19 de abr de 2012

Experiencias com Desdobramento (Parte 5 / Final) - A Vida após a morte

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Parte IV: AQUI

Pra fechar essa série de textos relatando experiências em desdobramento astral, vou contar uma maravilhosa experiência que eu pude vivenciar. Meu pai foi um dos médiuns mais atuantes do Dr. Fritz, incorporando esse espírito por aproximadamente 30 anos. Segundo relatos do próprio Dr. Fritz, nas mais de 500 reuniões semanais que pude presenciar e que ocorriam todas as sextas na casa onde eu morava, sua equipe conta com mais de 400 médicos e pertence a uma fraternidade presidida pelo espírito de Frei Fabiano de Cristo. Dentro dessa fraternidade existem outras equipes, não apenas equipes médicas, mas também uma equipe de guardiões liderada por dois pretos velhos: Tio Elias e Pai Jeremias. Essa equipe chamada pelo Dr. Fritz de “tropa de choque” é a responsável pela segurança das reuniões no astral, pois todos esses encontros são muito visados por milícias umbralinas que não tem interesse na execução deste trabalho de ajuda ao próximo.


preto velho, pai velho, negro na umbanda, caboclo, espírito de luz

Essa fraternidade espiritual tem o nome de Fraternidade do Sol e da Lua, segundo informações trazidas pelos espíritos amigos nas reuniões do Dr. Fritz. Essa fraternidade inclusive é relatada de forma velada no livro “O Caminho dos Essênios”.

Ela congrega espíritos que desde a época da Atlântida trabalharam pela disseminação de conhecimentos sobre o intercambio mediúnico, espiritualidade e busca da paz entre os diferentes grupos, tribos e famílias, sobretudo na região da Ásia e do Oriente Médio, sendo que nos últimos séculos tem trabalhado mais ativamente na Europa e na America, seguindo o movimento de divulgação do Espiritismo e intercambio de informações que começou a ser mais acelerado, com a vinda das obras de Ramatís, espírito que também faz parte dessa fraternidade.

E porque esse nome? Pois ela representa a dualidade do Universo, do que está além da Terra (por isso Sol e Lua), emoção e razão, masculino e feminino, fim e recomeço. Essa fraternidade iniciou-se com as sacerdotisas dos povos vermelho e branco da Atlântida, numa época bem anterior a vinda dos exilados de Capela e do afundamento da Atlântida.

sacerdotiza atlante povo vermelho, sol e lua, cigana da luz

Essa fraternidade inclusive colaborou na construção da Esfinge antes do afundamento da grande Poseidônis. As sacerdotisas do povo vermelho eram conhecidas como as do Sol, realizavam normalmente suas cerimônias ao amanhecer, nos primeiros raios de luz da manhã enquanto as sacerdotisas (também conhecidas como magas da luz) do povo branco realizavam suas cerimônias ao entardecer, quando o céu da Atlântida começava a ficar violeta. Estes eram os horários ou períodos destinados as cerimônias magísticas voltadas para o bem, o autoconhecimento e crescimento moral, somente com a vida dos rebeldes exilados que começaram a encarnar entre os atlantes é que essas cerimônias começaram a ser profanadas, com matança de animais, banhos de sangue, "cerimônias" que em verdade eram verdadeiras orgias e sempre se iniciando no auge da noite, à meia noite para canalizar ainda mais energia negativa. Nessa época, já próxima ao afundamento final da Atlântida, as sacerdotisas que realizavam essas cerimônias de magia negra eram conhecidas como as da Lua Negra ou Lilith, usavam como vestimenta tradicional um manto escarlate e sobre os chacras terceiro olho e da nuca pintavam com sangue símbolos magísticos para que conseguissem potencializar ainda mais suas experiências no astral inferior durante as cerimônias da meia noite.

Já os símbolos do Sol e da Lua utilizados pelos magos e magas da luz percorreram várias nações após o fim da Atlântida como o símbolo da Divindade, mas para os iniciados e pertencentes a fraternidade, era também um símbolo daqueles que conheciam e entendiam a busca pela espiritualidade através do Deus único.

Foi assim com Akhenaton, simbolizando Deus como um Sol, da mesma forma com o povo hebreu simbolizando na estrela de Davi (o Sol é uma estrela) a Divindade e da mesma forma no Islã a Lua simbolizando a Divindade. A grande maioria dos essênios, desde os sacerdotes (primeiro grau da hierarquia), os terapeutas (segundo grau da hierarquia), os zeladores/guardiões (terceiro grau da hierarquia) eram de espíritos pertencentes a essa fraternidade, umas das muitas que trabalhou e trabalha pela disseminação do conhecimento da espiritualidade e da reforma moral ao longo desses vários milênios.

A experiência astral que tive ocorreu justamente 13 meses após o desencarne do meu pai.

Havia aproximadamente um ano que ele desencarnara e então, após dormir, fui levado a um apartamento no plano astral, muito semelhante a um dos apartamentos que vivi durante a minha infância e onde presenciei as primeiras reuniões com o Dr. Fritz, isso com 6 pra 7 anos de idade. Esse apartamento possuía um comprido corredor que terminava na sala principal, onde ficava a porta de entrada do apartamento.

Estava lá, desdobrado conscientemente nesse corredor, mas havia uma espécie de barreira mental entre o final desse corredor e a sala, do que então apareceu uma jovem senhora, de cabelos até o ombro, meio avermelhados, alguém que não conhecia no plano material, mas que transmitia uma energia de tranqüilidade e paz. Algo que busquei treinar sempre desde jovem, foi a prática do “rastreamento”, para identificar vibrações negativas mesmo em espíritos aparentemente bons.

Ela me perguntou se eu estava realmente pronto para o encontro, pois havia pouco tempo que meu pai desencarnara. Falei mentalmente que sim, estava pronto e muito feliz pela oportunidade. Meu pai desencarnou próximo de completar 65 anos, tive então uma grata surpresa: após a barreira mental ser desfeita, segui até a porta e a abri, já sabendo que ele aguardava do outro lado.

Aparentava pouco mais de 40 anos, pleno em saúde. Dei então um longo abraço nele, feliz por vê-lo de forma tão clara e lúcida naquele momento, como ele estava bem. Senti uma troca de energias muito especial e sentia-me muito grato por aquele momento que os espíritos amigos me permitiam.

Após esses breves momentos, em virtude da grande emoção e do tempo que era permitido a mim e a ele para esse reencontro, fui tracionado para o corpo físico, e assim que adentrei o corpo físico me levantei, sentando na cama e vi do lado, na cabeceira da cama já com os olhos físicos abertos, um aparelho eletrônico, que estava no astral, e que mostrava em seu visor diversos caracteres do alfabeto atlante.

Era uma máquina que havia sido especialmente utilizada para proporcionar esse encontro e manter-me pelo tempo suficiente desdobrado conscientemente e também não perder as lembranças do encontro que acabara de ter vivenciado e que já estavam perfeitamente gravadas no meu cérebro físico.

Sabia da existência dessas máquinas, pois nas próprias reuniões com o Dr. Fritz ele havia mencionado o uso desses aparelhos para tratamentos de saúde aos pacientes, mas era a primeira vez que vi, tão claramente com a vidência “aberta” um desses aparelhos modernos utilizados para colaborar em desdobramentos conscientes.

Fiquei muito feliz por esse presente dos amigos da espiritualidade, pois em ocasiões anteriores a esse desdobramento já havia visitado meu pai num hospital do astral e pude ver toda a progressão da sua recuperação após o desencarne. Foi um grande presente e uma grande prova para mim que a vida após a morte longe de ser uma simples crença religiosa, é muito mais, é uma ampla realidade da qual sou testemunha ocular. 




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6 comentários:

Perceptível Oculto disse...

Belo relato! Meu pai tb desencarnou há alguns anos e, só de imaginar eu passando por uma experiencia parecida, me emociono...

Parabens pelo presente!

José Alencastro disse...

Foi realmente muito especial, um verdadeiro presente.

Alexandre T disse...

José, seu pai está numa das "cidades espirituais", no astral superior, certo? Mas há quem desencarne e fique por aqui mesmo, "vagando" por aí, o que seriam os "fantasmas", presos a esse ou àquele lugar, não? Eles estariam no astral intermediário? O astral intermediário seria mais ou menos por aqui onde estamos e teria muita gente desencarnando e vivendo nesse astral intermediário? E o astral inferior seria o "inferno", e só vão para lá os que cometem muitos ou graves pecados, aqueles muito egoístas e/ou muito maus?

José Alencastro disse...

Pergunta muito interessante, vou postar um texto se possível ainda hoje abordando esses temas que você trouxe Alexandre. Abraço

Dinho B. disse...

Olá, José

Sobre EQMs e experiências durante cirurgias:

Em um vídeo no seu canal do youtube, sobre desdobramento, há a 'dica' de acordar durante a madrugada e tentar dormir novamente, para tentar forçar a projeção. Se não me engano, isso faz com que o sono REM se instale rapidamente e a pessoa tenha chances de permanecer consciente após isso.

Não seria isso a acontecer com pessoas que passam por cirurgias e dizem ter vivido uma EQM? Quero dizer, a anestesia pode ter esse efeito de adormecer muito rápido o corpo mas a consciência permanece 'acordada'? Ou seriam as graves 'lesões' ao corpo que facilitariam esse processo?

José Alencastro disse...

Boa pergunta Dinho, eu não tinha parado pra pensar sobre isso, mas é possível que as duas situações ocorram:

A pessoa com a consciencia muita alerta é submetida a um súbito "desligamento" de algumas funções cerebrais e ao mesmo tempo, as incisões da cirurgia podem induzir o afrouxamento dos laços do corpo astral com o físico, ainda que o cerebro perispiritual esteja muito conectado ao físico.

São possibilidades que podem explicar do ponto de vista fisiológico o processo de EQM. Abraço