29 de dez de 2017

Experiências com Projeção Astral - O Parque Temático das Trevas e a Diferença entre Projeção Astral Consciente e Projeção Astral Consciente Onírica

experiencias com projeçao astral

Normalmente nessa época do ano as trevas se agitam. Após os festejos de natal, período em que a psicosfera astral tem uma suave melhora em virtude da sintonia de milhares de pessoas com a lembrança da vinda de Jesus, no ano novo normalmente acontece o inverso: a maioria das pessoas que trabalha com atividades com as quais não gosta (ou pior ainda, que estão desempregadas) chega esgotada energeticamente nessa época do ano, já aquelas que estão de férias aproveitam para cometer alguns excessos para “relaxar do stress do ano inteiro” e aquelas que o ano novo coincidirá com o final das férias normalmente são acometidas por quedas energéticas ao perceberem que precisarão retornar para o trabalho que não gostam. Na passagem do ano milhões de pessoas vão as ruas, muitas vezes se permitindo exteriorizar sensações e desejos que reprimiram ao longo do ano (o que também acontece muito no carnaval), isso sem falar nos inúmeros pactos que são feitos com entidades de baixa vibração em troca de dinheiro, melhor posição social ou um bom namoro ou casamento. Em suma, trabalho redobrado para os guardiões e fartura para as hostes umbralinas.

Nessa época do ano que a invigilância espiritual normalmente está maior, não apenas a atenção das equipes de guardiões em todos os níveis (desde as que atuam em bairros, cidades como a nível planetário) está mais alta como também a ação das trevas fica mais ostensiva, se aproveitando das brechas maiores que surgem nessa época.

Infelizmente os métodos de obsessão estão cada vez mais aprimorados e é sobre um deles, que venho pesquisando a mais de um ano para colher informações mais detalhadas para alertar os encarnados, pois em todo processo obsessivo os obsessores tão somente potencializam brechas que já existem na própria pessoa e normalmente brechas que a pessoa gosta de alimentar, algo que de alguma forma dá prazer à pessoa e pode ser utilizado como ferramenta de desequilíbrio emocional para possibilitar que as milícias consigam vampirizar ectoplasma ou o magnetismo produzido pelo medo, os dois principais objetivos dos grupos que trabalham a serviço das hostes das sombras.

Locais construídos no astral para receber encarnados sedentos por prazer, como por exemplo, cassinos, boates, inferninhos e outros ainda mais modernos, como centros tecnológicos com jogos futuristas são e já foram fartamente documentados na literatura espírita e espiritualista. Não há novidade nisso, mas o que relatarei nesse texto é algo ainda mais elaborado, criado pelas trevas para vampirizar ectoplasma e a vibração do medo, em escala global, se aproveitando de um gosto muito particular da grande maioria da civilização terrestre, um tipo de obsessão que eu julgava não existir, mas existe e acredito que ainda não foi abordado por outros projetores (eu pelo menos não encontrei relatos a esse respeito).

Porém antes de falar sobre esse tema há outro tema sobre projeção astral que precisa ser abordado e refletido e que ainda é pouco conhecido: a diferença entre projeção astral consciente e projeção astral onírica.

PROJEÇÃO ASTRAL CONSCIENTE E ONÍRICA???

Quem conhece ou estuda um pouco de projeção astral sabe que existe a projeção astral consciente, o sonho lúcido com algum grau de onirismo e a projeção inconsciente. Mas projeção consciente e ao mesmo tempo onírica é algo ainda pouco estudado dentro do fenômeno projetivo.

Podemos assim definir cada uma delas:

Projeção astral inconsciente (a pessoa sai do corpo em corpo astral todas as noites quando o corpo físico dorme, mas muitas vezes não lembra de nada do que fez enquanto o corpo dormia, isso caracteriza a projeção inconsciente, pois a pessoa pode ter vivenciado várias atividades no astral mas não retém essas lembranças no cérebro físico. Os mecanismos que possibilitam essa retenção ou gravação são vastamente abordados nos livros “Brasil o Lírio das Américas” e “Armagedoom 2036”)

Projeção astral consciente (a pessoa sair em corpo astral ou em casos mais raros em corpo mental, abandonando o corpo físico enquanto dorme ou em estados alterados de consciência como o transporte, o viajor ou na incorporação) quando a pessoa tem grande lucidez fora do corpo físico interagindo com outros espíritos encarnados ou desencarnados  

Sonho lúcido - a pessoa tem lampejos de uma projeção astral consciente, mas esses lampejos surgem entre conteúdos do inconsciente e do subconsciente na forma de imagens e sons, são conteúdos oníricos que representam emoções e sentimento represados que o inconsciente através da imaginação ou animismo tenta projetar no consciente, de forma simbólica, para trabalhar aquela determinada emoção que está no inconsciente ou subconsciente, emoção essa que pode ter raízes antigas (as chamadas raízes psicológicas) como, por exemplo, alguém que foi sistematicamente rejeitado ou abandonado na infância e tem projetado inconscientemente essa emoção nas relações emocionais que cria na vida adulta sem sequer base a causa ou motivo consciente sobre porque nunca consegue se estabilizar em um relacionamento com alguém (apenas para citar um exemplo) e tem uma projeção astral consciente, mas de repente se vê na forma de uma criança (simbolizada na criança interior) tendo que “enfrentar” a imagem daquelas pessoas com as quais projetou o sentimento de rejeição

Dito isso, analisaremos a projeção que é ao mesmo tempo consciente e ao mesmo tempo onírica.

Um fenômeno muito interessante que tenho observado em alguns textos que tenho lido é o fenômeno da projeção astral consciente onírica. Muitas vezes o médium ou canalizador tem tanto desejo, tanta vontade de entrar em contato com extraterrestres, com seres angélicos, mestres ascensos, guardiões mundiais, mentores famosos que logo ao iniciar uma experiência consciente ou lúcida, toda a sua consciência é tomada ou engolfada pelas formas pensamento oriundas do seu forte desejo de vivenciar tais experiências e a partir desse ponto ele, o médium, deixa de vivenciar a realidade do contato com outros espíritos no plano astral e passa vivenciar a realidade do seu próprio inconsciente, dialogando com projeções mentais que representam os extraterrestres, seres angélicos, mentores ou qualquer outro tipo de ser que esteja no seu imaginário ou tamanho desejo de entrar em contato, vivenciando o que defino como uma projeção astral consciente onírica: esse médium ou canalizador tem a certeza absoluta que esteve em contato com tais entidades mas simplesmente fantasiou tudo aquilo, ainda que tecnicamente a projeção tenha sido lúcida devido a abertura da mente consciente para a realidade astral, porém completamente tomada pela projeção das criações e imaginações do inconsciente que projetam a fantasia do inconsciente para o consciente como se tal fantasia fosse o contato “real” com realidade astral.

A pergunta óbvia a ser feita é: mas Zé, como eu vou diferenciar uma experiência lúcida autêntica, ou seja, uma projeção astral consciente de uma experiência “consciente onírica”?

Como eu sempre respondo: da mesma forma que se faz para filtrar qualquer experiência mediúnica, utilizando a razão/lógica e a realidade dos fatos.

Exemplo:

Se a pessoa freqüentemente tem experiências projetivas envolvendo equipes ligadas a saúde, seja do Dr Fritz, Dr Bezerra ou qualquer outra entidade dessa linha, o que vai atestar que ela teve experiências realmente autênticas é atender alguém no astral e o mentor descrever o estado de saúde, tempo de recuperação e aquela informação verdadeiramente se concretizar, ou ainda, descrever a arquitetura do quarto, cores, peças do quarto sem nunca ter ido fisicamente lá e ao ir confirmar tais características. Nos trabalhos de viajor que realizei na Apometria e outros atendimentos de saúde essa é a primeira informação que buscava: descrever o lugar, o ambiente e confirmar com a pessoa que pedia ajuda por um filho ou parente se o lugar era realmente daquele jeito, ou em outros casos o mentor informar, por exemplo: a pessoa vai melhorar em 2 dias, sendo que muitas vezes os médicos da terra afirmavam que o quadro era crítico para mais dias de recuperação e a pessoa no final realmente se recuperava naqueles dois dias. Isso é constatar com a lógica dos fatos que ocorreu uma autêntica experiência projetiva.

O mesmo vale para aqueles que acreditam que quase toda noite encontram mentores, mestres ascensos ou guardiões que cuidam da Transição Planetária: quais informações detalhadas sobre o futuro próximo da Terra (alguns meses) foram trazidas e logo depois confirmadas com a sua concretização? Será mesmo que aqueles que dizem quase toda noite encontrar um mentor, um extraterrestre da frota xpto ou um guardião planetário como Miguel ou Jorge, mas nunca trazem informação detalhada sobre o futuro próximo que se concretize, será que estão mesmo entrando em contato com essas entidades?

Até que ponto o ego, a vontade de se autoafirmar com um poder que verdadeiramente não possui está afetando a percepção mediúnica de experiências que poderiam ser lúcidas, ainda que talvez não tão grandiosas como o médium ou canalizador gostaria, mas que ao menos tivessem alguma informação que pudesse ser comprovada pela realidade dos fatos?

Vale a reflexão, em especial para as pessoas que lerem relatos envolvendo experiências projetivas, pois se o médium ou canalizador nunca traz uma experiência que possa ser comprovada pela realidade e lógica dos fatos é sinal que algo está indo errado com esse médium ou canalizador.

O PARQUE TEMÁTICO DAS TREVAS

Filmes, séries e super produções cinematográficas levam bilhões de pessoas por ano aos cinemas ou a sintonizar com determinadas produções, na maioria delas envolvida em algum grau com violência e fantasia. Obviamente que as trevas não perderiam esse “nicho” gigantesco de mercado. Imaginem: criar uma egrégora que pudesse atrair fãs incautos de determinado filme ou série para experiências com grande lucidez e prazer no astral nos quais a pessoa desdobrada entrasse em contato com seus personagens favoritos, como por exemplo, aquele cavaleiro bonitão do Game of Thrones, a mocinha carismática do filme de ação ou ainda o super herói de Gotham City ou Asgard? Mas que na verdade tal “encontro” ou estrutura astral semelhante a realidade cinematográfica fosse apenas um pretexto para atrair bilhões de pessoas para processos de vampirização? Pois é, as trevas não dormem, mas como eu durmo e volta e meia estou projetando por aí e o que mais gosto é de espionar e destruir os planos do lado tenebroso da força, trago para vocês as informações sobre o que mais moderno em termos de obsessões coletivas está sendo realizado pelas trevas.

O parque temático que descreverei foi erguido na região astral do México, mais especificamente na Cidade do México segundo as informações que recebi da equipe de Jeremias e foi projetado como o maior parque trevoso astral da Terra exatamente para substituir e suprir a grande cota de energia que os magos negros recebiam dos incautos que acreditavam na profecia maia de 2012, começo de uma nova era em 2012, vinda de Nibiru, apocalipse maia e todas as bobagens correlatas que causaram histeria viral entre 2010 e 2012.

Esse parque especificamente do México foi erguido pelos magos negros mais poderosos da América do Norte e Central aproveitando-se de forte influência na indústria cinematográfica de Hollywood, o que possibilitou a criação de formas pensamento artificiais que são verdadeiros clones da identidade energética de muitos atores famosos que sequer sabem que estão sendo clonados. Essas formas pensamento são utilizadas em abundância nos parques trevosos, fazendo com que as pessoas em desdobramento acreditem que realmente estão interagindo com determinado herói ou heroína.

Sobre esse parque temático na região astral do México o que me impressionou foi o tamanho do lugar, com territórios do tamanho de bairros inteiros, cada um dedicado a um determinado cenário. Entre esses territórios ou “bairros temáticos” (vou chamar assim) cada um com uma espécie de cenário adaptado, havia uma espécie de ponto para pesquisa: uma grande cabine com uma tela que respondia ao toque da mão na qual a pessoa poderia escolher qual parque (bairro temático) gostaria de ir. No local que eu estava infiltrado com um grande grupo de umas cem pessoas (me fazendo de mais um alienado da manada) observei que naquele ponto era possível escolher entre o “bairro” do Predador, outro do Alien, outro com cenas de desastres aéreos, tudo ao gosto do “cliente” que ao ser imerso naquelas experiências hiper realistas, doaria seu ectoplasma, seja pela vibração de medo que produziria ao vivenciar uma experiência realista com “muita adrenalina” ou por encontrar o ídolo ou ator famoso de que era fã (quando na verdade era um ser artificial criado exatamente para sugar ectoplasma).

Aproveitei para visitar os três “lugares”. O cenário dos desastres aéreos era hiper realista, pois havia prédio com mais de 30 andares nos quais aviões queimados ou em formato de fuselagem estavam ali “cravados” de forma muito realista, inclusive havia uma cópia perfeita das torres gêmeas em chamas com o avião em processo de explosão contínua (como um holograma realista) adentrando uma das torres, tudo em proporções reais gigantescas e transmitindo grande vivacidade nos sons e no ambiente. Observava o espanto das pessoas com um misto de prazer mórbido vendo aquelas cenas, enquanto uma pequena nuvem acinzentada era exsudada daquelas pessoas e vampirizada pelos “guias turísticos” do lugar. De repente a experiência ficava ainda mais realista quando explosões eram simuladas, prédios vinham abaixo e as pessoas tinham a sensação de cair a mais de 30, 50 metros, o que para muitos acaba resultando na imediata volta ao corpo físico pela tração do cordão de prata, notadamente quando muitas dessas pessoas já não tinham mais ectoplasma para “doar” e eram “chutadas” do lugar.

A visita ao “bairro” com a temática do filme Predador foi a mais hilária (ao menos para mim). Os dois guias turísticos apresentavam uma aparência no mínimo exótica: uma mulher com 1,90 de altura e um homem com não mais do que 1,55. O homem havia tentado plasmar as feições do diretor Quentin Tarantino e vestia um elegante vestido preto colado ao corpo, enquanto a mulher alta vestia terno, calça e gravata e feições asiáticas. Pensei comigo que se a moda no Brasil agora era o transformismo com a ascensão do Pablo Vitar na mídia, certamente as trevas não deixariam de estar antenadas com as últimas tendências. Os dois cicerones umbralinos guiavam o grande grupo por uma larga avenida que lembrava o cenário do segundo filme da série enquanto era possível vislumbrar ao longe (uns 100 metros) uma zona de floresta semelhante ao primeiro filme. Observei vários carros abertos nas calçadas e ruas e enquanto isso o Quentin Tarantino mal plasmado gritou para a turba em inglês enquanto a asiática de terno e gravata fazia o mesmo em espanhol: “Usem os carros para fugir, soltaremos os predadores, o que sobreviver por último ganhará um prêmio!!!!”   

Me segurei para não rir diante daquela cena insólitas: as pessoas saiam correndo tentando pegar um carro, algumas saim rolando pelo chão e tropeçavam nas outras, todos com o olhar vidrado, acreditando sinceramente que estavam dentro de um filme. Para tornar a coisa ainda mais realista ou mórbida, algumas pessoas (certamente kiumbas gozadores) que estavam na janela dos prédios jogavam peixes com 5 a 6 quilos na direção do povão, visando acertar na cabeça ou fazer com que na corrida alguns escorregassem. Aquela zona por si só já havia disparado o pavor em muitas pessoas, iniciando o processo de vampirização do ectoplasma, sendo que um pouco ficaria para a manutenção do lugar e outra parte para as hostes umbralinas que controlavam o lugar.

Eu fingi uma corridinha e diminui o passo quando percebi um homem, com seus 45 anos e aparência muito gorda tentando correr enquanto falava esbaforido (permitindo que eu notasse que era brasileiro):

– Um opala..arf...arf.... tenho que fugir daqui – disse ele enquanto entrava em um opala vermelho

– Cara, você não está percebendo que isso aqui é uma ilusão mental? – questionei observando o olhar perdido do homem como que em profunda hipnose enquanto ele fechava rapidamente a porta do carro e saia “cantando pneu” desesperado

Parei no meio da rua já vazia e obviamente não veio “predador” algum, pois o “efeito” de assustar as pessoas já havia sido realizado e não era necessário gastar ectoplasma com seres artificiais na forma dos predadores que assustassem ainda mais as pessoas. Notei de relance, ao longe, que os dois “guias turísticos” me observavam compreendendo que alguém estava em projeção consciente naqueles domínios trevosos.

Rapidamente todo aquele cenário desapareceu e outro surgiu e eu, ainda lúcido, sabia que quando isso acontecia era porque uma nova tentativa ainda mais intensa de criar ilusões mentais que o projetor pudesse aceitar seria realizada. O cenário havia anoitecido e eu estava ao lado de uma caminhonete e de um homem que urrava de dor com as mãos no rosto. Quando olhei pra ele, a face estava em carne viva, como se em decomposição por um jato de ácido intenso e ele gritava desesperado:
– Um alien me atacou, espirrou acido no meu rosto!!!

Coloquei as mãos sobre o rosto dele, a uma certa distância e olhando nos olhos da pessoa ou ser, disse:

– Isso é uma ilusão que também vai desaparecer

Não sei se era uma pessoa que havia sido vampirizada ou um artificial que colocaram ali para tentar dar “realismo” a história, o que sei é que após irradiar um pouco de magnetismo e de pensamento lúcido direcionado para desfazer a ilusão mental, o corpo da pessoa gradativamente desapareceu e por último seu rosto, que ficou em tons amarelos e uma textura leitosa ao invés do aspecto de carne viva, antes que também desaparecesse. Olhei ao redor e vi um grande prédio com vidros escuros e grandes árvores negras, ressequidas, sem folhas, ao mesmo tempo que uma névoa sinistra tomava conta do lugar e a tradicional gosma dos filmes do Alien era visível tanto nas árvores como na estrutura vítrea do prédio. Consciente de que tudo aquilo era uma ilusão mental, levitei uns três metros e “pousei” em cima de um dos galhos da árvore que estavam mais próximos de uma das janelas. Olhei fixamente para a janela e comecei a chutar com violência enquanto dizia jogando pulsos mentais em alto e bom som: “Vamos ver quem está ai do outro lado controlando isso tudo”

Quando a janela começou a trincar e quebrar,o suficiente para enxergar que do outro lado havia uma central de comando com vários computadores e pessoas trabalhando (leia-se trevosos) consegui enxergar uma mulher branca com uma saia muito elegante acionar um dispositivo de defesa do prédio, emitindo uma espécie de pulso magnético que imediatamente fez o meu cordão de prata tracionar e me “chutar” daquele lugar, enquanto ainda emitia mentalmente pra mim:

– Isso vai ter volta...encarnado abusado.

Ao voltar para o corpo físico ciente de que eles não tentaram algo mais violento por saberem naquele momento que eu estava em missão de espionagem e com as “costas quentes” protegidas por gente poderosa das esferas superiores, eu sorri e pensei alto:

– Pelo menos agora eles fizeram algo mais elaborado do que as teorias nibirutas e de nova era em 2012....mas não adianta, essa vai cair também       


Profecias cumpridas desde 2014 e como adquirir os livros:



15 de dez de 2017

Orixás Regentes em 2018, Conflitos Mundiais, Política no Brasil e Copa do Mundo


Vamos descobrir qual será ou quais serão os orixás regentes de 2018, mas, sobretudo como se calcula ou estuda, com base nos conhecimentos da Umbanda e da Astrologia para chegar a essa conclusão. Primeiramente e o mais importante é que não estudamos qual orixá vai reger o ano, mas sim qual a linha de orixás que vai reger o ano, com base nas famosas 7 linhas que abarcam os orixás e especificamente com base nos estudos de W.W. da Matta e Silva para desenvolver o esquema que será apresentado aqui. 

Existem incontáveis visões e formas de compreender as 7 linhas. Diferentemente do Espiritismo, a Umbanda não possui um "papa" ou um codificador, ou ainda um livro sagrado que compile a essência da Umbanda que seja unanimidade entre todos os umbandistas, isso sem mencionar as claras diferenças ritualísticas entre a Umbanda e o Candomblé que também estuda os orixás..

Dito isso, o esquema que eu apresentei está em consonância com o estudo daquele que é considerado por mim (e pela maioria dos principais umbandistas) como o médium de maior destaque da Umbanda e que trouxe os conhecimentos mais avançados da Umbanda em sua obra: W.W. Matta e Silva. Com todo o respeito a Sarraceni (autor do excelente O Guardião da Meia Noite) e Norberto Peixoto (a quem considero o médium de maior destaque e relevância da Umbanda atualmente) entre outros expoentes, como por exemplo Feraudy ligado à Umbanda Esotérica, acredito que o esquema das 7 linhas trazido por Matta e Silva seja o mais adequado, sobretudo para aqueles que estudam ocultismo e mais ainda para os que possuem conhecimento dos arquétipos da Astrologia.

Sendo assim, o esquema fica com base na obra "A Umbanda de todos nós" (página 89):

1ª Vibração Original ou Linha de Orixalá
2ª Vibração Original ou Linha de Yemanjá
3ª Vibração Original ou Linha de Xangô
4ª Vibração Original ou Linha de Ogum
5ª Vibração Original ou Linha de Oxossi
6ª Vibração Original ou Linha de Yori
7ª Vibração Original ou Linha de Yorimá

É a partir dessa linha que associamos os clássicos arquétipos desses orixás aos arquétipos astrológicos consagrados dos 7 astros, respectivamente segundo a lista: Sol, Lua, Júpiter, Marte, Vênus, Mercúrio e Saturno (Yorimá equivalente a Omulu).

Marte/linha de Ogum - expande a capacidade de enfrentamento práticos das situações, em suma expande a ação, a decisão

Saturno/ linha de Omulu - Obaluaye- expande as restrições, provações, tudo aquilo que foi plantado mal "floresce" mais claramente pela lei do retorno, o karma

Júpiter /linha de Xangô- expande as realizações, mostra os caminhos abertos, tudo aquilo que foi plantado no bem "floresce" mais claramente pela lei do retorno, o karma

Mercúrio/linha de Yori - expande as comunicações e o aprendizado, em suma expande o aprendizado teórico, a indecisão, pois se reflete mentalmente sobre várias direções.

Sol/linha de Oxalá - expande a visão das situações, coloca tudo às claras, potencializa a percepção intelectual, realça situações: a calmaria fica ainda mais visível, assim como o conflito também fica ainda mais claro

Lua/ linha das mães ou linha das águas, popularmente conhecida como linha de Iemanjá (Iemanjá, Nanã, Oxum, Iansã) - expande o sentimento em relação às situações, potencializa a percepção emocional, torna as situações mais suscetíveis ao emocional dos envolvidos

Vênus/linha de Oxóssi - expande a socialização, motiva as trocas intelectuais e emocionais entre as pessoas, uma preocupação maior com as aparências, a sexualidade

Agora que sabemos como as 7 linhas da Umbanda estão associadas aos 7 astros tradicionais da Astrologia (os astros Netuno, Urano e Plutão com longas órbitas em cada signo não são considerados) vamos entender os ciclos maior e menor.

Cada um dos sete astros (e sua respectiva linha de orixá) rege, ciclicamente, um grande ciclo de 36 anos, como se iniciou agora em 2017 com o grande ciclo de Saturno (deixarei um link ao final explicando porque cada grande ciclo tem 36 anos). A cada 252 anos (praticamente o tempo da órbita de Plutão) o grande ciclo de um planeta se repete, por isso que a última vez que tivemos um grande ciclo de Saturno ele aconteceu na época da Revolução Francesa e Americana.

Ao mesmo tempo temos a regência anual do planeta, conhecida como ciclo menor: a cada ano um astro (e sua respectiva linha de orixá) é o regente do ano

Agora que compreendemos como as linhas de orixás estão associadas aos planetas e como estes, segundo a Astrologia, regem os ciclos maiores e menores, vamos entender como é feito o cálculo para descobrir o astro regente do ciclo maior e do ciclo menor e, por conseqüência, a respectiva linha/orixá que vai reger o ciclo maior e o ciclo menor.

Os ciclos maiores são ordenados da seguinte forma: Saturno, Vênus, Júpiter, Mercúrio, Marte, Lua e Sol.

Os ciclos menores são ordenados da seguinte forma: Saturno, Júpiter, Marte, Sol, Vênus, Mercúrio e Lua

Os ciclos maiores estão baseados nos arquétipos da mitologia grega. Se observarmos os dias da semana, cada um deles foi dedicado pelas antigas civilizações à uma divindade (que por sua vezes representa um arquétipo), porém os ciclos maiores seguem uma ordem inversa aos dias da semana:

DIAS DA SEMANA

Domingo – Apolo (Sol)
Segunda – Artemis (Lua)
Terça – Ares (Marte)
Quarta – Hermes (Mercúrio)
Quinta – Zeus (Júpiter)
Sexta – Afrodite (Vênus)
Sábado – Cronos (Saturno)


CICLOS MAIORES DE 36 ANOS

Saturno (2017-2052)
Vênus (2053-2088)
Júpiter (2089-2124)
Mercúrio (1873-1908)
Marte (1909-1944)
Lua (1945-1980)
Sol (1981-2016)


A explicação para essa inversão (ciclos maiores no sentido contrário da ordem dos dias da semana) é que o simbolismo dos ciclos maiores não está ligado aos dias da semana (e suas respectivas divindades arquetípicas), mas sim à própria mitologia das divindades: Cronos ainda jovem castrou com sua foice o seu pai, Urano. A partir dos restos castrados que caíram na água, surgiu Afrodite. Somente depois disso é que Cronos teve o seu filho Zeus, que por sua vez deu origem aos outros deuses: Hermes, Ares, Artemis e Apolo. Ou seja, os ciclos maiores contam a história mitológica dos deuses gregos a partir de Cronos (Saturno) na construção do Monte Olimpo que arquetipicamente representa o sistema solar e na Astrologia o disco zodiacal tendo a Terra como centro no lugar do Sol

Já os ciclos menores respeitam a ordem decrescente, a partir de Saturno, dos astros com maior órbita. Temos, portanto:

Saturno – 29,5 anos
Júpiter – 12 anos
Marte – 2 anos
Sol – 1 ano (movimento aparente em relação à Terra, durante a translação, pois a Terra é o centro do disco zodiacal)
Vênus – 7 meses e meio
Mercúrio – 88 dias
Lua – 29 dias

Os ciclos maiores simbolicamente representam a criação dos deuses mitológicos, arquétipos dos astros e exatamente por isso sua ordem obedece ao surgimento do primeiro entre os 7 astros/divindades/arquétipos conhecidos pela Astrologia no passado. A partir do surgimento dos 7 astros se estabeleceu a primazia daquele com a maior órbita (Saturno) até a menor órbita (Lua) para identificar o fluir dos ciclos menores. Dessa maneira o astro regente do ciclo menor sempre que um grande ciclo de 36 anos se inicia é o mesmo do ciclo maior (exemplo em 2017 que se iniciou o grande ciclo de Saturno e Saturno rege o ciclo menor do ano)

Assim está explicada a tabela abaixo e porque tivemos em 2017 um ano regido duplamente por Saturno



Considerando todo o método mostrado nesse post e exemplificado na tabela identificamos claramente o ano de 2018 regido por Saturno no ciclo maior e por Júpiter no ciclo menor, o que significa que os orixás regentes de 2018 serão Omulu (esse todos os anos até 2052) e Xangô.

Astrologicamente falando essa associação estará ainda mais claramente representada pela passagem de Júpiter ao longo de praticamente todo o 2018 pelo signo de Escorpião além de Saturno junto com Plutão por Capricórnio, intensificando a luta pelo poder, posturas extremas e rígidas (eleições Brasil, conflito na Coréia do Norte, questão de Jerusalém no Oriente Médio). Saturno é o chumbo, Plutão é átomo (plutônio) e Júpiter/Xangô/Zeus representa os raios elétricos vindo do céu, associados a rigidez de Capricórnio e a profundidade de Escorpião. Tudo isso somado a um ano que será regido pelo Arcano A Força (11=2+0+1+8) e no Brasil O Diabo (até setembro) e depois a partir de setembro A Torre.

Espero trazer notícias melhores quando trouxer as previsões de 2018, mas a princípio essas posições com muita força e profundidade prenuncia que teremos um ano, a nível mundial, ainda mais conflituoso do que foi 2017. Não a toa o ariano Bolsonaro (Marte no passado antes de Plutão regia também Escorpião) e o escorpiano Lula serão os principais personagens de 2018 e não a toa a escolha dos tucanos foi pelo também escorpiano Alckmin e não a toa o principal herdeiro dos votos do nove dedos será o também escorpiano Ciro Gomes. Como Júpiter será o regente de 2018 e naturalmente rege Sagitário, além de passar boa parte do ano de 2018 em Escorpião, esses serão os dois principais signos impactados.  

Um exemplo que gosto de mostrar quando temos muitas posições fortes, violentas ou combativas no céu, como as que teremos no Brasil e no mundo em 2018 é o exemplo do sismo de Valdívia em 1960, considerado até hoje o maior terremoto da história que gerou um enorme tsunami. Aquele foi um ano regido por Saturno e com Saturno em Capricórnio, sendo que naquele dia Marte estava em Áries, o Sol cravado sobre Algol fazendo uma quadratura com Plutão em Virgem, além de Urano estar em Leão e junto a tudo isso Júpiter em movimento retrógrado e em falência em Capricórnio, muita tensão unindo terra e fogo, placas tectônicas e magma, dando origem ao maior sismo da história.

Mas nem tudo é desgraça: uma das faces de Júpiter/Xangô/Zeus é congregar várias pessoas ao redor de si, o intercâmbio com outras culturas, as viagens (do céu a Terra, do Olimpo aos homens) ainda que com um alto grau de competitividade e busca por superioridade, o que está representado pela Copa do Mundo, levando o Ocidente ao Oriente nas terras daquele que é o homem mais rico (fortuna de 200 bilhões) e poderoso do mundo: A Rússia de Putin (que além de sagitariano tem, assim como Lula, seu Plutão cravado no Meio Céu no signo de Leão)   

Aliás sobre Lula e Putin vale ressaltar: o pior período do ano para o nove dedos será entre 26 de junho e 10 de julho, período que Marte (antigo regente de Escorpião) estará retrógrado e que Júpiter estará retrógrado também em Escorpião e fazendo uma quadratura com Plutão e o meio céu do nove dedos em Leão, ou seja, mesmo que ele seja preso e solto por algum tempo em janeiro, nesse período não vai ter escapatória, ele estará definitivamente afastado da corrida presidencial e preso.

Já para Putin esse trânsito de Júpiter e Marte de 26 de junho a 10 de julho deve ser o período mais sensível e perigoso para um ataque terrorista em solo russo, especialmente no metrô, nesse período que coincidirá com a Copa do Mundo

Recentemente os anos regidos por Júpiter/Xangô têm prenunciado anos ainda mais conflituosos (que são regidos por Marte/Ogum). Em 2000 Júpiter foi o regente e no ano seguinte ocorreu o 11 de setembro, 2007 novamente foi regido por Júpiter e no seguinte ocorreu o grande crash de 2008, em 2014 Júpiter novamente foi o regente e no seguinte tivemos os mais terríveis ataques do isis

Curiosamente no futebol, a maioria dos 5 títulos do Brasil foram obtidos em anos regidos por Marte (2) e Sol (2) além de um ano regido por Mercúrio. Após a segunda guerra, as Copas do Mundo regidas por Júpiter foram 1954 (Alemanha venceu de forma surpreendente a Hungria na final após ter tomado um 8 a 3 dos húngaros de Puskas na fase de grupos), 1986 (novamente os alemães na final, mas dessa vez havia um Maradona no meio do caminho) e 2014 (novamente hermanos e alemães na final). Pelo chaveamento Argentina e Alemanha se encontrarão na semifinal e se minhas visões estiverem corretas e considerando o histórico das Copas em Júpiter é Argentina na final (contra o Brasil)


Porque o grande ciclo astrológico tem 36 anos:


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