
Com
a entrada de Saturno no signo de Áries (o primeiro signo do Zodíaco) poucas
semanas depois de Netuno ter entrado também em Áries dois importantes eventos
astrológicos aconteceram: o primeiro deles foi o início do ciclo de pouco mais
de 29 anos de Saturno (tempo que o astro leva para percorrer os 12 signos do
Zodíaco) e o segundo evento foi a continuidade da conjunção Saturno - Netuno
(que leva um ciclo de 36-37 anos para se repetir) que há poucos semanas estava
em Peixes e agora está em Áries.
A
Astrologia possui diversos ciclos que funcionam como marcadores de eventos
coletivos de grande impacto na sociedade mundial. Entre esses marcadores de
ciclo temos, por exemplo, o destruidor Plutão (que simboliza o arquétipo de
Hades, o senhor do submundo, que representa uma renovação profunda e muito mais
destruidora do que, por exemplo, a ação de Saturno no seu arquétipo). Um
exemplo de ação coletiva foi a entrada de Plutão em Escorpião (o arquétipo da
sexualidade, das emoções mais profundas, da vida e da morte) no final de 1983
até 1995 e que demarcou o surgimento da epidemia de HIV/Aids. Em 1995 quando a
internet começou a se alastrar pelo mundo de forma exponencial, Plutão entrou
em Sagitário (arquétipo da expansão da liberdade e dos horizontes em busca de
conhecimento), já em 2008 na crise do subprime Plutão entrou em Capricórnio (o
arquétipo das grandes estruturas governamentais e financeiras do mundo e que no
mapa das pessoas representa a busca pelo crescimento profissional e financeiro)
e por fim em 2024, Plutão entrou em Aquário (arquétipo da tecnologia e
profundas mudanças coletivas ligadas à modernização) período que coincidiu com
a explosão das atividades ligadas à IA.
Há
ainda dois ciclos bem interessantes estudados por André Barbault: No primeiro
desses ciclos, Júpiter e Saturno conjuntos levam 200 anos para ficarem
conjuntos em um signo de elemento diferente do elemento dos signos que marcaram
essa conjunção nos 200 anos anteriores. Segundo Barbault, sempre que um novo
ciclo de 200 anos começasse (ou seja, Saturno e Júpiter conjuntos em um novo
elemento) isso demarcaria profundas mudanças no capitalismo a nível mundial. A
última vez que esse ciclo começou foi exatamente no final de 2020 (pandemia),
exatamente dando início ao ciclo de 200 anos no elemento ar, com um vírus transmissível
pelo ar trazendo profundas mudanças.
O
outro ciclo estudado por Barbault é a conjunção Saturno-Netuno: Para ele essa
conjunção está sincronizada com a trajetória histórica da Rússia e da ex URSS
por conta da busca de uma utopia netuniana (socialismo) como forma de construir
uma nova sociedade geopoliticamente (Saturno) ainda mais levando em conta a
história de líderes autocratas russos. Dessa forma enquanto o ciclo Júpiter -
Saturno demarcaria mudanças sociais e econômicas mais amplas, o ciclo de
Saturno - Netuno demarcaria mudanças profundas na civilização russa como, por
exemplo, o período que demarcou a queda do muro de Berlim (89) e a dissolução
da união soviética (91) que teve exatamente no seu meio uma conjunção Saturno -
Netuno. Nesse ciclo que se repete a cada 36-37 anos o anterior, antes de 1990
aconteceu em 1953 e demarcou a morte de Stálin, assim como o anterior em 1917
demarcou a revolução russa.
Nas
últimas vezes que essa conjunção aconteceu, ela demarcou mudanças profundas na
estrutura de poder russa e como eu já adiantei em vários textos anteriores nos
últimos anos, acredito que essa conjunção vá demarcar a queda do governo Putin
em 2026, ano que essa conjunção (Netuno-Saturno) está se repetindo.
Além
desses ciclos, que segundo o arquétipo astrológico de astros e/ou signos
envolvidos confirmaram as mudanças coletivas que demarcaram, também temos os
ciclos anuais que envolvem os 7 astros da Astrologia Tradicional (Sol, Vênus,
Lua, Mercúrio, Marte, Júpiter e Saturno), sendo que um desses astros vai reger
o ciclo maior de 36 anos e um desses astros vai reger o ciclo anual, ou seja,
ser o regente do ano.
No
último grande período de 36 anos em Marte (1909 – 1945) conhecido como “o deus
da guerra” tivemos exatamente as duas grandes guerras, sendo que a última delas
terminou exatamente ao fim desse período astrológico.
No
último grande período de 36 anos da Lua (1945 – 1981) conhecida como “a grande
mãe”, a sustentação emocional, tivemos exatamente o processo de liberação feminina
e o “baby boom” com um espantoso crescimento da população mundial.
No
último grande período de 36 anos do Sol (1981-2017) conhecido como “o senhor do
palco”, o rei, o líder, que marcou a ampla disseminação das artes em geral com
a internet (livros, vídeos, músicas) e durante um período de 20 anos
(1988-2008) a existência de uma única superpotência mundial como “o líder do
mundo”.
Desde
2017 entramos no grande ciclo de 36 anos de Saturno, a grande foice, o senhor
do karma, que vai reger esse ciclo até o final de 2052. Já tivemos a pandemia
(2020) e ainda teremos o ápice dos eventos cataclísmicos (2036) que demarcarão
o exílio planetário.
Há
um estudo ainda mais aprofundado sobre o tema dos ciclos astrológicos, publicado em 2019. O leitor
que tiver interesse, o texto pode ser acessado aqui:
https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2019/12/orixa-regente-2020-omulu-obaluaye-e.html
É
importante conhecer esses ciclos e especialmente a natureza arquetípica dos
astros envolvidos, pois dessa forma é possível antever eventos coletivos (e
individuais, nesse caso segundo o mapa de cada pessoa) exatamente pelo efeito
já conhecido desses marcadores astrológicos, que funcionam com boa precisão
(como mostrado nos exemplos desse texto) desde que obviamente se conheça tais
arquétipos e ciclos astrológicos de forma adequada.
NIPAH
E A NOITE DE SHIVA
Já
alguns anos eu venho alertando que o ano de 2026 seria o período que demarcaria
uma nova epidemia no mundo, a partir da Índia, em um período próximo à cerimônia
da Noite de Shiva (15 de fevereiro). Até o momento tivemos não apenas um surto
na Índia que causou alerta em várias partes da Ásia (surto inclusive previsto
nas previsões publicadas no final de dezembro) como também uma morte em
Bangladesh no início de fevereiro. Obviamente que isso ainda não é uma epidemia
e a seguir vamos ver quais os marcadores que apontarão se a epidemia realmente
virá em 2026:
Nas
previsões publicadas dia 29 de dezembro foi assim previsto:
"Urano
em conjunção com Algol – de 22 de janeiro até 17 de fevereiro. Algol está em
26º 32’ de Touro e exatamente por isso a conjunção estará ativa apenas enquanto
Urano estiver entre 25º 32’ e 27º 32’ de Touro (conjunção entre astro e estrela
fixa é no limite de 1 grau). Acredito que essa posição vai demarcar o início ou
eclosão dos primeiros casos relacionados a um surto que eu acredito que
começará na Índia e se espalhará como uma epidemia localizada naquela região.
Infelizmente a combinação de Urano com Algol somado a uma forte conjunção em
Peixes (Saturno e Netuno) costuma eclodir problemas de surtos, doenças e
internações em maior volume em hospitais."
Desde
o dia 22 de janeiro vários países entraram em alerta após um surto de casos de
Nipah na região de Bengala Ocidental, que é na fronteira com o Nepal.
Tailândia, Nepal, Taiwan, Singapura, Hong Kong, Malásia, Indonésia, Vietnã e
Paquistão adotaram medidas de segurança em aeroportos, desde medidores térmicos
até obrigatoriedade do uso de máscaras.
Segundo
as mídias indiana e nepalesa cinco casos foram confirmados e 190 pessoas foram
testadas em quarentena. Bengala Ocidental registrou em 2001 o surto mais mortal
de Nipah até hoje e desde 2007 não apresentava novos casos. Lembrando que já no
final de setembro de 2025 um caso fatal de Nipah foi reportado em Bangladesh,
ou seja, nos últimos 4 meses dois focos emergiram em locais diferentes. O vírus
é temido pois desde que foi descoberto há quase 30 anos a sua taxa de
mortalidade beirou os 60%.
No
final de 2019 eu previ que o ano de 2020 seria semelhante ao da Peste Negra e
logo em março quando ficou claro que estávamos diante de uma pandemia eu
apontei que a próxima epidemia aconteceria entre 2025-2026. Anos depois essas
informações foram somadas à informação de que um incêndio na noite de Shiva (15
de fevereiro de 2026) seria o sinal de uma epidemia dentro do solo indiano e
que não seria uma nova pandemia. O atual surto que vem causando preocupação em
vários países ainda não é o problema que foi previsto, mas infelizmente eu
acredito que esse vírus ao longo de 2026 vai eclodir uma epidemia na Índia,
tornando-se menos mortal, porém mais transmissível.
Desde
2022, após o fim da pandemia, tive várias experiências projetivas que mostravam
sempre as mesmas imagens: um surto surgindo dentro de um hospital, a ponto de o
hospital ser fechado com várias pessoas dentro quando detectaram que o vírus
havia sofrido mutação. Além do sinal (incêndio na noite de Shiva), outro sinal
que o homem da túnica azul Royal apontou é que o ponto inicial será um surto
maior em uma criação de porcos e a partir daí é que virá a mutação.
Até
o momento a previsão do surto exatamente na Índia se confirmou com exatidão.
Nas próximas semanas saberemos se essa previsão vai se concretizar, ou seja, se
realmente teremos uma epidemia em solo indiano.
AGENDA
DE MAPAS PARA 2026
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(previsões) feito através do Mapa Anual (que engloba a análise das
oportunidades e dificuldades para os próximos 12 meses) entre em contato no
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