9 de fev de 2012

Experiencias com Desdobramento (Parte 2 de 5) - Explodindo um apartamento no astral

dragão azul, dragão nas nuvens , dragão chinês, dragão zodiacal

Parte I: AQUI 


Ao contrário do que alguns projetores andam dizendo por aí, desmanchar instalações astrais não é tão “mole”, como alguns andam querendo mostrar, talvez para tentar mostrar um poder que não possuem. Histórias de projetores que derrotaram exércitos de magos negros, dragões e milícias, destruindo bases com simples comandos “mágicos” ou usando pulsos magnéticos aparecem todos os dias, em sua maioria são fruto da imaginação desses médiuns desavisados, na maioria das vezes vítimas da própria vaidade e que facilmente tem as próprias memórias do desdobramento astral, apagadas por si próprios, e no lugar criam um “final feliz” segundo o próprio desejo imaginário.

Quem trabalha com Apometria sabe (ou deveria saber) de duas coisas básicas: mesmo uma grande corrente de médiuns pode em muitos casos não dar conta de desmantelar uma base no astral e caso tenha força para fazê-lo, jamais o fará sozinha, será guarnecida por equipes de guardiões no astral. Isso por si só já invalida histórias de médiuns que andam dizendo por ai que sozinhos ou com meia dúzia de “companheiros” desdobrados destruíram exércitos de milícias umbralinas ou bases no astral, derrotando vários magos da escuridão. 

O segundo entendimento básico que todo médium deveria saber é que os encarnados são muito mais vulneráveis do que os desencarnados que atuam nessas milícias, ainda mais em se tratando do território onde agem e conhecem bem no astral. Mesmo um bom projetor encarnado está preso a certos limites e paradigmas do seu cérebro físico que o impedem de atuar 100% no astral mesmo que totalmente lúcido em um desdobramento consciente, algo que não ocorre com magos e membros de milícias umbralinas que por vezes estão vivendo aquelas realidade há séculos. Por esse motivo nenhum projetor ou equipe de projetores executa qualquer missão nessas regiões do astral inferior sem a presença de uma equipe de guardiões comandando a missão.

Volta e meia os guardiões resolvem colocar uma base umbralina abaixo, o problema é que são muitas e exige-se certo planejamento tático para realizar esse tipo de trabalho.

Pude participar a alguns anos de uma dessas missões com vários outros médiuns desdobrados, muitos inclusive em desdobramento inconsciente, ou seja, realizaram o trabalho e ao voltar aos seus corpos físicos não se lembraram do que ocorreu.

Certa noite, vi a mim mesmo, desdobrado conscientemente em um apartamento localizado no astral da orla carioca, não pude identificar ao certo qual era o bairro, se Copacabana ou Ipanema, lá estava ocorrendo uma espécie de recepção, com garçons, champagne e outras bebidas, homens e mulheres vestidos de forma muito elegante e eu ali, no meio daquele pessoal, trajado a caráter para a ocasião.

Logo percebi que conhecia duas pessoas ali, me eram familiares do trabalho no astral e não do mundo dos encarnados. Um deles era um homem com feições orientais, parecia descendente de japoneses e uma mulher, ambos bem discretos e estavam ali , assim como eu, para executar o plano dos guardiões.

De repente ouvi algo ecoando nos meus ouvidos, era uma espécie de “ponto” eletrônico com uma voz que dizia para em poucos segundos detonarmos as bombas naquele local. Assim que terminou de dar o comando, apareceu uma tela mental a minha frente, pra ser mais precisamente um “arquivo mental” mostrando a rota de fuga por uma escadaria, que terminava nos fundos de uma loja, que ficava no primeiro andar daquele prédio onde estava o apartamento. Era uma loja de brinquedos e eletrônicos, utilizada para atrair jovens e adolescentes para o prédio, para serem aliciados e seduzidos pela equipe de “elementos” que dominava aquele lugar. Tudo isso foi colocado pra mim em pouquíssimos segundos, como se meu cérebro tivesse capacidade de processar e visualizar muito mais rápido as informações e realmente era o que acontecia, por se tratar do cérebro astral muito mais “potente” do que o cérebro físico.

Prédio explodindo, explosão em edificio, torre em chamas

Eu, o japonês e a mulher, iniciamos o plano. Aproximei-me discretamente da janela localizada na sala do apartamento e “colei” duas pequenas pastilhas, que eram explosivos na parede que ficava abaixo da janela.

Percebi os outros dois “espiões” fazendo o mesmo em locais estratégicos do apartamento. Nós três já estávamos freqüentando aqueles “domínios” a algumas semanas, fazendo o papel de “alienados” e seduzidos pelas “tentadoras” ofertas dos donos dos lugar, sempre oferecendo benefícios na vida física em troca de alianças escusas com aquela equipe umbralina , equipe essa que patrocinava a tal recepção de luxo no apartamento em que eu e os outros dois espiões nos encontrávamos.

Mulher ninja, mulher com espada, loira samurai, loira com katana


Os explosivos detonariam um minuto depois de acionados.

Logo após colarmos estes nas paredes do local, nos dirigimos discretamente para a cozinha do local para então sair pela porta dos fundos. Algo deu errado e alguém desconfiou do movimento em conjunto de três espíritos indo pra cozinha.

Ao perceber que um dos “seguranças” se aproximava eu me dirigi ao local onde havia colocado as pastilhas de explosivo, desviando a atenção do “segurança” (um membro da milícia que cuidava do lugar, vestido com uma roupa que lembrava um smoking ou algo parecido). No ponto eletrônico a voz me alertou, faltavam dez segundos para ocorrer a explosão. Não tive duvida, o apartamento era próximo ao sétimo andar, resolvi então pular da janela, afinal estava em desdobramento consciente e já dominava com certa facilidade a levitação com o corpo astral.

Logo que toquei os pés no chão fora do prédio, ouvi a explosão colocando todo aquele andar abaixo, enquanto que meus dois companheiros de “espionagem” fugiam pela rota de fuga programada, aproveitando pra deixar outras pastilhas explosivas no caminho, para que então o prédio todo fosse completamente avariado, facilitando o trabalho dos guardiões que viriam em seguida para sepultar aquela construção astral de vez.

Não haveria confronto, pois boa parte da milícia do local havia sido ferida pela explosão (apesar de serem imortais e não “morrerem”, eram passíveis de ferimentos na estrutura astral de seu corpo) e outra parte havia fugido, dessa forma o fator surpresa e a natural desorganização na fuga facilitariam o trabalho da captura dos fugitivos, desmantelando assim mais uma milícia umbralina.        


Parte III : AQUI



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11 comentários:

R.L.G.M. disse...

Muito interessante seu trabalho.
Seu blog me orienta muito,mas eu queria saber se o senhor já se desdobrou à regiões elevadas e, se sim,que tipo de ensinamento ou doutrina aprendeu nestes locais.Desde já agradeço a atenção.

José Alencastro disse...

Pouquissímas vezes, dá pra contar nos dedos e mesmo assim nao foi um desdobramento totalmente consciente. Primeiro pelas atuais condiçoes do planeta que dificultam aos encarnados o acesso a regioes mais elevadas, salvo raros casos de espiritos realmente vigilantes e de sincera boa indole, infelizmente uma raridade nos dias de hoje. Como eu nao me enquadro nessa lista, nao possuindo a pureza moral apesar do conhecimento e da mediunidade, é necessária toda uma organizaçao específica dos espiritos amigos para que eu a maioria dos mediuns encarnados vá ate essas regioes e consiga absorver e entender o que viu de forma satisfatória. Nas poucas vezes que fui a essas regioes foi pra realizar um trabalho especifico de interpretaçao do Apocalipse e numa outra oportunidade numa viagem que fiz a um mundo fora do sistema solar que apresenta vida em uma frequencia equivalente ao astral superior da Terra. Mas é raro e quando acontece é pra um propósito bem específico.

Alexandre T disse...

José, eu acredito totalmente nessa história que vc nos conta e acho que daria um ótimo filme, muito melhor do que MATRIX, que se assemelha, de alguma forma... Mas MATRIX é fantasia e isso que vc nos conta é real!

André Luiz disse...

Ao ler o artigo me identifiquei muito, um ponto muito importante é que vivi na zona sul do Rio de Janeiro por cerca de 20 anos, desde 1980, bem na Praia de Botafogo, lugar onde no plano material tinha ou tem, alguns elementos pitorescos e característicos, entrei diversas vezes em desdobramento quando ainda residia lá, mas pela falta de conhecimento não explorei as possibilidades, isso começou quando ainda tinha cerda de 8 anos de idade, e tomou proporção com a minha adolescência, depois eu me mudei para um bairro afastado e os desdobramentos tornaram-se menos comuns, hoje moro em São Paulo e por certas vezes ainda experimento o fenômeno, hoje de forma muito mais consciente, tenho controle quase que absoluto de funções, coisas que fui aprendendo com o tempo, hoje com 32 anos, tenho uma percepção melhor do ambiente, mas trago lembranças perfeitas de algumas experiencias e conflitos que sofri no tempo que residia em Botafogo no Rio de Janeiro, como por exemplo 3 entidades que eram como guardiões do edifico onde residia, assim como o fato de por cerca de 2 vezes, tomar o elevador do prédio a níveis inferiores ao do piso térreo e me deparar com um ambiente luxuoso e com muitas pessoas, mas de uma certa forma um ambiente estranho ao meu ver. fui colocado por fora certa vez por uma pessoa e fui ferido outra vez, não sei se isso tem relação, tive o braço cortado e tempos depois quebrei o braço no mesmo lugar, de forma semelhante, ainda trago a cicatriz até hoje...

André Luiz disse...

Lembro-me também de alguns encontro com desencarnados, hoje tenho o conhecimento muito mais amplo sobre o assunto, estudei sobre isso e fui buscar o conhecimento.
lembro me de desenvolver técnicas e habilidades incríveis, mas depois de muitos erros, lembro me de que certas vezes ia para um lugar de praia só para treinar, depois de muito tempo, cerca de anos, o que antes parecia sonho, já tinha um aspecto de realidade, quase que como se acordado, as lembranças são claras.
Lembro me de que depois de muito tempo e "treinamento" consigo ainda hoje, sair de lugares pelas janelas, não importa a altura, saltar distancias muito grandes, e mesmo levitar com velocidade reduzida, mas percorrer distancias a pé muito rápido, longas distancias. Lembro de uma ocasião em que fiquei pulando por cima dos carros nas ruas até chegar ao meu destino; Lembro me também de saltar do topo do pão de açúcar direto para a Praia de Botafogo, quem conhece o lugar sabe do que estou falando.
Um ponto que agora me chama a atenção mas que antes não me intrigava tanto, é que, de algum tempo para cá, o que acredito ser desdobramentos, tem acontecido de forma mais rara, mas com objetivos, coisa que antes não era comum, e cerca de 3 semanas me vi com uma equipe de 4 pessoas, em um bosque denso, estávamos com uma especie de farda mas eu orientava a equipe, entramos em uma casa que parecia abandonada e lá estava um trio, uma mulher e 2 homens que mantinham refém outra mulher, que vinha sendo espancada e torturada, na ação um dos homens tenta me emboscar mas eu o dominei, foi quando ele simplesmente sumiu, um da minha equipe foi ferido por uma faca ou arma, não vi, então deixamos explosivos e saímos da casa que ao ser detonada veio abaixo, entretanto, a mulher que lá se encontrava saiu dos escombros com os 2 homens que estavam fracos mas fugiram, a mulher saiu rindo...meus companheiros tentaram atirar mas sem efeito, dali fomos a um tipo de posto, como um posto de combustível, mas lá haviam médicos e outras equipes como a nossa, ao deixar o meu companheiro ferido e a mulher resgatada, entrei em um dilema de pensamentos estranho, até então aquilo me parecia real mas, tudo ficou um pouco destorcido e então acordei muito cansado e nervoso. Passei aquele dia muito cansado, demorei mais de 1 dia para me recuperar, essa foi a minha ultima experiência, desde então nada.

O que acha que poderia ser?
tenho experimentado diversas "missões" como essa, de resgate!

Me achamo André Luiz e Moro hoje em São Paulo.

José Alencastro disse...

Olá André, fico feliz que tenha se identificado com esses relatos que expus no blog e muito satisfeito em saber das suas experiencias, sao relatos muito interessantes e que somam na busca do conhecimento daqueles interessados em saber como isso tudo ocorre no astral. Esse cansaço pode ocorrer mesmo, perda de energia no astral acontece , as vezes em confrontos ou em missoes socorristas, porq o medium em desdobramento doa do ectoplasma. Pode acontecer sim de uma cicatriz no corpo astral, fruto de algum confronto, acabar se manifestando no fisico, é o mesmo processo da descida de toxinas karmicas do corpo astral pro corpo fisico, o corpo astral busca uma forma de expurgar aquela carga, da mesma forma que o corpo fisico busca expurgar um veneno.

Desde meados de 2011 até ontem, quando me desdobrei, venho observando muitas construçoes no centro e na zona sul do Rj, é como se o astral inferior estivesse "subindo" pro intermediario, com intenso maquinario construindo cada vez mais portas do inferior pro intermediario, o processo de depuração será cada vez mais intenso, a medida que os encarnados sintonizam por vontade propria com as trevas, essas portas sao abertas e tudo tem um tempo cada vez menor pra ser depurado , resgatado nessas proximas duas decadas da transiçao, mas ainda em epoca de expiaçao Seja sempre bem vinda André, abraço

MCF SECURITY disse...

Onde está a parte 3 à 5?

José Alencastro disse...

Coloquei agora ao final de cada post o link encaminhando para a parte seguinte. Normalmente quando nao existe esse recurso, o próprio widget "Poderá gostar de" (a série de 3 pequenos quadrados indicando textos do blog) já mostra automaticamente os textos seguintes. Abraço

Angel Montfort disse...

PARTE 1

Eu moro na Chapada Diamantina, esses casos de desdobramento são muito comuns aqui, tem alguns lugares aqui que inclusive o tempo parece passar muito lentamente.

Em uma das minhas experiências, mas estranhas, eu desdobrei, mas a minha face astral ainda continuava pregada ao rosto material e eu continuava flutuando, até que o rosto astral se desprendeu da parte material e eu subir numa velocidade absurda. De repente eu-astral parou num lugar bem diferente do que a eu poderia imaginar. Tudo ao redor em um amontoado de galáxias brilhantes em toda a volta do eu-astral e por todo lado estava cheio disso, era como se eu-astral estivesse parado no cosmos com uma quantidade incomensurável destes tipos cósmicos em volta do eu-astral.

Elas flutuavam também por todas as direções de forma bem veloz, muitas se chocavam e surgiam outras coisas. Certo ponto eu sentir algo bem gelado entrando pela região do meu umbigo, como se estivesse com enviando uma barra de gelo por lá. Eu-astral não conseguia distinguir o que era. Depois disso todas as galáxias que se movimentavam se juntaram todas em um único aglomerado brilhante e um jato brilhante partiu de lá na direção do eu-astral que estava sendo empalado pelo umbigo com algo gelado. Depois tudo mudou rapidamente e eu-astral estava num lugar muito escuro e sem nenhum som aparentemente, como se estivesse preso numa espécie de vácuo.

Algo surgiu da escuridão e era também parte da escuridão, mas eu-astral sabia que algo se adensava ali e se aproxima. Algo gélido novamente entrou pelo o ombro direito na parte da frente e depois pela boca descendo pela garganta adentro congelando tudo. Algo sussurrou algo coisa na escuridão, como se estive repetindo uma coisa em várias idiomas. E isso continuou por um tempo longo. Dai eu-astral percebeu que alguma coisa com emitia um som parecido com aqueles barulhos supersônico (na verdade parecia mais o grito dos Nazgul do LoTR, só que bem em volume extremo).

Todo o corpo do eu-astral vibrava com se fosse uma corda vibrando em intensidade extrema, um dor terrível assolava a cabeça do eu-astral. Mas eu-astral pode perceber que aquela ou aquelas coisas dizia algo como: É inútil, eles não entendem ainda. Eu-astral tentou dizer alguma coisa, mas era como se não tivesse cordas vocais. Eu-astral focou intensamente o pensamento como se estivesse dizendo: Estou entendendo! Estou entendendo! Dai aquelas coisas gélidas que prendiam o ombro e estava dentro da garganta desfez-se eu foi como se eu-astral tivesse soltado um arroto daqueles.

Um buraco luminoso surgiu na escuridão e foi crescendo, crescendo, até ficar do tamanho de uma porta só que redonda. Eu-astral foi violentamente sugado para lá numa velocidade intensa, que parecia que os ouvidos iriam explodir.

Quando eu-astral atravessou esse portal redondo foi como se estivesse entrando em uma panela de água fervente, caindo diretamente sobre o corpo do eu - físico. Tive um sobressalto na cama quando despertei que o meu pé bateu na mesa da escrivaninha e derrubou a monitor do computador do outro lado da cama. Meus pais assustados com o barulho e intensa claridade que vinha do meu quarto (neste período ainda não havíamos forrado a casa). Quanto meu pai tocou na maçaneta metal tomou um choque tremendo e minha mãe começou a gritar achando que era um curto circuito dentro do meu quarto por causa da claridade que neste momento já estava se desfazendo.

Meu irmão caçula saiu do quarto dele correndo deu uma pesada na porta e ela abriu acendeu a luz, pois já estava tudo escuro, ele disse que eu estava em pé e nu no meio do quarto tateando o ar, que os olhos estavam arregalados e virados apenas mostrando a parte branca, meu pai e minha mãe entraram também e me seguraram. Disseram depois que eu estava com muita febre e suava bastante. Levaram-me para o chuveiro e me deram uma boa chuveirada de água fria. Neste momento e eu acordei, estava antes sonhando que tomava banho num dos rios que tem aqui e que a água estava muito fria...

Angel Montfort disse...

PARTE 2

...Eu fiquei envergonhado, dei até um empurram no meu pai, pois ainda estava meio sonolento de sair cambaleando e entrei de baixo da cama. Só depois eu dei conta do que tinha passado. Meus pais ficaram lá gritando comigo, achando que eu tinha usado algum tipo de droga, pois eu tinha saído naquela noite, mas tinha apenas ido fazer um planejamento para um seminário da faculdade, tinha voltado cedo para estudar.

É engraçado lembrar que assim que sair do desdobramento eu cair em um sonho e achava que era a realidade.

Fiquei uns 04 dias com umas sensações estranhas de calafrios e tonturas, vômitos, com sensação de que algo ainda estava entrando pela minha garganta e sufocando, igual quando você faz uma endoscopia.

Depois dessa experiência, volta e meia eu fico com sonolência e se eu não me esforçar eu acabo desdobrando ainda acordado, é como se fosse um desmaio, igual quando você é incorporado no candomblé, por exemplo, eu contei isso para a minha chefa que é do candomblé e ela disse que é bem assim quando os santos dela baixam, parece que ela vai cair no sono repentinamente.

Já tem umas 03 vezes que eu desdobrei ainda acordado, duas vezes no trabalho atendendo uma paciente e outra em casa jantando com alguns amigos o pessoal achara que eu estava tendo um ataque cardíaco ou um ataque de epilepsia.

Fiz vários exames e os especialistas disseram que não há nada de errado e que poderia ser apenas stress, óbvio que eu não contei sobre os desdobramentos. Pois corria o risco deles me mandarem direto para um sanatório. Alegando que eu seria esquizofrênico.

Angel db

Jorge L disse...

Jose, a muitos anos tenho um sonho muito real, que estou numa cidade praiana, e uma serie de tsunamis invadem, e eu corro savando meus filhos e minha esposa, engraçado que a agua nos invade e parecemos nao ter corpo fisico, é ma sensaçao estranha psicologica parece, varias pessoas desesperadas, mas ao mesmo tempo percebo que nao vou me afogar, ai minha luta é para nao perder meus filhos e minha mulher, tentar manter todos juntos e sair de la, conseguimos chegar ate um local seguro, onde encontramos diversas pessoas refugiadas, o sofrimento enorme, acordo cansado, e entristecido, isso pode estar ligado a este texto seu?