22 de out. de 2026

ELEIÇÃO NA RETA FINAL - PESQUISAS E ASTROLOGIA PREDITIVA

 

Cinco dias atrás os três institutos que mais se aproximaram do resultado do primeiro turno foram Gerp, Futura e Veritá. Flávio terminou o primeiro turno 1,9% a frente nos votos válidos e enquanto a maioria dos institutos apontava Lula na frente (Quaest, DataFolha e os demais), tivemos Veritá errando a diferença entre Flávio e Lula por apenas 0,1% enquanto Futura e Gerp erraram por 0,3%. 

Na pesquisa divulgada dia 16, Gerp apontou vantagem de Flávio em 4% nos votos válidos (52% a 48%). Na pesquisa da Futura também divulgada dia 16, Flávio apareceu com 1,6% de vantagem (50,8% x 49,2%). A pesquisa Veritá (a mais abrangente delas, com 15 mil entrevistados) divulgada dia 17 apontou uma vantagem de 2,2%. 

A média desses três institutos que mais acertaram no primeiro turno apontou entre os dias 16 e 17 uma vantagem a favor de Flávio de 2,6% 

Hoje, dia 21 temos as pesquisas mais recentes desses três institutos: 

Gerp (entrevistas entre 19 e 21 de outubro) - 6% de vantagem para Flávio 

Veritá (entrevistas entre 15 e 19 de outubro) - 1,4% de vantagem para Flávio 

Futura (entrevistas entre 19 e 20 de outubro) - 2,2% de vantagem para Flávio 

Tanto Gerp como Futura foram as pesquisas mais recentes e ambas mostraram crescimento da vantagem de Flávio. 

Mesmo assim se dermos peso 2 para a pesquisa Veritá (por entrevistar mais pessoas e ter sido a que mais acertou no primeiro turno) e peso 1 para Gerp e Futura, o resultado ainda assim é superior a média de 5 dias atrás: 2,75% de vantagem para Flávio em relação à vantagem apontada de 2,6% cinco dias atrás. 

DATA FOLHA, QUAEST E VOX BRASIL - PROBLEMAS NA MÉTRICA 

O DataFolha vai divulgar hoje (dia 22) e no sábado (dia 24) novas pesquisas. No último levantamento de 15 de outubro a vantagem a favor de Flávio era de 2%. O ponto é que classicamente nas últimas eleições o DataFolha sempre erra a favor do candidato petista em pelo menos 3,5% no primeiro turno (em 2026 foi mais de 5%) e no segundo turno costuma errar em pelo menos 2% a favor do candidato petista, o que acontece porque historicamente o DataFolha usa dados de Pnad mais antigos, com um número maior de pobres na amostra o que favorece essa pequena vantagem para o candidato petista. Portanto mesmo que hoje a pesquisa mostre um empate, ainda sim Flávio teria pelo histórico do DataFolha pelo menos 2% de vantagem. 

Quaest e VoxBrasil (essa última a única pesquisa que colocou Lula a frente no segundo turno) apresentam alguns filtros "fora do padrão" que tendem a mostrar números que também desfavorecem o candidato antipetista. A pesquisa da Quaest, por exemplo, considerou um número de abstenções bem menor para o segundo turno (algo que destoa da média das eleições recentes), apontando que teríamos 80% menos abstenção no segundo turno, caindo dos 21%-22% para algo entorno de 5%, totalmente irreal e ainda considerou que a maioria desses votos, entorno de 43% para Lula a 38% para Flávio, iria para Lula, algo também fora da realidade, já que no segundo turno a abstenção é sempre maior que 20% e normalmente igual ou maior que no primeiro turno. Se essa métrica da Quaest fosse ponderada para um valor mais "real" (dentro da média histórica das abstenções e sem essa discrepância de menos abstenções pró Lula), Flávio ganharia 2% de votos na pesquisa e dessa forma a última pesquisa (publicada ontem) não mostraria 1% de vantagem, mas sim 3% de vantagem (dentro da média dos 3 principais institutos que acertaram no primeiro turno). 

Vale ainda ressaltar que a maioria dos institutos aponta uma redução do número de indecisos (que estaria hoje em 5% entre aqueles que vão votar), enquanto a Quaest na pesquisa de ontem apontou que esse número estaria em 14%, o que parece também bastante desconexo da realidade. 

Já a VoxBrasil considerou 84% da pesquisa dentro da faixa que ganha até 2 salários mínimos, acima do padrão médio das pesquisas que é entorno de 68% (e exatamente por ter mais votos nessa faixa que Lula aparece na frente na pesquisa). Ou seja, na prática a pesquisa turbinou entorno de 20% dos votos totais o peso de eleitores que em sua maioria votam mais em Lula.  

PREVISÃO: QUAL O PLACAR DA ELEIÇÃO DIA 25 

Acredito que Flávio ganhará com 2 a 3 pontos de vantagem nos votos válidos. Acredito que no segundo turno ele avançará sobre Lula no nordeste e também acredito que teremos uma redução das abstenções no Sul e Sudeste dando um pouco mais de votos e uma transferência um pouco maior para Flávio dos votos da terceira via, fazendo com que a diferença do primeiro turno (1,9 pontos) permaneça ou fique um pouco maior (entre 2 a 3 pontos). 

Mesmo com tudo isso acredito que ainda teremos um "terceiro turno", com muitas dificuldades e confusão, seja para Flávio não ser diplomado, seja para Flávio sofrer uma investigação por cassação, o que estaria mais de acordo com a visão que eu trouxe há meses: que Lula não tinha a menor chance de ser reeleito e que ao mesmo tempo existia um bloqueio sobre Flávio, impedindo ou dificultando bastante que ele assumisse seu mandato (dificuldade para diplomação ou cassação após posse). Veremos ainda muita confusão no "terceiro turno", mas independente disso a previsão feita meses atrás permanece: o ciclo de Lula no poder chegou ao fim. 

Tanto pelos Arcanos Maiores como pela Astrologia não há a menor chance de Lula ser reeleito como já apontei antes da eleição no primeiro turno. 

O rei perdendo seu trono - a inevitável queda de Lula - previsão sobre o primeiro turno trazida ao final de setembro:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2026/09/brasil-o-rei-perdendo-seu-trono.html

Eleição Brasil e os Arcanos Maiores - O ano da Torre e a inevitável mudança:

https://www.facebook.com/photo?fbid=28326653037037188&set=a.275029255959609

2014-2026: uma jornada de impressionantes previsões cumpridas:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2026/09/uma-jornada-ao-futuro-revisitando-o.html

AGENDA DE MAPAS NOVEMBRO 

Quem tiver interesse em um estudo mais detalhado através da Astrologia preditiva (previsões) feito através do Mapa Anual (que engloba a análise das oportunidades e dificuldades para os próximos 12 meses) entre em contato no email ou no perfil pessoal do face (que deixarei a seguir) para maiores informações sobre agenda, como funciona o trabalho e valores. 

Maiores informações sobre o trabalho com a Astrologia (também na área de autoconhecimento com o Mapa de Poder Pessoal, que funciona como um mapa natal mais resumido voltado para o desenvolvimento da força, poder de iniciativa e desenvolvimento do poder de realização) nos canais de contato a seguir: 

Perfil pessoal no face:

https://www.facebook.com/josemaria.alencastro/

Email: profecias2036@gmail.com

19 de out. de 2026

PREVISÃO A CAMINHO: PORQUE LULA PERDEU O DEBATE E PERDERÁ A ELEIÇÃO

Apesar de muitas pessoas acreditarem que um debate na reta final da disputa pode decidir uma eleição, na prática isso quase nunca acontece, exceto em eleições muito acirradas, como em 1989 (a primeira após as Diretas Já) ou a atual em 2026. E curiosamente a queda de Lula, em ambas, é explicada pelo mesmo motivo: a imagem em relação às mulheres e sobretudo à esperança na economia. E reparem: não estou falando sobre fatos, estou falando sobre imagem. A imagem ou retrato final daquilo que fica registrado na mente do eleitor ainda indeciso na reta final da campanha (que não é eleitor cativo de um candidato ou de um espectro político). 

Na eleição de 1989, por exemplo, Lula chegou ao segundo turno por muito pouco, vencendo uma disputa acirrada com Brizola. Apesar de adversários, ambos eram do mesmo espectro político e se aliaram no segundo turno, sendo que uma semana antes das eleições do segundo turno algumas pesquisas já mostravam Lula a frente de Collor. Exatamente nessa semana final a campanha de Collor levou ao ar um depoimento de sua ex-namorada (mãe da primeira filha de Lula nascida 15 anos antes) fazendo um exposed pesado sobre Lula. O escândalo, somado à edição marota (que anos depois a própria Globo reconheceu) do último debate presidencial, na qual Collor teve um minuto a mais de tempo exibido no JN com os melhores momentos, ao mesmo tempo que os piores momentos de Lula foram selecionados, selou o destino da eleição, vencida por Collor com 6 pontos de vantagem.   

Assim como acontece hoje em 2026, a eleição de 1989 foi um embate entre o discurso do medo (trazido por Collor sobre as idéias comunistas de Lula) e o discurso da esperança (trazido por Lula, baseado na idéia de que o grande grupo de esquerda responsável em sua maioria pelas Diretas Já é quem deveria dar continuidade ao processo de abertura democrática). O que decidiu a eleição, como sempre acontece em qualquer eleição, foi a esperança/expectativa em relação à economia e a imagem do candidato em relação às mulheres (que tende a ser o eleitorado mais moderado e o voto decisivo). Naquela eleição de 1989 tanto o exposing trazido por Collor na semana final como a edição da Globo sobre o debate acentuando a imagem de Collor como mais seguro e forte para lidar com a nova fase do país prevaleceu, especialmente como alguém mais capacitado para cuidar da nação, pouco importando se aquilo era verdade ou não, mas foi a imagem clara que foi transmitida para a maioria do eleitorado. Imagem, a questão é a imagem. 

O eleitor médio ou indeciso nessa reta final, aquele que deixa pra decidir o voto na última semana, uma minoria de 5% do eleitorado e que dentro desse número em sua maioria vai preferir anular o voto ou sequer ir votar, não é alguém que acompanha em detalhes a campanha. É alguém que vai registrar a IMAGEM dos principais pontos dessa reta final, inclusive dentro de um debate e vai analisar pela linguagem corporal e modo de se expressar qual parece mais forte, mais seguro para conduzir a economia. Ao mesmo tempo, em um cenário de economia desacelerando (alta da inflação, diminuição do poder de compra, aumento de impostos, do déficit público) o discurso ou a IMAGEM que tende a convencer mais o eleitor indeciso é de quem é mais capaz de transformar, mudar, renovar. Nesse ponto, é muito difícil para um homem de 81 anos, cujo partido governou 18 dos últimos 24 anos transmitir essa IMAGEM, pois o retrato final desses 18 anos é exatamente o que é visto na economia nas últimas semanas e meses. 

O eleitor indeciso insatisfeito com os rumos da economia e, portanto, mais sintonizado com a idéia de transformação, mudança e renovação, também é um eleitor que está cansado da polarização entre petismo e bolsonarismo que se acentuou nos últimos 7 anos. É um eleitor, sobretudo no espectro feminino (que obviamente não se enquadra nem como petista/esquerda ou bolsonarista/direita) que está cansado da linguagem, da IMAGEM de briga raivosa, de linguagem agressiva. 

Para esse tipo de eleitor, uma linguagem mais calma, porém segura, cria uma IMAGEM melhor do que uma linguagem rápida, nervosa ou de confronto. Em um debate onde o que conta é tentar ganhar votos dos indecisos (que pouco acompanham em detalhes a campanha) e onde os dois candidatos na prática não respondem àquilo que é perguntado, o que vai contar no final é quem passou a imagem de mais ponderado, centrado, menos ansioso, menos raivoso, algo que ficou muito claro no embate entre Lula e Flávio no debate na Band. 

A imagem de Lula ontem no debate da Band não foi apenas desastrosa por tudo que foi analisado até aqui, mas especialmente porque reforçou a IMAGEM (independente se corresponde à realidade ou não) daquilo que foi trazido por Roberta Luchinger na entrevista à CNN: ela pintou Lula como um homem que deu as costas para uma aliada que era leal, amiga e companheira de trabalho por vários anos do seu filho e que foi "jogada aos leões". Independentemente do que seja verdade ou não, a IMAGEM que fica é de um homem poderoso que deu as costas para uma mulher que foi leal e próxima por anos e que teve coragem de enfrentar esse homem para defender suas duas filhas. Essa IMAGEM que ela pintou antes do debate (sendo verdade ou não) pareceu muito mais verídica no debate para o eleitor indeciso, pois o que viram no debate foi um homem nervoso, agressivo, com uma postura e uma IMAGEM que em boa medida tornava crível aquilo que Roberta havia relatado em entrevista horas antes. Parafraseando a famosa frase do imperador Júlio César: a amiga de "César" não apenas foi corajosa, mas pareceu honesta. 

Esse conjunto de fatores torna impossível qualquer esperança de virada para a campanha petista que (felizmente) não entendeu, sobretudo ao escalar Janones como "general" de campanha, de que eleição de rejeição não é vencida por quem manda ou fala mais grosso, mas exatamente o contrário: quem mostra ao eleitor de centro e indeciso uma IMAGEM de maior capacidade de trazer e fazer mudanças de forma mais serena, com uma linguagem e postura corporal firme mas que transmita equilíbrio e tranquilidade, algo que também ficou claro na IMAGEM transmitida  pelos principais cabos eleitorais dos candidatos: um Pablo Marçal "paz e amor" nas entrevistas, um Nikolas Ferreira moderado em contraste com Janones guiando o "exército" de Lula. Em resumo: :a imagem construída pela equipe digital de Lula para o eleitor de centro foi um desastre. 

Os últimos acontecimentos das campanhas confirmam aquilo que eu já venho falando há meses: Lula não será reeleito. Quem quiser conferir as previsões sobre o resultado do primeiro turno (prevendo que Flávio chegaria na frente) e sobre a mudança de ideologia da população (feita várias semanas antes do primeiro turno), leia no link a seguir junto com as previsões trazidas nos últimos anos. 

O rei perdendo seu trono - a inevitável queda de Lula - previsão sobre o primeiro turno trazida ao final de setembro:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2026/09/brasil-o-rei-perdendo-seu-trono.html

2014-2026: uma jornada de impressionantes previsões cumpridas:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2026/09/uma-jornada-ao-futuro-revisitando-o.html