Nos últimos dias recebi muitas mensagens de carinho e confiança, de pessoas que acompanham o trabalho de previsões e intercâmbio com a Espiritualidade que venho divulgando desde 2010, mensagens fruto não apenas das previsões recentes que se cumpriram (mudança de ideologia através do voto com a escolha de um Congresso majoritariamente à direita, vitória de Flávio no primeiro turno quando isso era improvável, assim como o abalo ocorrido no STF pouco antes do primeiro turno, que havia sido previsto lá no início do ano) como também pelas previsões improváveis que aconteceram desde 2014, quando previ que até 2022 teríamos um governo eleito democraticamente ligado aos militares (algo impensável na época quando só existia PT e PSDB se enfrentando) e posteriormente com meses de antecedência a previsão de que Dilma seria impichada e Lula seria preso. São mais de dez anos prevendo com assertividade a maioria de eventos improváveis que aconteceram no Brasil, fazendo previsão e não chutometria.
Essas mensagens de carinho e confiança vem exatamente das pessoas que acompanham há anos o trabalho que realizo, trabalho que já se comprovou nos últimos meses e anos com uma quantidade percentual muito maior de acertos nas previsões trazidas em relação aos erros.
Antes de lançar o livro "Brasil o Lírio das Américas" (2014), a primeira obra espiritualista que se propôs a analisar o cenário espiritual das mudanças iniciadas no cenário político do Brasil e mundial, não apenas trazendo uma série de previsões improváveis que se realizaram, mas também rompendo com o monopólio da narrativa, até então em voga na maioria dos núcleos do meio Espírita e Espiritualista que era praticamente 100% alinhada com esquerda, eu recebi a orientação dos amigos espirituais que uma grande mudança aconteceria na política brasileira e que ela viria não apenas para trazer a tona um grande escândalo de corrupção no governo petista da época, mas igualmente iniciar um processo de despertar da população que visasse impedir a perpetuação do petismo no poder e impedir que esse mesmo projeto de perpetuação se alastrasse pela América do Sul. Falar sobre o futuro qualquer um pode falar, mas comprovar como eu comprovei é pra poucos, muito poucos.
Em parte, esse objetivo foi atingido quando olhamos hoje o mapa da América do Sul e em parte isso foi atingido no Brasil, com o impeachment de Dilma, a vinda de um governo antipetista e a ascensão de uma força política antipetista (inclusive também não bolsonarista) que corresponde à praticamente 50% da população. Quem acompanha a página desde o "Velho Testamento" vai lembrar o alerta que eu fiz, de que se Bolsonaro não seguisse uma linha voltada para a valorização da LavaJato e aprofundamento das investigações contra corrupção, que nesse caso o governo dele seria um desastre. Acredito que eu tenha passado praticamente 3 dos 4 anos de mandato de Bolsonaro batendo nessa mesma tecla e acredito firmemente que foi exatamente por não ter cumprido isso é que ele não foi reeleito. Inclusive bem no início de 2014 eu trouxe um texto apontando que a Espiritualidade não endossaria qualquer projeto hegemônico de perpetuação no poder, fosse de esquerda ou de direita (o que parecia sem sentido em 2014 quando praticamente só existiam forças políticas de esquerda ou centro esquerda).
Também já expliquei isso antes: a Espiritualidade trabalha com o material disponível e muitas vezes os processos de mudança envolvem retirar algo ruim por algo um pouco menos pior. Nesse ponto não há dúvida que o projeto de perpetuação do petismo no poder já estava bem mais avançado. Com Bolsonaro preso (outra previsão que eu apontei um ano antes da tentativa de reeleição), uma base antipetista formada (que proporcionou a eleição de um Congresso atual majoritariamente antipetista em 2026) e praticamente metade da população desaprovando o petismo, estava aberta uma janela de oportunidade para uma transição melhor do que aquela que enfrentaremos nos próximos meses: a indicação de um nome mais ao Centro (Tarciso) que colocaria fim ao ciclo petista e ao mesmo tempo não traria novamente o bolsonarismo. Hoje está claro para todo mundo que Tarciso teria ganho facilmente no primeiro turno.
O CAMINHO PARA 2027
Com a re-re-re-eleição de Lula, uma parte relevante do Congresso (que hoje é maioria mas a partir de 2027 não será) e as principais Cortes (STF e TSE) alinhadas em um grupo político que comanda o país há a praticamente duas décadas, temos um claro movimento de enfraquecimento da democracia, que pressupõe não apenas alternância de poder ou pluripartidarismo, mas que impede a perpetuação de partidos ou grupos de natureza hegemônica por longos períodos, o que não necessariamente acontece pela tomada do poder através das armas (golpe tradicional), mas também pode acontecer quando as instituições aparentemente funcionam (verniz ou "sabor" democracia) mas o aparelhamento dos principais setores do governo atinge tamanho alcance ao longo de vários anos que na prática torna inviável a alternância de poder, quando um determinado grupo político com ou sem grande aprovação popular encontra formas ou brechas legais para se perpetuar no poder e aparelhar cada vez mais pontos estratégicos. Tanto em El Salvador (Bukele) como no próprio chavismo de Hugo Chávez e depois Maduro, temos exatamente exemplos claros desse mecanismo de tomada de poder.
Muita gente tem perguntado pra mim sobre Trump e os EUA nesse cenário atual que o Brasil se encontra. Tradicionalmente os EUA não realizam ações militares diretas contra países da América Latina, a exceção ocorre quando existe um profundo interesse econômico somado à um governo antiamericanista já enraizado, como foi o caso da Venezuela recentemente. Nos demais países da região, ao longo das últimas décadas, os EUA utilizaram outros mecanismos de desestabilização, especialmente econômica contra governos antiamericanistas, e é isso que eu acredito vá acontecer em relação ao Brasil nos próximos meses: incentivo para que muitas empresas estrangeiras deixem o Brasil, que muitos empresários grandes do Brasil façam saída fiscal para EUA ou Paraguai, além de outras pressões políticas que impulsionem um "2013 2.0", ou seja, manifestações populares amplas contra o governo em virtude de graves problemas econômicos.
Lula herdou uma herança econômica maldita que ele mesmo criou e de uma forma ou de outra precisará fazer um ajuste fiscal profundo, caso contrário não terá sequer dinheiro para pagar as aposentadorias. Obviamente se Flávio fosse eleito teria que fazer o mesmo ajuste, porém teria apoio do mercado e apoio dos empresários, apoio fundamental para sair de uma crise fiscal e apoio que Lula não terá.
Assim como aconteceu no impeachment de Dilma, os EUA sabem que não basta "ter as ruas" a favor de um impeachment, mas também é preciso ter maioria política e isso o Brasil já conseguiu elegendo uma maioria no Congresso. Exatamente por isso o ponto fundamental para os próximos meses não vai ser questionar as eleições ou tentar cassação de chapa, pois isso não vai prosperar nos tribunais. O ponto principal será não reeleger Alcolumbre e Motta para a presidência do Senado e da Câmara. Somente com as duas casas tendo um presidente sintonizado com a maioria antipetista eleita no Congresso é que será possível dar início a reformas e ao mesmo tempo limitar o poder do grupo que está há quase 20 anos comandando em conjunto os três poderes e que não deseja a alternância de poder.
Para aqueles que entendem o mínimo de economia e lembram o que aconteceu em 2013 e agora em 2026, basta apenas relembrar: Lula deixou uma bomba fiscal para ele mesmo e mesmo que faça cortes fiscais necessários (inclusive sobre muita coisa que prometeu em campanha e não poderá cumprir) ainda assim a economia prosseguirá em um rumo explosivo de alta de juros, alta de inflação e menos investimento da classe produtiva, o que vai levar o governo a "dobrar a aposta" com mais impostos, o que vai gerar ainda menos investimento privado e mais fuga de capitais do país. A "sensação" de menor poder aquisitivo que muita gente sentiu em 2026 (e levou o governo a mais de 50% de desaprovação) será ainda maior ano que vem, assim como o enfraquecimento dos benefícios sociais, o mesmo que aconteceu em 2013 quando após os anos do "boom das comodities" (muito dinheiro entrando, dólar barato, dinheiro sobrando para incentivos estatais e sociais) o governo ficou com bem menos dinheiro, diminuiu drasticamente os investimentos e o "amor" acabou levando o povo às ruas em 2013. Essa combinação de fatores vai impulsionar grande descontentamento das pessoas, porém isso só vai reverberar no Congresso (de maioria de direita) se a presidência eleita nas duas casas em 2027 não for dos atuais presidentes, ou seja, sem a reeleição de Alcolumbre e Motta, pois eles impediriam o prosseguimento de qualquer investigação ou processo de impeachment.
E O QUE DIZ A ASTROLOGIA
Ao longo de todo o restante de 2026 e 2027 e até fevereiro de 2028 teremos Plutão em trânsito não apenas na casa 12 do Brasil (encerramento de ciclo) como em quadratura bastante tensa com o Marte natal do Brasil que está no topo do mapa do Brasil, Marte natal que está exatamente na mesma posição do Sol natal de Lula. Como eu já adiantei esse trânsito é clássico para encerramento de ciclo, especialmente porque envolve o regente e co regente de Escorpião (signo solar de Lula) e normalmente ativa processos bastante combativos e violentos (por isso eu acredito que teremos gente na rua protestando).
Outro ponto é que entre fevereiro e agosto de 2027 teremos a ação do eclipse solar que vai acontecer exatamente sobre o Ascendente do mapa do Brasil (início de novo ciclo) fazendo quadratura bastante tensa com o Meio Céu do mapa do Brasil (no mapa dos países o Meio Céu representa exatamente o presidente). São dois trânsitos fortíssimos de fim de ciclo para que um novo ciclo diferente se inicie, então mesmo com o milagre da virada, tudo indica que uma profunda mudança está em curso na estrutura de poder no Brasil, o que não condiz com a manutenção de um quarto mandato. Inclusive por essa configuração é muito mais provável que já ainda em 2027 se inicie esse processo de queda, que pode ser um pouco mais rápida e não tão turbulenta se o Senado e Câmara não reeleger os atuais presidentes, ou pode ser bastante turbulenta se os atuais presidentes do Senado e Câmara conseguirem se reeleger.
Creio que os problemas econômicos e fiscais em 2027 serão o combustível, assim como aconteceu em 2013, para um processo de impeachment, inclusive fazendo com que o quarto mandato de Lula seja muito parecido com o segundo mandato de Dilma. A velocidade como tudo isso vai ocorrer dependerá exatamente da eleição do presidente da Câmara e do Senado.
2014-2026:
uma jornada de impressionantes previsões cumpridas:
https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2026/09/uma-jornada-ao-futuro-revisitando-o.html
AGENDA DE MAPAS NOVEMBRO
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