5 de out. de 2026

ELEIÇÃO 1º TURNO: PREVISÃO CUMPRIDA NOS DETALHES

Um ano antes da eleição de Jair Bolsonaro, quando ele contava com menos de 3% das intenções de voto, eu apontei que ele seria o presidente eleito. Isso aconteceu não apenas por todo o cenário profético descrito anos antes em 2014 (na obra “Brasil o Lírio das Américas”), apontando que até 2018 um candidato dos militares seria eleito presidente (algo inimaginável naquele ano de 2014 quando sequer havia um candidato ligado aos militares concorrendo). Um ano antes da eleição de Bolsonaro eu expliquei também todo o cenário astrológico que apontava uma profunda mudança e foi exatamente por esse cenário que eu previ não apenas a eleição de Bolsonaro (pai) como também o impeachment de Dilma e a prisão de Lula, tudo isso meses antes quando sequer se cogitava claramente esse cenário. 

Na eleição seguinte apontei que o melhor mapa disparado era o de Sérgio Moro, que ao final foi impedido de concorrer à presidente e se elegeu como senador. Na disputa entre Bolsonaro e Lula apontei que Lula ganharia por uma diferença pequena, exatamente o que aconteceu 

Na eleição atual venho falando há meses que não existia a menor chance de Lula ser eleito, mas que ao mesmo tempo não enxergava Flávio como novo presidente (apontei que Tarcísio tinha o melhor mapa, tanto que ganhou facilmente em primeiro turno em SP). Recentemente vemos esse cenário se desenhar de forma ainda mais clara: Flávio agora como franco favorito a ser eleito presidente no segundo turno, mas igualmente com grandes chances de ter sua diplomação impedida pelo STF. A maioria esmagadora do que eu previ nessas últimas três eleições no Brasil se cumpriu em detalhes, nenhum vidente ou astrólogo chegou sequer perto dessa porcentagem de acertos desde 2014. 

No texto publicado dia 30 de setembro, uma quarta feira (quando as pesquisas davam vantagem de pelo menos 3 pontos para Lula no primeiro tempo) eu apontei que não apenas Lula perderia as eleições como provavelmente chegaria em segundo lugar no primeiro turno. Naquele texto expliquei que não apenas haveria uma migração de votos da terceira via ainda no primeiro turno (que majoritariamente buscam uma mudança e, portanto, são em sua maioria mais antipetistas do que antibolsonaristas) como que também classicamente a última pesquisa do DataFolha sempre costuma dar pelo menos mais 3,7 pontos para o candidato petista nas eleições. Na sexta feira a Bolsa disparou fechando em alta de 2,5% no dia e no dia da eleição eu expliquei que isso se devia ao fato de vários “insiders” (participantes do mercado com informação privilegiada) já saberem o resultado da pesquisa DataFolha que seria divulgada somente no dia seguinte, pesquisa que apontava vantagem de apenas 3 ponto de Lula no primeiro turno. Considerando aqueles 3,7 pontos estava claro que Flávio já tinha maior chance de chegar a frente no primeiro turno, o que se confirmou, com uma vantagem de 1,9 pontos, ou seja, mais uma vez o DataFolha apontou uma vantagem (dessa vez de 4,9 pontos) para o candidato petista em relação ao resultado da urna. 

Na previsão trazida dia 30 de setembro tudo se cumpriu: Flávio chegou em primeiro lugar com uma diferença menor que 2 pontos, exatamente como eu previ (ganharia por uma diferença mínima), com uma grande transferência de votos da terceira via já no primeiro turno e com o esperado erro de pelo menos 3,7 pontos da pesquisa DataFolha. 

SEGUNDO TURNO

A previsão para o segundo turno permanece: Flávio deve ganhar, absorvendo a maioria dos votos da terceira via (que são em maioria mais antipetistas do que antibolsonaristas) e deve potencializar ainda mais a votação nos principais redutos eleitorais, especialmente em SP, MG e também na Bahia, onde deve formar aliança com ACM Neto (quarto mais colégio eleitoral do país e maior colégio eleitoral do Nordeste). Ao mesmo tempo o índice de abstenções foi dentro do normal, o que significa que Lula não tem muitos votos para virar (já que a maioria das abstenções tende a prejudicar mais Lula, devido ao eleitorado 70+ e de menor renda normalmente votar mais em Lula e ser o maior número de abstenções, especialmente no segundo turno) 

PORQUE LULA VAI PERDER E O CAMINHO DA VITÓRIO PARA FLÁVIO 

Acompanhei a campanha política petista e bolsonarista no último mês e posso dizer sem medo de errar que a campanha bolsonarista ganhou porque entendeu os dois principais problemas do país, aqueles que fariam os indecisos virarem o voto, ao perceberem que esses dois problemas não apenas foram potencializados no atual governo como igualmente ficariam sem solução caso Lula novamente fosse eleito. Enquanto a esquerda insistia em caso Master, tentava a velha retórica do "pai dos pobres" impedindo que os "fascistas" fossem eleitos (como se todo eleitor antipetista fosse fascista, uma burrice e uma arrogância sem tamanho), a campanha do Flávio foi na ferida: a maioria do povo não aguenta mais tanta subida de imposto e especialmente a autoblindagem do STF, que investiga com rigor mas não quando se trata de investigar os próprios ministros, o que ficou bastante claro na sessão onde Dino e Zanin foram protagonistas na defesa de Moraes, sendo que Dino foi ministro do governo Lula enquanto Zanin foi seu advogado na LavaJato. Ficou absolutamente claro para todo mundo que não é eleitor cativo do petismo o óbvio: que a ala do STF que deseja blindar a corte de investigações é diretamente ligada ao presidente. 

A campanha de Flávio passou praticamente o último mês com o mesmo mantra: reduzir juros, cortar imposto e mudar o STF, pois o próximo presidente poderá indicar pelo menos 4 ministros. O discurso foi cirúrgico, inclusive impulsionando uma maioria de senadores eleitos com a pauta de mudar o STF, fazendo com que o Senado em 2027 tenha 50 senadores (perto dos 2 terços) que já se manifestaram publicamente por pautar impeachment de ministro do STF. 

Acredito que Flávio vai seguir exatamente esse mesmo caminho até as eleições do segundo turno, pois essas duas demandas são não apenas as principais do eleitor indeciso ou insatisfeito com o atual governo, mas também aquelas as quais não existe discurso ou promessa que Lula possa rebater. Além de astrologicamente existir um caminho cristalino para o fim do atual ciclo, o caminho político também é irreversível: não há nada que Lula possa fazer para impedir sua inevitável derrota no segundo turno, o que não quer dizer que o atual governo não fará de tudo para permanecer no poder. 

FLÁVIO GANHA AS ELEIÇÕES, MAS VAI TER MUITA CONFUSÃO PARA "LEVAR" A DIPLOMAÇÃO 

Não é segredo que já existe uma investigação em curso, com relatoria do ministro Dino, para descobrir se existiu interferência financeira americana nas eleições em favor da candidatura de Flávio. Por isso eu acredito que na visão e análise que eu trouxe em setembro de 2025: não via nem Lula e nem Flávio como eleitos, pois apesar do mapa do Brasil e de Lula mostrar um claro fim de ciclo petista no poder, ao mesmo tempo havia um bloqueio no mapa de Flávio. Os recentes acontecimentos deixam isso ainda mais claro: mesmo "levando" (ganhando no segundo turno), ainda acredito que teremos problemas para a sua diplomação e também cassação de chapa. 

Aqui existe dois caminhos possíveis e nenhum deles é bom, caso tentem emplacar uma cassação ou evitar a diplomação da chapa. O primeiro caminho seria evitar a diplomação, nesse caso antes de janeiro de 2027 a eleição de Flávio poderia ser anulada dentro do julgamento de interferência americana nas eleições e nesse caso poderia, inclusive, haver a extinção do PL e anulação da eleição da bancada. Nesse cenário, ainda sem diplomação, a vitória seria dada no tapetão para Lula por ter sido o candidato restante. Esse seria o cenário mais sombrio e nesse caso acredito que teríamos um 1964 2.0 

Já o segundo cenário seria uma cassação de chapa ou processo em aberto de cassação de chapa após a diplomação de Flávio. Nesse caso a estratégia seria deixar os primeiros meses de governo de Flávio com a marca de investigado ou suspeito (investigação em andamento sem ser concluída) e nesse cenário o objetivo seria negociar politicamente nos bastidores que nenhuma investigação no Senado contra o STF fosse aberta e ao mesmo tempo não viesse do exterior novas sanções contra ministros e assim o mandato de Flávio permanecesse ativo “sob judice”. Acredito mais nesse cenário (processo aberto sem conclusão) do que uma cassação ou do que (pior ainda) impedir a diplomação, pois acredito que a maioria do Supremo não toparia essas duas últimas alternativas.    

No caso de uma eventual cassação de chapa (ou seja, com Flávio já diplomado) novas eleições seriam feitas em 3 meses e nesse período o presidente interino seria o presidente da Câmara e nesse caso Lula poderia novamente concorrer contra outro candidato indicado pelo bolsonarismo, um cenário que também seria terrível para o país pois impulsionaria ainda mais a repulsa da maioria da sociedade, que em sua maioria já não aprova a conduta do STF. Além disso, nesse cenário (cassação) também haveria cassação de outros eleitos pelo PL e isso seria combustível para manifestações ainda maiores do que aconteceu em 2014. 

Até o começo de 2027 teremos muita tensão na política brasileira e ao mesmo tempo um período decisivo, onde infelizmente as mudanças (necessárias) tendem a acontecer de uma forma turbulenta e dolorosa. 

A previsão da vitória de Flávio no primeiro turno (texto publicado dia 30 de setembro):

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2026/09/brasil-o-rei-perdendo-seu-trono.html

AGENDA DE MAPAS OUTUBRO 

Quem tiver interesse em um estudo mais detalhado através da Astrologia preditiva (previsões) feito através do Mapa Anual (que engloba a análise das oportunidades e dificuldades para os próximos 12 meses) entre em contato no email ou no perfil pessoal do face (que deixarei a seguir) para maiores informações sobre agenda, como funciona o trabalho e valores. 

Maiores informações sobre o trabalho com a Astrologia (também na área de autoconhecimento com o Mapa de Poder Pessoal, que funciona como um mapa natal mais resumido voltado para o desenvolvimento da força, poder de iniciativa e desenvolvimento do poder de realização) nos canais de contato a seguir:  

Perfil pessoal no face:

https://www.facebook.com/josemaria.alencastro/

Email: profecias2036@gmail.com


30 de set. de 2026

BRASIL - O REI PERDENDO SEU TRONO

 

Quando a Bíblia foi traduzida para o latim (Vulgata Latina de São Jerônimo) o termo “portador da luz” ou lux ferre aparecia apenas três vezes: duas no Velho Testamento fazendo referência aos reis Nabucodonosor e Itobaal e uma vez no Novo Testamento, mais precisamente no Apocalipse, fazendo referência à Jesus. Originalmente a expressão traduzida do hebraico é Hillel Ben Shahar que literalmente significa estrela filha da aurora. Ou seja, o termo tanto no hebraico como na sua tradução para o latim fazia referência à uma estrela brilhando ao nascer do dia e por conta do seu brilho e por estar em grande altura era associada aos grandes reis do passado. 

Desde o passado dos tempos bíblicos, os astrólogos da época já associavam o arquétipo do Sol (estrela) e da constelação de Leão à realeza, especialmente a estrela Alfa Leonis (Régulus), associação que permaneceu nos séculos seguintes na Astrologia Moderna, tanto no estudo dos arquétipos associados ao Sol como também no signo de Leão. 

Por todo esse arquétipo, sempre que posições importantes atingem o Sol, Leão e especialmente ambos ao mesmo tempo (como o eclipse ocorrido em agosto no signo de Leão), normalmente há importantes mudanças na estrutura de poder, como por exemplo a recente previsão que se cumpriu quando, ao trazer as previsões (no final de julho) para o eclipse (em agosto), eu apontei que uma grande figura de poder político cairia por morte na Europa, exatamente o que aconteceu com o desencarne do rei da Noruega. Expliquei naquela previsão que tanto os países atingidos pela sombra do eclipse como os mapas das nações atingidas pelo eclipse seriam afetados, exatamente o caso da Noruega. 

Ocorre que na Astrologia também existe algo chamado efeito cumulativo. Se os efeitos astrológicos de um eclipse solar se prolongam por seis meses (no caso até fevereiro de 2027), então naquele ponto (no caso o grau 20 de Leão do último eclipse) há um ponto de tensão contínua no signo de Leão que volta a ser potencializado sempre que uma nova tensão relevante (quadratura ou oposição) atinge o signo de Leão. É exatamente isso que se iniciou no dia 28 de setembro até o dia 09 de outubro, quando Marte (regente de 2026) estará transitando em Leão e fazendo oposição à Plutão, reativando as tensões leoninas do eclipse.  

No dia da eleição no primeiro turno, Marte estará não apenas em Leão (oposto à Plutão) como também estará em quadratura exata com o Marte natal do Brasil que está próximo ao topo do mapa natal do Brasil (grau 3 de Escorpião), exatamente a mesma posição do Sol natal de Lula (grau 3 de Escorpião). Já no dia da eleição no segundo turno, Marte estará no grau 15 de Leão, em quadratura exata com o Meio Céu do mapa do Brasil, posição que tradicionalmente no mapa de um país é associada ao presidente da República. 

São posições clássica de um fim de ciclo (especialmente porque Plutão transita na casa 12 do Brasil) e perda inesperada de poder, algo que eu já venho explicando há meses: não há a menor chance de Lula ser reeleito, ainda que ao mesmo tempo eu veja que há um impedimento para Flávio assumir, ou seja, Lula deve perder as eleições, mas ao mesmo tempo haverá um enorme entrava para que Flávio assuma. Tudo isso foi explicado e analisado em texto recente, inclusive trazendo a confirmação de várias previsões feitas para o cenário brasileiro, texto que pode ser acessado aqui:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2026/09/as-previsoes-para-setembro.html

Acredito, inclusive, que já no primeiro turno Lula deverá terminar atrás de Flávio, ainda que por diferença mínima. Essa percepção não vem apenas do cenário astrológico explosivo de um fim de ciclo claro que impacta o ciclo político de Lula e do mapa do Brasil, mas também do próprio histórico recente das pesquisas eleitorais próximas ao dia da eleição. Em um texto recente de “O Globo” foi trazido um histórico interessante apontando a pesquisa do DataFolha próxima da eleição do primeiro turno comparada com o resultado real e em todas elas a diferença entre o candidato petista e antipetista sempre favoreceu, em pelo menos 3,5 pontos, ao candidato petista. Eis os dados (disponíveis na coluna de Thomas Traumann): 

2014

Datafolha – 30 de setembro (votos válidos)

• Dilma Rousseff: 46%

• Marina Silva: 29%

• Aécio Neves: 23%

• Outros: 2% 

Resultado – 5 de outubro

• Dilma Rousseff: 41,59%

• Aécio Neves: 33,55%

• Marina Silva: 21,32%

• Outros: 2,91% 

Pesquisa mostrou 13 pontos de vantagem petista para o segundo lugar, na eleição foram apenas 8 pontos de vantagem

 

2018

Datafolha – 2 de outubro (votos válidos)

• Jair Bolsonaro: 38%

• Fernando Haddad: 25%

• Ciro Gomes: 13%

• Geraldo Alckmin: 9%

• Outros:15% 

Resultado – 7 de outubro

• Jair Bolsonaro: 46,03%

• Fernando Haddad: 29,28%

• Ciro Gomes: 12,47%

• Geraldo Alckmin: 4,76%

• Outros: 7,46% 

Pesquisa mostrou 13 pontos de desvantagem petista para o primeiro lugar, na eleição foram 16,7 pontos de vantagem (erro de 3,7 pontos em favor do candidato petista)

 

2022

Datafolha – 29 de setembro (votos válidos)

• Lula: 50%

• Jair Bolsonaro: 36%

• Ciro Gomes: 7%

• Simone Tebet: 5%

• Outros: 2% 

Resultado – 2 de outubro

• Lula: 48,43%

• Jair Bolsonaro: 43,20%

• Simone Tebet: 4,16%

• Ciro Gomes: 3,04%

• Outros: 1,17% 

Pesquisa mostrou 14 pontos de vantagem petista para o segundo lugar, na eleição foram apenas 5 pontos de vantagem. 

Outro dado curioso dessas três últimas eleições é que a chamada “terceira via” tende a desidratar profundamente em favor do candidato antipetista, ao mesmo tempo que a expectativa maior de abstenção tende a prejudicar mais Lula (pois os maiores índices de abstenção são os 70+, baixa renda e baixa escolaridade, que tradicionalmente votam mais em Lula). Esses dois pontos tendem a explicar a diferença de pelo menos 4 pontos entre o resultado da pesquisa e o resultado das urnas. 

Por fim, outro dado estatístico relevante é que todos os presidentes que chegaram ao fim da campanha de reeleição com saldo positivo entre bom/ótimo sobre ruim/péssimo se reelegeram (FHC, Lula 1, Dilma) enquanto que o único que teve essa relação com saldo negativo (Bolsonaro) não se elegeu. O terceiro mandato de Lula apresenta exatamente esse mesmo saldo negativo de 10 a 11 pontos que Bolsonaro apresentou ao final do mandato. 

Considerando tudo isso e que nos últimos 30 dias as pesquisas do DataFolha estão apontando uma diferença entre 2,5 e 4 pontos em favor de Lula, ao mesmo tempo que a margem de erro em relação ao dia da eleição deve ser de pelo menos 4 pontos (como explicado há pouco) é que eu acredito que ainda que por uma diferença mínima Lula já termina em segundo no primeiro turno. No segundo turno tanto a maior perda com as abstenções como a desidratação da terceira via tendem a favorecer ainda mais o candidato antipetista. Se astrologicamente há um claro indicativo de fim de ciclo para Lula e para o mapa do Brasil, nas pesquisas de intenções de voto e todo o histórico das últimas três eleições apontam na mesma direção: o fim do ciclo de Lula no poder. 

A OPOSIÇÃO MARTE-PLUTÃO 

Como explicado no texto com as previsões de setembro, publicado no dia 05 de setembro: 

Entre os dias 28 de setembro e 09 de outubro teremos Marte em Leão fazendo oposição à Plutão em Aquário. Marte oposto à Plutão especialmente envolvendo signos de ar e fogo é uma tensão altamente explosiva e ignífera, típica de atentados (especialmente contra liderança política expressiva), explosões (algo parecido com a grande explosão no porto de Beirute pode se repetir em algum local do mundo) e novo terremoto violento, pois envolve Plutão (profundezas) e acredito que os três locais mais prováveis são Rússia, Alaska (ambos em localidades remotas, inclusive no Alaska por possível vulcanismo) e Japão. Como estamos em um ano de Marte e ainda não tivemos uma explosão vulcânica realmente significativa, acredito que é bem provável que esse trânsito demarque forte/intensa explosão, nesse caso México, Colômbia e Filipinas são os locais mais prováveis. Dentro do contexto da guerra hibrida entre Rússia e Europa eu acredito que especialmente França, Inglaterra e Alemanha (um deles) deve ser alvo de algum atentado, seja em aeroporto ou em metrô. Nos EUA é provável que infelizmente tenhamos novamente episódio de atentado ou tentativa de atentado em local turístico bastante conhecido ou contra autoridade relevante na política. 

As informações sobre como funciona o trabalho com a Astrologia e a diferença entre previsões através da Astrologia e da projeção astral podem ser acessadas no link a seguir:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2026/08/projecao-astral-e-previsoes.html