27 de out de 2015

O Karma Planetário

Terra e o karma planetário


Uma questão interessante que chegou ao grupo de estudo sobre as profecias em 2036:

"Li o artigo publicado por José Alencastro sobre cumprimento de profecias, mais especificamente, com o aumento de eventos naturais, como terremotos, erupções vulcânicas e outros, em regiões como Nepal, México, Indonésia Mas, o que me chamou a atenção, foram as regiões onde esses eventos recentes estão acontecendo. Regiões que aos meus olhos, ignorantes, não estão envolvidos com conflitos extremos. Sabendo que tais eventos são por conta da transição planetária, por que nessas áreas, e não no Oriente Médio, Europa ou EUA?"

A pergunta em si é bem interessante, pois já traz em si a resposta e permite que um tema ainda pouco abordado seja estudado: o Karma Planetário. Como foi mencionado na pergunta, os eventos de ordem natural que vem acontecendo de forma cada vez mais constante e intensa no planeta (vulcanismo, tsunami, furacões, terremotos e severas alterações climáticas) acontecem em virtude do atual momento evolutivo da Terra, a transição planetária.

A transição planetária representa as décadas finais de uma Era de expiação, quando grande número de espíritos com direito a derradeira oportunidade encarnatória antes da separação entre justos e rebeldes (exílio planetário) reencarna no planeta, antes que o planeta deixa de ser de provas e expiações e se torne um mundo Regenerador, quando então somente espíritos sintonizados com a busca sincera pela prática do bem podem reencarnar. 

Nesse período turbulento, grande quantidade de almas em desequilíbrio encarna, gerando não apenas desequilíbrios físicos no planeta, em virtude do excessivo consumismo e materialismo que desequilibra fisicamente o ecossistema planetário, mas também desequilíbrios de ordem mental e emocional, em virtude do baixo padrão vibratório que essas almas encarnadas vibram quase que 24 horas por dia. Tais desequilíbrios contaminam a psicosfera do planeta que  por ser um organismo vivo e energético responde a essa ação com um aumento cada vez maior de depuração energética através de eventos cada vez mais intensos e constantes de ordem climática.

Para compreendermos a noção de Karma Planetário, precisamos compreender o que é o karma. Sempre ou na maioria das vezes que analisamos o karma, fazemos uma análise das pessoas, ou seja, fulano cometeu um delito contra alguém no passado, gerando um karma negativo e normalmente resgata tal ação negativa ao sofrer uma ação delituosa praticada por outra pessoa, ou em alguns casos através de um problema físico, uma doença. Essa é a forma mais comum de estudarmos o karma e que contém maiores explicações nos 3 textos a seguir:




O que muitas vezes esquecemos-nos de analisar com profundidade é a ação planetária sobre os karmas de cada habitante da Terra, essa ação é o que podemos chamar de karma planetário, visto que a palavra karma significa exatamente isso: ação.

Temos a tendência, mesmo aqueles que conhecem a realidade da reencarnação e das leis kármicas, de olhar apenas para a atual encarnação e não compreender, muitas das vezes, porque uma pessoa boa pode sofrer alguma doença grave ou porque crianças já em tenra idade nascem com doenças graves ou desencarnam tão cedo em condições tão terríveis, como por exemplo, as crianças vítimas da fome na África ou em conflitos bélicos no Oriente Médio. 

Esquecemos, com freqüência, que ali com aquela alma existe todo um histórico espiritual anterior à atual encarnação e que a justiça divina não trabalha ao acaso ou considerando apenas a atual encarnação. Mais ainda: fornece provas e expiações não com um objetivo punitivo, mas sim de retificação, muitas vezes pedidas pelo próprio espírito que reencarna, ciente de que se não passar por uma experiência de maior impacto a nível emocional, continuará a repetir os mesmos equívocos por mais 10 ou 20 encarnações. A misericórdia e a justiça divina se equivalem, mas só podemos compreendê-las se considerarmos todos nós como almas imortais, que já passaram por várias encarnações e que temos todo um histórico kármico, muito além da atual encarnação.

Dessa forma, cada espirito reencarna em locais do planeta ou viverá em locais do planeta ao longo da encarnação condizentes com o histórico kármico que ele precisa vivenciar, recebendo do planeta (ou seja, o karma planetário) as condições adequadas às provas que ele pediu ou foi compelido pela expiação a vivenciar. Áreas como Indonésia, Japão e Chile são mais suscetíveis a tsunamis. Outras áreas do planeta são mais suscetíveis a terremotos e furacões, como por exemplo, os Estados Unidos. Em outras áreas nas quais não há tantos fenômenos desse porte temos problemas com clima extremo, como muito frio ou muito calor. Há ainda as zonas de conflito, como há anos no Oriente Médio passando pelos conflitos no Iraque, Afeganistão e Síria.  

O planeta Terra, como mundo de expiação e provas produz através da sua natureza áreas adequadas para as experiências encarnatórias aos espíritos que precisam vivenciar provas e expiações e mesmo nas áreas nas quais não há problemas climáticos mais severos, a coletividade humana trata de criar o campo para as provas e expiações, como por exemplo, nas guerras do oriente médio e na fome na África

Se olharmos a história humana dos últimos 5 mil anos o que encontraremos? Guerras por recursos naturais, invasões pelo mar (piratas), povos que invadiram e povos que foram invadidos, que sofreram com a fome, povos que destruíram cidades inteiras como acontece muitas vezes nos dias de hoje com a ação em apenas um dia de uma enchente. Quantas guerras e destruições o homem já perpetrou em seu passado milenar? Não a toa ou sem motivo o próprio planeta cria as situações de ordem natural para que esses karmas sejam resgatados, pois estamos em um mundo provacional. Ao mesmo tempo tais situações criam também a oportunidade para a prática do bem, da caridade, da fraternidade, com o objetivo de despertar um senso maior de coletividade dentro da humanidade, quando aqueles em melhor situação podem ajudar de forma mais direta, seja com um alimento, com um utensílio ou outro recurso.


A partir do degredo planetário (o exílio de bilhões de almas, a separação do joio e do trigo, o ápice da transição planetária) em 2036, quando a Terra começará seu período de reconstrução para que possamos já sentir a Era de Regeneração pelos idos de 2057, veremos a transformação desse cenário planetário, pois ao evoluir para um mundo no patamar de mundo Regenerador, a Terra não apenas receberá as almas sintonizadas com a Regeneração como também apresentará uma natureza diferente, na qual os desequilíbrios climáticos e intempéries não mais existirão e teremos uma natureza muito menos hostil em relação a que temos atualmente, justamente porque na Era de Regeneração a forma de resgate kármico dos erros cometidos no passado  (karmas negativos) será muito mais pela reforma consciente das atitudes a nível moral e muito menos de provas ou provações, ao contrário da Terra atualmente, onde as provas e expiações são constantes e necessárias ao processo evolutivo dos seus habitantes, muitas das vezes exatamente pela ação do Karma planetário.

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Fórum Profecias 2036:


10 comentários:

joão arthur abreu disse...

olá gosto muito do seu blog.parabéns.minha pergunta é a seguinte:porque nascemos no brasil e qual nossa ligação karmica com essa patria amada.obrigado.

Clívia Nogueira disse...

Esclarecedor como sempre.
Percebi tambem que essas revolucoes climáticas, devem ajudar na limpeza das. Energias psíquicas deletérias que emanamos.

Tayane Franco disse...

E porque reencarnamos no Brasil? Qual ligação karmica com nosso país?

Isa Chessa disse...

Tenho certeza que nosso país será o abraço fraterno para muitos aflitos que virão para cá.Mas ainda tenho curiosidade de como e porque nosso país é tão poupado.Adoro seu blog e parabéns pelo trabalho esclarecedor😉.

José Alencastro disse...

Responderei quinta feira na fanpage essa pergunta João e Tayane. Abraço

Alessandro Silva Gouvea disse...

José. Você ja leu o 'Livro de Urantia'? Ele conta a história do planeta Terra, do que esta na Bíblia e de Jesus Cristo sob uma optica um pouco diferente do que é pregada pelas religiões tradicionais. Não vi neste livro menções esclarecedora sobre a reencarnação. Gostaria de sua opinião. Grato.

Wagner Carneiro disse...

Bom dia e obrigado pela matéria.... Muito interessante e esclarecedora... Somos privilegiados por termos reencarnados na America do Sul... Eu me amo e amo esta vida, apesar de algumas provas e expiações, consigo passar por tudo de cabeça esguida... Beijos e muito obrigado.

Catita Accessories disse...

Boa tarde

José, sou sua fã, e sempre estou lendo seus posts, super interessante !!
Sabe o que eu estou a me perguntar, e gostaria de saber se vc sabe algo sobre a minha pergunta, te agradeço, abraços !!
Vendo novelas e documentários religiosos, mencionando um exemplo forte o MOISÉS, porque Deus não fala com as pessoas como ele falava com Moisés e Aarão ? Não há pessoas aptas para tal ? porque isso não ocorre nos dias de hoje ?

abraços

José Alencastro disse...

Olá Catita

O que acontece é que Moisés não conversava com Deus, mas sim com espíritos superiores que orientavam a sua missão. O povo hebreu era politeista e Moisés era um militar por formação (relato isso no livro A Bíblia no 3º Milênio) que tinha consciencia da necessidade sobre a manutenção da ordem durante todo o período de travessia no deserto, ao mesmo tempo que sabia da dificuldade que seria para um povo acostumado a crença de vários deuses e estátuas na forma de deuses creer em um Deus único. Por isso Moisés criou a imagem antropomorfica de um Deus guerreiro, defensor dos hebreus mas que não tolerava desvios de conduta, uma forma de manter a ordem e a melhor assimilação da doutrina monoteísta.

Sabendo dessa necessidade, todos os fenômenos que Moisés realizava eram originados em uma grande mediunidade e grande suporte da espiritualidade e ele sabia disso, mas para fortalecer a crença no único Deus ele dizia ao povo que eram fenômenos não de espíritos, mas da vontade de Deus.

Muitos profetas se valeram da mesma tática para que as mensagens da espiritualidade superior fossem melhor assimiladas pelos povos. O próprio Jesus, que até hoje é visto no mundo católico e nas doutrinas neopentecostais como um "Deus encarnado" ou ainda visto por alguns médiuns como o próprio Cristo Planetário criador da Terra, era e é tão somente um espírito de avançada moral, o espirito mais evoluido a encarnar na Terra, que se comunicava com os Cristos Planetários e que veio em missão a Terra, jamais poderia ser um Cristo Planetário ou o criador da Terra, pois caso contrário seria impossível, biologicamente falando, o seu encarne entre os homens.

Dessa forma, nem Jesus e o criador da Terra ou um Cristo Planetário e nem Moisés ou qualquer outro profeta falava diretamente com Deus. Tanto Moisés, como Jesus e outros grandes profetas se comunicavam com espíritos superiores (Cristos Planetários) que recebiam orientações ainda mais superiores de almas muito mais próximas de Deus (Cristos Solares, Cristos Galaticos) orientando os avatares encarnados sobre missões e informações necessárias ao processo de evolução dos mundos, tão somente isso. Essa explicação está completa no capítulo 12 do livro A Bíblia no 3º Milenio, capítulo que gratuitamente eu disponibilizo através do email profecias2036@gmail.com

Catita Accessories disse...

muito grata :)