23 de nov de 2010

A Transição Planetária e os Espíritos Missionários (Parte I)



A Era de Regeneração, substituindo a Era de Expiação e Provas, começa a se aproximar, à medida que o Exílio Planetário se intensifica, trazendo as mudanças que são comuns a esse período de transição.

A Era de Expiação e provas é como uma casa, saturada de poeira, sujeira, moveis caindo aos pedaços, com animais pestilentos se proliferando por todos os cantos. E nessa moradia em estado deplorável, encontram-se vários moradores, superlotando a casa e causando balburdia e fazendo cada vez mais sujeira. Se inicia então o período de Transição, quando batem a porta da casa algumas pessoas, desejosas por colaborar na limpeza, na reconstrução de alguns moveis e na reeducação dos moradores daquela casa, até então entregue a sujeira e ao caos. Esses novos moradores são enviados pelo governo, que temeroso com a situação da casa estabelece novas normas para que os moradores permaneçam naquela casa: precisarão cuidar da própria higiene e também colaborar com o reerguimento da moradia. Muitos infelizmente não se adaptam e precisam então ser encaminhados para outras casas, na verdade para ajudar na construção de novas casas, vivendo também num ambiente empoeirado e caótico, mas com o objetivo de fazer com que uma nova casa surja.

A Terra hoje em dia vive exatamente o período de Transição: novos moradores estão chegando para ajudar e motivar os que já habitam a casa a realizarem a limpeza, a “higiene moral” de si mesmos bem como a higiene dos sistemas que estão em vigor na moradia.

Quando se inicia esse processo de limpeza, é natural que a poeira levante, que o lixo se acumule por algum tempo em alguns pontos até que seja jogado em blocos para fora da casa, que ocorra mais barulho pela atividade de limpeza na casa e que o esforço na limpeza traga suor, cansaço para os moradores, assim como sujeiras escondidas em cantos sempre cobertos venham a tona, bem como fiquem visíveis as estruturas e moveis da casa que precisam de reparo, um reparo muitas vezes demorado e cansativo.

Os novos moradores da Terra, ou seja, aqueles espíritos que vem reencarnando nas últimas 3 décadas podem ser divididos de forma sintetizada em 3 grupos:

Espíritos em encarnações provacionais, nas chamadas “encarnações chave”. São os trabalhadores da ultima hora descritos na parábola de Jesus, muitos só começaram a trabalhar pelo ideal do cristo nessa ultima oportunidade, mas receberão o mesmo salário dos trabalhadores do cristo que já estão na labuta a várias encarnações e esse salário é a Terra Regenerada. Esses espíritos têm a sua ultima chance de permanecer na Terra, assumiram compromissos antes de reencarnar assim como muitos egípcios assumiram quando reencarnaram na época de Akhenaton. Segundo análises da Alta Espiritualidade, infelizmente aproximadamente 2 terços desses espíritos irão falhar em sua ultima oportunidade.

Índigos. São espíritos que começaram a encarnar pelos idos de 1980, apresentam grande conhecimento intelectual e inato da espiritualidade, bem como um desejo de mudança e modificação das estruturas que julgam arcaicas, são o que os especialistas definem como geração Y (80 em diante) e os mais modernos da geração X (final dos anos 70). Em sua grande maioria apresentam bagagem moral para permanecer na Terra após a época de transição. A missão deles é ajudar nesse processo de renovação, quebra de velhas idéias e estruturas e motivar os espíritos em encarnação provacional chave a conseguirem se salvar do exílio. As provações pelas quais os índigos necessitam passar são na sua grande maioria mais brandas do que a dos espíritos em encarnação provacional chave.

Missionários. Número bem reduzido de espíritos que começaram a encarnar entre os anos 90 e 2000 e muitos ainda estão em processo de nascimento na Terra. São conhecidas por alguns como crianças cristal ou jovens cristal. O que os diferencia dos índigos é a moral, extremamente superior, espíritos livres de provação, vem para ensinar e dar o exemplo de nobres conceitos de vida nos mais diversos campos da existência humana.

Tanto os índigos como os missionários serão figuras de grande importância nesse processo de transição, que segundo nos esclarecem alguns médiuns famosos já estará no fim lá por meados de 2050. Divaldo Franco, através de Joana de Angelis nos esclarece que pelos idos de 2052 já será possível vislumbrar a Terra em processo de regeneração, período que Chico Xavier, através de Emmanuel no livro “Plantão de Respostas, segundo volume” aponta para 2057. Ou seja, entre 2052-2057 poderemos já vislumbrar a casa praticamente limpa e reformada, com seus moradores mais “higienizados mentalmente”, apesar da exaustão que estejam sentindo pela grande limpeza e mudança realizada.

O período de 2052 até os idos da década de 70 do terceiro milênio será o processo de ajustes finais e encerramento do processo do exílio planetário, período esse que a Era de Regeneração já será sentida de forma bem mais visível pelos moradores da Terra após a “grande faxina” do período de transição.

Dentre esses espíritos missionários, iremos conhecer hoje a história de 3 deles, algumas de suas encarnações pregressas, muitas delas inclusive já relatadas por outros médiuns, bem como algumas novidades sobre esses espíritos.

JOÃO BATISTA



O primeiro deles é João Batista, informação que foi trazida pelo espírito do medico Adolph Fritz em mais de uma ocasião nas reuniões que participei no final dos anos 80 e toda a década de 90. Já nos 90 o Dr Fritz trouxe algumas informações que só hoje estão sendo publicas nos livros espiritualistas, como por exemplo o pré exílio no lado obscuro da Lua . Segundo informações dele, João teria hoje aproximadamente 20 anos, nasceu numa família pobre do interior de Minas Gerais e veio com a missão de realizar grandes mudanças sociais e de modernização da estrutura da Igreja Católica no Brasil, auxiliando a missão de um outro espírito missionário, Gabriel, no processo de união entre católicos e espíritas, visando resgatar o Cristianismo Primitivo no seio da Igreja Romana, missão essa que terá também o apoio de perto de um outro missionário, Emmanuel . Todos esses três espíritos vem com a missão principal de colaborar nesse processo de união entre católicos e espíritas, com o objetivo de auxiliar no despertar de inúmeros espíritos encarnados, muitos deles conhecidos como “católicos não praticantes” mas que simpatizam com a obra de Chico Xavier e que também acreditam na reencarnação.

João Batista vem para ser um grande detonador psíquico das massas, exatamente como foi na época de Jesus. Pouco antes do inicio da missão messiânica de Jesus, João realizava o batismo do arrependimento ou batismo das águas no rio Jordão, próximo ao templo essênio de Qumran, do qual fazia parte. Era visto pela população como o messias esperado, o Elias reencarnado, o rei Melkisedeque (supremo sacerdote essênio). Ele era realmente Elias reencarnado, aquele que prepararia o caminho para o messias, o rei Melkiseque, que eram as atribuições do seu primo Jesus. João batizava, pregava nas imediações de Qumran e a noite, em desdobramento astral continuava o processo de despertar daqueles que eram batizados por ele, um verdadeiro mago, mago regenerado que durante o batismo nas águas fazia com que todos os batizados naqueles poucos segundos em baixo dagua se desdobrassem conscientemente e vissem com os próprios olhos da alma a realidade do plano espiritual. Muitos judeus pobres (ebionitas) foram despertados pelas mãos e pelo magnetismo de João, preparando o caminho para a vinda do Messias.

João Batista veio preparar aqueles espíritos ali encarnados para que eles recebessem a mensagem de Jesus, essa era a função do seu batismo do arrependimento. Durante o batismo nas águas, João abria a visão espiritual dos batizados, permitindo que eles enxergassem momentaneamente o plano espiritual e naquele momento descarregava grande quantidade de energia através do chacra superior da cabeça (o coroa), para que aqueles espíritos relembrassem do compromisso que assumiram antes de reencarnar ali, que era de receber o Messias e ajuda-lo na divulgação da lei de amor.

João Batista não foi apenas a reencarnação do profeta Elias, mas também a reencarnação de Moises. O fenômeno presenciado no Monte Tabor pelos apóstolos ficou conhecido na doutrina espírita como ubiquidade. Por isso também que Jesus disse que a lei mosaica foi até João Batista, mas que da lei divina dos 10 mandamentos não seria tirado um til sequer. Elias (Moises) foi o profeta do Deus único, defensor ferrenho do monoteísmo quando Israel degradava novamente para o politeísmo. Caberia novamente a Moises preparar o caminho de Jesus, na personalidade de João Batista.



“A lei (mosaica, as mais de 600 leis legislativas) e os profetas duraram até João. Desde então é anunciado o Reino de Deus, e cada um faz violência para aí entrar. Mais facilmente, porém, passará o céu e a terra do que se perderá uma só letra da lei” (divina, dez mandamentos, lei do espírito descrita por Paulo) (Lucas 16:16-17)

João Batista disse que veio preparar o caminho de Jesus, na verdade essa preparação veio desde a época da sua encarnação como Moises quando implantou o monoteísmo no povo hebreu.

Na encarnação seguinte vem como Elias, que significa em hebraico “ O Senhor é meu Deus” , foi o profeta que mais combateu o sincretismo religioso dentro do povo hebreu pra manter firme a chama do monoteísmo no povo hebreu, já que na época o rei de Israel chamado Acabe se submeteu a vontade da sua esposa fenícia Jezabel e se submeteu ao culto do Deus pagão Baal e a ao culto a outros deuses, já que sua esposa era politeísta (o casamento de ambos visava fortalecer politicamente a região e o rei israelense) . Elias demonstra a força férrea de Moises ao matar com a espada os sacerdotes de Baal e a enviar uma violenta praga, assim como fez nos tempos em que era Moises. Moises foi um dos maiores mestres e ao mesmo tempo um guerreiro, foi sua vontade férrea e seu poder magnetizador que manteve unido o povo hebreu nas décadas de peregrinação no exército, essa personalidade é refletida nas leis mosaicas ou legislativas que ele usou para manter a ordem junto ao povo hebreu.

Elias organizou a resistência à implantação do politeísmo nas terras de Israel, liderando outros profetas monoteístas no Monte Carmelo (no mesmo local onde foi construído o mosteiro dos essênios onde Jesus realizou seus primeiros estudos, pois a comunidade dos essênios existia desde os tempos de Moisés, sempre composta pelos hebreus mais graduados e seguidores de forma reta das leis divinas, comunidade que depois se expandiu com a vinda dos terapeutas, um grupo de seguidores de Buda que em 300 Ac chegou a região e se uniu a comunidade dos essênios) Toda a história da resistência de Elias e sua defesa incondicional ao monoteísmo esta relatada nos livros de Reis I e II que estão no VT bíblico. Ao desafiar os sacerdotes de Baal no sudeste do monte Carmelo, Elias faz descer fogo do céu e incendeia o altar onde estavam as oferendas a Deus, feito que os sacerdotes de Baal não conseguiram realizar, sendo por isso degolados junto com suas estátuas. Por isso que séculos depois Elias retorna exatamente nas proximidades do Monte Carmelo como João Batista e fala que Jesus viria para batizar no Espírito e em fogo, numa clara alusão ao poder de Deus em atuar sobre a vida humana.

Encarnações de João Batista:

Encarna como Atlas, líder do povo vermelho da Atlântida (9.625 Ac)

Encarna como o faraó Menés e unifica o alto e baixo Egito (3.140 mil Ac)

Encarna como Moisés e implanta o monoteísmo no povo hebreu (1328 Ac)

Encarna como Elias e luta pela manutenção do monoteísmo ( 900 Ac)

Encarna como Espártaco, escravo romano, nasce em 120 A.c que luta pela libertação dos escravos romanos e luta para aniquilar o corrupto governo Romano, morrendo perto de (73 Ac)

Encarna como João Batista em época próxima do nascimento de Jesus (3 A.c), vivendo com ele junto a comunidade dos essênios preparando o povo da região de Israel através do seu batismo, para a recepção ao Mestre, que retornava do Egito apos longa peregrinação.

Por fim, Moisés retorna como Maomé no ano de 570, para unificar várias tribos árabes, o que permitiu as conquistas árabes daquilo que viria a ser um império islâmico que se estendeu da Pérsia até à Península Ibérica. Detalhe interessante é que nessa encarnação Maomé desencarna exatamente como Elias. Elias é arrebatado em espírito aos céus numa carruagem com cavalos. Maomé é arrebatado aos céus montado na égua Al Borak, no exato local onde está hoje erguido o Domo da Rocha.

“Continuando o seu caminho, entretidos a conversar, eis que de repente uma carruagem de fogo com cavalos de fogo os separou um do outro, e Elias subiu ao céu num turbilhão” (2 Reis 2:11)


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9 comentários:

Anônimo disse...

e continuando....
depois de vir como Maomé
volta como Roustaing, nos dias de Kadec, com o qual correspondeu-se.
Kardec recomendou em sua Revista Espirita a leitura da obra: os quatro evangelhos.
Eny

Raymundo Mazzei disse...

Há controvérsias. Dr. Fritz pode ter-se enganado quanto à reencarnação atual de João Batista. Eu o conheço e está com 59 anos.

José Alencastro disse...

Dr Fritz nao se enganou. Infelizmente o que mais tem por ai é gente achando que foi faraó tal, que foi Kardec, que foi apostolo tal, que se comunica com ETs evoluidos. Infelizmente essas pessoas acabam se tornando presas faceis da propria imaginaçao, inclusive a grande maioria que acha que tem condiçoes de enxergar encarnaçoes passadas no akasha nao tem essa condiçao, vendo coisas da propria imaginaçao e nao dos anais akashicos.

R.L.G.M. disse...

Maravilhosa introdução!
Indepedente da causa que estamos aqui(seja por ser nossa ultima chance,seja por ser indigo ou por missão)o que é importa é que estamos todos juntos para limpar a casa!Então de agora em diante não vou mais relutar!Indepedente de tudo,primeiro vou pegar a vassoura e ajudar a limpar a casa!Muito Obrigado pelo esclarecimento!

Cristian Andrich disse...

e a transfiguraçao em que aparece elias e moises como figuras diferentes?

José Alencastro disse...

É o fenômeno da ubiquidade, Cristian. Está descrito no item 92 do Livro dos Espiritos.

Abrahão Ribeiro disse...


JOÃO BATISTA A REENCARNAÇÃO FÍSICA DE ELIAS



As cinco provas bíblicas que confirmam a REENCARNAÇÃO do profeta Elias


1) Na profecia escrita pelo profeta Malaquias 4. 5 – eis que eu vos envio o profeta Elias, antes que venha o grandioso dia do Senhor (Antigo Testamento bíblico há 400 anos antes do Cristo);


2) Na palavra do anjo Gabriel ao Sacerdote Zacarias, em aparição espiritual no Templo de Jerusalém, quando anunciou a gravidez da mulher de Zacarias: " a tua oração foi ouvida, tua mulher dará a luz um filho e lhe porás o nome de JOÃO; porque será grande diante do Senhor, cheio de Espírito santificado desde o VENTRE materno, e converterá muitos filhos de Israel ao Senhor seu Deus, e irá adiante dele no ESPÍRITO E VIRTUDE DE ELIAS" (evangelho de Lucas 1. 5 - 19)

3) NA PALAVRA DE JESUS quando deu um bom testemunho da missão de João Batista, chegando a engrandecer o nível intelectual de João, na época: “dos nascidos de mulher não apareceu ninguém maior que João”; depois Jesus revela confirmando a profecia de Malaquias 4. 5-6, do Antigo Testamento bíblico prevista há 400 anos passados: “Porque é este de quem está escrito. Eis que diante da tua face envio o meu mensageiro, que preparará diante de ti o teu caminho” – Evangelho de Mateus 11. 10

4) Na palavra de Jesus ao reafirmar a profecia: “E, se quereis dar crédito, é este o ELIAS que havia de vir” (Mateus 11. 14), vide profecia de Malaquias 4. 5 “Eis que vos envio o profeta Elias”


5) Na palavra de Jesus no Monte Tabor, após a transfiguração: “Mas digo-vos que Elias já retornou e não o reconheceram... ENTÂO OS DISCÍPULOS ENTENDERAM QUE JESUS LHES FALARA DE JOÃO BATISTA (Mateus 17. 13)

Estas são expressões da verdade bíblica que testificam a volta do profeta Elias ao plano físico terrestre em nova reencarnação nos fluidos da vida humana, fato este que se confirmou na pessoa humana de João Batista.

Aliás, essa história do profeta Elias foi toda truncada pelas mãos dos doutores bíblicos nas reformas religiosas que a Bíblia sofreu durante os séculos exatamente para dificultar o sentido da imortalidade, da preexistência, e da reencarnação que este grandioso ser foi submetido pela Providencia Divina a fim de servir de exemplo para humanidade.

VOZ Q CLAMA

http://vozqclamabr.blogspot.com.br/2013/12/joao-batista-reencarnacao-fisica-de.html

José Alencastro disse...

Inclusive Abrahão, a propria morte de JB condiz com um resgate kármico de ações que ele praticou quando encarnado como Elias. O sacerdote do Deus Unico degolou 400 sacerdotes de Baal e quando retornou como JB desencarnou justamente degolado, sentindo os efeitos da ação que causou aos 400 sacerdotes. Somando todas essas informações é fácil compreender que Elias e JB eram, realmente, o mesmo espírito, encarnado em épocas diferentes, em corpos fisicos diferentes, mas sem dúvida o mesmo espírito. Abraço

Abrahão Ribeiro disse...



E assim, nessa nova existência Elias resgata como João Batista o carma contraído em vidas passadas, sofrendo por sua vez a mesma penalidade que infligira ao próximo - a decapitação, diante do tribunal de Herodes e Herodias, na região antiga da Judéia (Mateus 14. 1 a 12).

Advertência de Jesus sobre o carma evolutivo: “Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos” Apocalipse 13. 10

http://vozqclamabr.blogspot.com.br/2013/11/o-profeta-elias-e-trasladado-para-outra.html