre árabes e israelenses e justamente por isso a Alta Espiritualidade procurou cercar esses locais com a maior proteção possível. Ninguém pisa nesses locais, seja no astral ou no físico, sem ser devidamente auscultado pelos guardiões.

É preciso ter muito cuidado com a questão dos portais. Quase todo dia “surge” um novo portal, seja porque vai passar um cometa em tal dia por tal planeta, seja porque tal data está chegando. Muito cuidado pra onde cada um for sintonizar os seus pensamentos, mesmo o motivo sendo aparentemente bom, se caso não possua espíritos bons por detrás dos organizadores dessas canalizações de energia, toda a energia enviada para o determinado foco, se controlado por mãos erradas, vai ser utilizada de forma errada certamente.

Cuidado redobrado, ou melhor, triplicado, ocorreu por parte dos guardiões com as canalizações de energia ocorridas em 11-11-11, pois infelizmente muitas pessoas com desejos mundanos quiseram e tentaram puxar pra si através de canalizações conjuntas de outras pessoas uma energia tremenda que fluiu pelo mundo ocidental que adota o calendário com essa combinação numérica especial. A boa notícia, pelo menos em boa parte do sul e sudeste do Brasil que adota o horário de Brasília, é que na verdade o horário das 11 horas do dia 11/11/11 ocorreu no meio dia, pois o horário de verão é um horário artificial, onde a hora é artificialmente alterada. 

Dessa forma, a grande maioria das pessoas nessas regiões brasileiras que tentou se conectar ao auge energético do portal as 11 horas não conseguiu se conectar com o pico de energia pois realizaram a conexão no horário real de 10 horas.

Poucas pessoas que realmente se "antenaram" pra esse fato, perceberam que no sul e no sudeste o pico de energia foi meio dia, no horário de verão equivalente ao horário real de 11 da manhã.

Dessa forma somente quem estava realmente bem inspirado pôde perceber essa sutil e providencial mudança feita pelo horário de verão  e conseguiu se conectar ao meio dia do dia 11/11/11 equivalente ao horário real de 11 horas da manhã do dia 11/11/11 ao ápice energético que se iniciou nessa hora e durou por mais 11 minutos e 11 segundos depois. 


Foi exatamente nesse horário que o primeiro texto dessa trilogia foi postado, para iniciar junto com o apogeu energético desse portal o início de uma série de informações inéditas sobre a realidade do plano espiritual e do atual momento da humanidade.




O ideal nas canalizações é não mentalizar símbolo algum, a não ser o símbolo pessoal ou então mentalizar um local onde realmente se faça um trabalho verdadeiramente caridoso sem interesses financeiros, jamais se deve mentalizar qualquer símbolo ou local que não se tenha pleno conhecimento de que ele está ligado a um verdadeiro trabalho de caridade ao próximo.

Dito isso, tem mais duas informações muito interessantes sobre as pirâmides astrais. A primeira delas é que muito poucas pessoas sabem, mas o local onde mais existem pirâmides no planeta é a China, pirâmides físicas e astrais. Se somarmos todas as pirâmides do mundo fora a China, ainda assim teremos menos pirâmides do que existe na China. Nos dois vídeos abaixo é possível observar através de filmagens e do Google Earth       



Parte III: Nessa quarta feira

11 de nov. de 2011

Chacras Planetários, Pirâmides Astrais, Portais e Teoria da Terra Oca (Parte I de III)

Mapa dos chacras planetários terrestres, linhas ley, chacras Terra



Antes de adentrarmos no assunto das pirâmides astrais e da teoria da terra oca, será fundamental compreender o que são e como funcionam os chacras planetários, pois eles explicarão de forma mais clara o funcionamento da malha magnética Terrestre e mais ainda: que toda a estrutura da malha magnética envolvendo a Terra tem a mesma “engenharia” das pirâmides (físicas e astrais) e a mesma engenharia do Sol Negro. A maioria das pirâmides astrais, salvo raríssimas exceções, vem sendo usadas em ressonância com o Sol Negro, em virtude do próprio nível de atraso moral que a humanidade se encontra nessas décadas finais que precedem o auge do exílio planetário em 2036.

Sobre o Sol Negro: AQUI 

Tanto o Sol Negro como as pirâmides astrais, assim como as pirâmides físicas (quando ativadas) foram construídas como uma proporção menor da própria estrutura que envolve o planeta Terra, confirmando assim uma famosa lei hermética “o que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima”, ou seja, o microcosmo é um espelho menor do macrocosmo, assim como o macrocosmo é um espelho maior do microcosmo.

Vamos então compreender como funcionam os chacras planetários, marcados na figura inicial desse texto. No vídeo abaixo é possível visualizar claramente como funcionam os chacras no corpo humano.


Os chacras são “rodas que giram”, discos girando pra quem vê de cima, como se cada chacra fosse uma flor com várias pétalas, uma dentro da outra, se abrindo em constante movimento, e no caso dos chacras terrestres trazendo de dentro pra fora a energia que vem do núcleo da Terra numa espécie de “funil” que se situa bem no centro do disco.

A borda mais estreita do funil vai até o centro da Terra, no núcleo terrestre, enquanto que a parte maior do funil (também no formato de um círculo) se alastra pela área de atuação desse chacra na superfície terrestre. Vale lembrar que temos 12 grandes chacras terrestres ou grandes discos, mas existem inúmeros chacras menores em todos os territórios do globo, que se corresponde com esses 12 chacras. Não foi a toa que Chico Xavier pediu para João de Deus construir o lar de Abadiânia exatamente em Goiás, pois exatamente lá, irradiando pra Brasília, se encontra um chacra secundário que se corresponde com dois grandes chacras próximos ao território brasileiro.

Além disso, os chacras visam facilitar a correspondência do plano material e astral da Terra com os planos superiores, visto que a muitos dos espíritos que vivem no sistema solar estão em planos acima do plano astral. Os chacras, portanto, criam também uma ponte entre o plano físico e astral da Terra e também com o plano mental de todo o sistema solar

Vamos primeiramente analisar a localização dos setes chacras iniciais, que representam os sete centros de força astral do planeta:

1)Califórnia (cobre toda a extensão da facha de san andréas, até Nevada)
2)Peru (cobre Machu pichu e se estende até o lago Titicaca)
3)Norte da Austrália (próximo ao antigo território da Lemúria)
4)Inglaterra
5)Egito e Israel (se amplia desde a grande pirâmide até o monte Carmelo)
6)Chacra móvel (atualmente na Rússia)
7)Tibet

Para conhecer os demais chacras, precisamos relembrar o que já foi dito aqui sobre a malha magnética da Terra, no formato de uma grande rede que envolve a Terra. Nessa grande malha, se encontra o “sistema nervoso” da Terra e uma rede de “artérias” e “veias” que cobre todo o planeta

Existem duas grandes “artérias” no corpo terrestre, que equivalem a Aorta do coração humano. São as duas linhas que serpenteiam, ondulam ao redor da Terra e se entrelaçam em alguns pontos, formando o símbolo do infinito nesse entrelaçamento. Essas duas serpentes (alguém aí lembrou do caduceu de Hermes Trimegisto?) ativam 4 vórtices ligados aos 4 elementos e aos 4 tipos sanguíneos da raça humana, são esses 4 vórtices os 4 chacras principais além dos 7 já citados que representam os centros de força material do planeta:

Água: Nova Zelândia (8)
Fogo: Hawai (9)
Terra: Cidade do Cabo (10)
Ar: Egito e Israel (11) (sim, a mesma localização de um dos 7 chacras..não foi a toa que Jesus nasceu em Israel e que a Esfinge foi construída exatamente no Egito)

Vamos ver agora onde cada uma dessas serpentes passa, se correspondendo com grandes chacras e chacras secundários:

Serpente “feminina”: Norte da Austrália (cauda), Bali (Indonésia), Tibet, Rússia, Inglaterra, Atlântida (cabeça), Lago Titicaca.  

Serpente “masculina”: Califórnia, México (cauda), Bali, Monte Fuji (Japão) (cabeça)

O 12ª chacra é exatamente o ponto onde essas duas serpentes se entrelaçam, o que ocorre exatamente em Bali, Indonésia, esse vórtice é responsável pela purificação do planeta e atua diretamente sobre os 11 demais em total sincronia com a malha magnética da Terra.

Reparem que o único território mundial por onde passam as duas "serpentes" ao mesmo tempo, além da Indonésia, é exatamente o Brasil (no lago Titicaca elas apenas se encontram, mas não se entrelaçam) .

Outro dado interessante é que o chacra móvel estava exatamente sobre a Atlântida nos séculos da última Era de Ouro até o afundamento da grande ilha de Poseidonis. Esse chacra permaneceu também, muitos séculos depois, em Jerusalém, desde a formação da comunidade dos essênios no Monte Carmelo até o fim da missão messiânica de Jesus em Jerusalém, criando uma energia impressionante naquela época junto com o quinto chacra e o chacra responsável pelo elemento ar, o 11.

Acabamos de ver que existem dois fluxos energéticos, ondulatórios, que fluem no sentido leste-oeste, oriente-ocidente, oeste-leste, ocidente-oriente. No entanto não existem apenas esses dois fluxos energéticos, existem mais dois, que saem exatamente do centro do planeta e retornam até o centro do planeta, através dos pólos, e facilmente visíveis na figura abaixo da magnetosfera terrestre.  

Magnetosfera terrestre e polo sul e norte magnetico, escudo magnetico


O Pólo norte magnético está aproximadamente 1.600 km do pólo norte geográfico, enquanto o pólo sul magnético está aproximadamente 2600 km do pólo sul geográfico, exatamente entre o pólo norte geográfico e magnético flui uma “serpente” energética, assim como entre o pólo sul geográfico e magnético, ambas fluem entre norte e sul e sul e norte. Esses 4 fluxos energéticos (os dois horizontais e os dois verticais) formam uma esfera, por onde fluem cursos circulares em diversas direções, exatamente como os movimentos dos elétrons em uma eletrosfera.

Vimos também que os chacras, como mostrado no vídeo, são como funis, exatamente a posição oposta a das pirâmides. Esse funil apresenta seu círculo apontando pra fora, com o funil apontando em direção interna do corpo astral. Já as pirâmides apontam o “funil” (topo da pirâmide) pra cima, justamente por estarem ligadas aos chacras sobre os quais foram construídos, em sua maioria chacras menores que existem em milhares de pontos da superfície terrestre. Por isso que toda pirâmide física, construída sobre um chacra menor planetário, tem sua contrapartida apontando pra baixo, pois a pirâmide é justamente a parte oposta do chacra planetário, é o "funil" apontando pra cima na direção oposta do chacra, que possui o "funil" apontando pra baixo.

Considerando isso, é fácil compreender que a pirâmide física, aquela que vemos na superfície terrestre, está envolta de um circulo, pois os chacras são um círculo, uma “roda” que afunila em direção ao centro do planeta.

Podemos facilmente imaginar isso ao ver a figura abaixo, que nada mais é do que um simples campo de força mental usado na apometria.

Campo de força apométrico, piramide dentro da esfera, circulo de energia


Reparem na base da pirâmide: ela está dentro de um círculo (ele nada mais é do que a “roda” do chacra terrestre, da onde vem a kundalini, energia telúrica)

Além desse círculo que envolve a base da pirâmide, pode-se observar uma pirâmide apontando pra baixo, que representa exatamente o chacra (afunilando) e uma esfera envolvendo toda a estrutura que representa todo o fluxo energético vertical e horizontal nas diversas direções e sentidos formando um campo de força, campo esse equivalente a uma proporção menor da malha magnética terrestre.

Essa mesma estrutura que compõe a malha magnética terrestre e todas as pirâmides já construídas também existe nas pirâmides astrais e também existe no Sol Negro.

Parte II: Nesse domingo   


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