29 de dez. de 2025

PREVISÕES JANEIRO 2026 - O ANO DE MARTE SE INICIA

 

Uma série de conjunções com natureza bélica e destrutiva. O período entre 24 e 26 de janeiro será o mais tenso do mês de janeiro, quando estaremos com três fortes conjunções ativadas ao mesmo tempo: uma conjunção tripla envolvendo Marte, Sol e Plutão, uma conjunção envolvendo Urano com Algol e uma conjunção envolvendo Saturno e Netuno em Peixes. 

Sol e Marte conjuntos em Capricórnio - 29 de dezembro até 20 de janeiro. Ao longo de praticamente três semanas teremos Marte e Sol conjuntos em Capricórnio e dentro desse trânsito, entre os dias 07 janeiro a 14 de janeiro Sol e Marte juntos estarão opostos à Júpiter em Câncer. 

Primeiro ponto da conjunção Sol e Marte é que o Sol potencializa o poder bélico e destrutivo de Marte e como envolve o signo de Capricórnio, normalmente esse tipo de combinação eclode em atividades militares intensas, golpes de Estado e ações de força envolvendo poderio bélico de forma acima do normal, elevando a escalada de conflitos já existentes ou em vias de eclodir (os focos principais são Venezuela e Taiwan). Ao longo desses dias é bastante elevada a chance de um pequeno confronto ou início de um conflito com maiores proporções. 

No âmbito dos eventos naturais essa conjunção é ruim para terremotos e especialmente entre os dias 07 a 14 de janeiro em regiões marítimas, pois não apenas Júpiter no elemento água (Câncer) estará tensionado pela oposição com Sol e Marte, como também estaremos com a conjunção Netuno e Saturno em água (Peixes) também ativa. Essa janela de 7 dias é o período mais provável para um grande sismo com tsunami na região da Indonésia como já foi previsto desde setembro. 

A conjunção Sol e Marte também costuma aumentar a quantidade e intensidade de eventos violentos envolvendo regiões montanhosas ou estruturas em regiões montanhosas, especialmente grandes deslizamentos e também costuma demarcar algum evento grande com desabamento de prédio ou grande edificação. 

Sol conjunto com Plutão em Aquário - 21 de janeiro a 26 de janeiro e Marte conjunto com Plutão - 24 de janeiro a 01 de fevereiro. Tanto o Sol, mas sobretudo Marte, potencializa os efeitos profundamente destrutivos de Plutão. É muito provável que ao longo desses dias o arquétipo aquariano ativado por profunda tensão demarque mais um governo caindo no mundo ou, no mínimo, uma grande revolta popular que traga profundos abalos para um governo do mundo. Esse tipo de combinação normalmente demarca morte de político, escândalo gigantesco na política e quebra-quebra na rua por revolta popular como foi, por exemplo, no caso George Floyd. É o tipo de trânsito que fará alguma população do planeta ficar totalmente descrente com o próprio governo. 

Esse trânsito também costuma demarcar problemas amplos com tecnologia, como queda de sites, apagões e blackouts, podendo inclusive ser desencadeado por algum governo, caso ocorra alguma revolta em um regime mais fechado. Casos de sabotagem com energia também costumam acontecer ao longo desses dias. 

Plutão rege as profundezas, especialmente do poder e algum escândalo bem cabeludo com político de grande expressão ou figura relevante dos três poderes deve vir à tona nesses dias aqui no Brasil.  

Já no âmbito natural esse trânsito tende a ser bastante destrutivo, especialmente se entre os dias 07 e 14 não tiver acontecido nenhum tsunami, pior ainda se entre os dias 07 e 14 acontecer uma série de sismos na casa dos 7 graus, o que indica que um maior deve vir entre 24 e 26 de janeiro, pois além de tanta tensão em Plutão (profundezas), estaremos com Saturno e Netuno tensionados em Peixes (água) e Urano conjunto com Algol que costuma eclodir em eventos ainda mais violentos. De uma forma ou de outra acredito que o mundo não escapa de um grande tsunami em janeiro de 2026, seja entre os dias 07 e 14, seja entre os dias 24 e 26.      

Urano em conjunção com Algol – de 22 de janeiro até 17 de fevereiro. Algol está em 26º 32’ de Touro e exatamente por isso a conjunção estará ativa apenas enquanto Urano estiver entre 25º 32’ e 27º 32’ de Touro (conjunção entre astro e estrela fixa é no limite de 1 grau). Acredito que essa posição vai demarcar o início ou eclosão dos primeiros casos relacionados a um surto que eu acredito que começará na Índia e se espalhará como uma epidemia localizada naquela região. Infelizmente a combinação de Urano com Algol somado a uma forte conjunção em Peixes (Saturno e Netuno) costuma eclodir problemas de surtos, doenças e internações em maior volume em hospitais. Há maiores detalhes sobre essa previsão nas previsões para 2026 linkadas ao final deste texto. 

Outro ponto é que devido à natureza bélica de Algol esses dias, especialmente no final de janeiro, devem demarcar uma grande escalada bélica que eu acredito vá envolver a Rússia e a Europa. Ameaças, testes, confrontos em zonas marítimas também devem eclodir no mundo e um problema relevante envolvendo fronteira deve acontecer. Também é um período que praga inesperada em alguma zona rural do mundo deve acontecer.  Urano em Algol também demarca atentados violentos contra figuras de grande poder e normalmente nesse período tentativas de atentado ou realização de atentado costumam acontecer. 

Saturno e Netuno conjuntos em Peixes até 14 de fevereiro – As grandes enxurradas que temos vistos nas últimas semanas no mundo com volumes muito acima da média e com episódios bastante violentos com chuvas e grandes tempestades devem continuar se repetindo. No Brasil os mapas do RJ, MG, SP e RS são os mais suscetíveis e acredito que em algum desses estados teremos um evento com tempestade realmente monumental. 

De forma mais específica Netuno costuma demarcar eventos com muita fumaça e neblina, o que pode estar relacionado a um grande incêndio florestal que espalhe fumaça por extensa região ou ainda a eclosão de uma erupção vulcânica com muitas cinzas, com fumaça escurecendo o dia. 

Previsões cumpridas em dezembro:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2025/12/as-previsoes-cumpridas-em-dezembro.html

Previsões para 2026:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2025/12/as-previsoes-para-o-ano-de-2026.html

AGENDA DE MAPAS PARA O NOVO ANO  

Quem tiver interesse em um estudo mais detalhado através da Astrologia preditiva (previsões) feito através do Mapa Anual (que engloba a análise das oportunidades e dificuldades para os próximos 12 meses) entre em contato no email ou no perfil pessoal do face (que deixarei a seguir) para maiores informações sobre agenda, como funciona o trabalho e valores. 

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25 de dez. de 2025

O NASCIMENTO DE JESUS

 

O textão a seguir explica entre outras coisas toda a simbologia astrológica do "nascimento através da Virgem" (constelação de Virgem simbolizada por uma mulher segurando uma espiga de trigo que representa a estrela Spica), o nascimento em "Belém" (Bethlehem que significa “a casa do pão”, e representa exatamente a espiga de trigo que está na constelação de Virgem), o herói solar sendo concebido na terra entre 21 e 24 de dezembro, os "três reis magos seguindo o herói solar" (as três marias apontando para Sirius nesse período) e todas as fontes históricas e do calendário de festas judaico, inclusive explicando uma questão importante: o Messias veio na Festa dos Tabernáculos e seu retorno ocorre na época da Pessach, ou seja, o ápice dos eventos do Apocalipse não acontece na Festa dos Tabernáculos (entre setembro e outubro) mas sim na Festa da Pessach (por volta de abril), pois as profecias não falam do ápice dos eventos na vinda do Messias e sim no seu retorno. Quinze páginas que detalham historicamente quando aconteceu o nascimento de Jesus. Esse estudo foi publicado em 2015 na obra “Armagedoom 2036” e está acrescido de algumas informações e comentários. 

Neste texto será analisada minuciosamente a data e o local de nascimento do Messias, informação confirmada de forma poética ao longo do capítulo 12 do Apocalipse e completando ao mesmo tempo o estudo realizado sobre o Sermão Profético. 

Jesus nasceu em 21 de setembro de 3 A.C, às 17 horas e 55 minutos em Belém da Galiléia, quando aconteceu uma conjunção de Júpiter com Régulus, deixando o céu naquele dia intensamente luminoso, como se uma nova estrela muito mais brilhante tivesse surgido. 

A primeira informação a ser considerada, segundo os relatos contidos nos Evangelhos é que Jesus viveu sua infância em Nazaré, uma modesta cidade semelhante a um vilarejo que estava localizado na tetrarquia da Galiléia, que abarcava também as cidades de Cafarnaum, Caná e Magdala. Além de viver sua infância em Nazaré, Jesus também era conhecido, durante a sua vida adulta, como "O Galileu". 

Belém da Judéia ficava 100 quilômetros distante de Nazaré, enquanto que Belém da Galiléia ficava apenas 7 quilômetros distante. A vida de Jesus na infância era na Galiléia, não faria o menor sentido Maria, grávida de nove meses, viajar para um local tão distante em cima de um burro. 

Outro ponto a ser considerado é que a conjunção Régulus/Júpiter deveria ser enxergada a oeste no pôr-do-sol, sendo assim ela não poderia ter guiado os reis magos para uma região ao sul de Jerusalém (no caso Belém da Judéia), tal constelação somente poderia servir de guia se os reis magos estivessem indo na direção oposta, ao norte de Jerusalém, exatamente a direção da Galiléia. 

Devemos considerar também o contexto histórico da época. Os judeus aguardavam um Messias libertador, que enfrentasse a opressão dos romanos. No primeiro capítulo do Evangelho de Lucas é relatada a gravidez de Isabel, mãe de João Batista e esposa do sacerdote Zacarias, que recebeu a visita de um anjo no templo anunciando que seu filho seria Elias reencarnado e que prepararia o caminho do Messias. No sexto mês da gravidez de Isabel, Maria que viria a ser a mãe de Jesus, recebeu a visita do anjo Gabriel anunciando que ela estava grávida do Messias. 

Obviamente que essas duas notícias, ainda mais por envolverem dois acontecimentos miraculosos e um sacerdote renomado do Templo rapidamente se espalhariam por Canaã, como também pelos povoados próximos que sofriam a ação de Roma, inclusive chegando aos reis magos que também aguardavam a vinda do Messias, como todos os iniciados daquelas regiões. 

Logo no primeiro capítulo do Evangelho de Lucas é relatado que Zacarias, pai de João Batista, pertencia à ordem sacerdotal de Abias e tanto no livro de Crônicas como no capítulo 16 de Deuteronômio são informados alguns dos serviços que esses sacerdotes cumpriam em virtude das festas judaicas. Com base em tais relatos é possível concluir que Zacarias permaneceu a serviço da ordem até a 10º semana do ano judaico. O primeiro capítulo do Evangelho de Lucas relata que Zacarias retornou para sua casa logo após a conclusão dos serviços na ordem e que em seguida João Batista foi concebido, em junho segundo essa cronologia. 

Ou seja, João Batista nasceu no final de março, exatamente no mês de Nisan durante os festejos da Páscoa, quando os judeus esperam o retorno de Elias, inclusive deixando uma cadeira vazia destinada ao profeta, durante as comemorações em suas casas. 

"Coincidentemente" João Batista, o Elias reencarnado, nasceu exatamente durante os festejos nos quais o profeta é bastante lembrado. O livro de Mateus, capítulo 17, confirma essa informação, ao dizer que João Batista realmente nasceu na Páscoa, pois segundo consta durante a sua concepção, o anjo Gabriel informou que ele, João Batista, viria com a força e o espírito de Elias. 

Ao observarmos uma diferença de seis meses entre o nascimento de João Batista e Jesus e considerando que João Batista nasceu em 14 de Nissan do ano 3 A.C (um 28 de março naquele ano) concluímos que o nascimento de Jesus praticamente 6 meses depois, em 21 de setembro seria aguardado com ampla antecedência pelos reis magos, que poderiam calcular com segurança a época do nascimento do Messias. 

O nascimento de João, profetizado pelo anjo que se manifestou a Zacarias apontando que o seu filho seria o reencarne de Elias, exatamente durante os festejos da Páscoa na qual o profeta Elias é muito lembrado foi um sinal muito claro do cumprimento das palavras do anjo. O outro sinal, que testificava a profecia sobre o nascimento do Messias seis meses depois é de que Maria recebeu o espírito de Jesus no seu útero enquanto ainda era virgem, ou seja, não havia tido relações sexuais com o seu esposo José até então, algo que somente aconteceria depois e assim geraria o corpo físico que o espírito de Jesus, já no útero de Maria, iria se encarnar. 

Por simples cálculos astronômicos os reis magos calcularam que o Messias nasceria exatamente quando o Sol estivesse saindo da constelação de Virgem, confirmando que o rei, o Messias realmente nasceria de uma virgem, um sinal muito claro que foi confirmado quando na época do nascimento de Jesus ocorreu a conjunção entre o planeta Júpiter, conhecido na antiguidade como o planeta da coroação dos reis com a estrela Régulus (alpha Leonis) conhecida como a estrela dos reis. 

Tudo isso aconteceu exatamente após os festejos do ano novo judaico e em plena festa da colheita/ Tabernáculos (Sucot) na qual os judeus celebram a Providência Divina, lembram a busca pela Terra Prometida durante o Êxodo e celebram a colheita dos alimentos, um período totalmente apropriado para o nascimento de um Messias. É importante acrescentar que João afirma claramente em João 1:14 que "o Verbo se fez carne e veio tabernacular com a humanidade", apontando exatamente o nascimento de Jesus durante a festa dos Tabernáculos, que acontece exatamente poucos dias após o ano novo judaico. 

Ao analisarmos o capítulo 12 do Apocalipse que descreve de forma poética o nascimento de Jesus com um conjunto de sinais que se repetirão no ápice da Grande Tribulação, veremos que é descrito uma “mulher vestida de Sol com a Lua aos seus pés” uma descrição clara da constelação de Virgem, onde o Sol está todos os anos apenas na época do ano novo judaico e de forma mais específica aponta que no ano novo judaico que a Lua estivesse aos pés dessa constelação e esse seria o sinal apontando que o Messias estava a caminho. Tanto em 4 de outubro de 2035 como no dia 11 de setembro de 3 A.C esse sinal aparece no céu. Ou seja, Apocalipse capítulo 12 aponta que esse sinal do fim dos tempos foi o mesmo que demarcou a vinda do Messias, que nasceria 10 dias depois, no dia 21 de setembro, durante a festa dos Tabernáculos.  

Abaixo é possível observar as imagens, tanto do dia 11 de setembro de 3 A.C e 04 de outubro de 2035, ambas o dia do ano novo judaico e ambas com a Lua aos pés da constelação de Virgem (observando exatamente como a constelação é vista no céu com a Lua abaixo dos pés). Quem quiser conferir pode baixar o programa Stelarium e conferir em cada dia do ano novo judaico em quantos a Lua ficou abaixo dos pés da constelação de Virgem.

Historicamente e profeticamente falando Jesus necessariamente teria nascido entre 11 de setembro e 21 de setembro de 3 A.C. não existindo qualquer outro ano ou data que estivesse de acordo com as informações históricas e proféticas disponíveis.   

Segundo a escatologia judaica (o estudo sobre os últimos dias e a vinda do Messias) o tempo da vinda do Messias (O Ungido) será exatamente durante a festa dos Tabernáculos/Sucot, pois para o povo judeu o Messias ainda não veio.  

O fato de Jesus ter nascido exatamente na festa dos Tabernáculos/Sucot, comprovado nos parágrafos anteriores, testifica que ele é o Messias aguardado pelos judeus. Sendo assim é um equívoco supor que o auge dos eventos do dia do julgamento acontecerá na época dos Tabernáculos, pois este é o entendimento daqueles que acreditam que o Messias ainda não veio, tanto que no Apocalipse e no Sermão Profético a "vinda do Messias" é tratada como o retorno do Messias e segundo os relatos históricos, Jesus ressuscitou (retornou) na Pessach, a primavera, época da colheita, da ceifa, exatamente a época profética do seu retorno, que aponta o dia do julgamento para a época da Pessach e não para a época da festa dos Tabernáculos. Exatamente em abril de 2036 teremos a Pessach, época da vinda do asteróide Apophis. 

Segundo a tradição judaica, as principais festas hebraicas são divididas em dois grupos: os dias Santíssimos do mês de Tishrei (exatamente durante a festa de Sucot/ Tabernáculos) e os três moadim, que contém a Pessach (Libertação), Shavuot (Dádiva da Torá) e Sucot (Júbilo). A festa dos Tabernáculos/Sucot une exatamente esses dois grupos de festas, por isso é considerada a época do grande júbilo, a época da paz profetizada na escatologia judaica. 

No calendário das festas do povo hebreu, a Pessach é a primeira das grandes festas, por simbolizar a libertação do jugo dos egípcios, enquanto que a festa de Sucot/ Tabernáculos é a última, simbolizando a união definitiva entre o povo hebreu e Deus após o episódio do Bezerro de Ouro.  

As duas festas demarcam o começo e o fim do calendário festivo das principais festas de Israel, exatamente as datas do nascimento e ressurreição de Jesus, o que explica os dizeres velados do Messias ao afirmar que ele é o alfa e o ômega, o princípio e o fim, pois o seu nascimento e sua morte/ressurreição demarcam exatamente o início e o fim das festas judaicas.

Mesmo com todas essas informações cristalinas há ainda duas questões importantes a serem verificadas sobre o nascimento de Jesus: segundo consta no Evangelho de Lucas, Jesus teria nascido sob o reinado de Herodes (falecido em 4 AC, portanto, antes do nascimento de Jesus) e teria nascido na época do recenseamento.  

Segundo o historiador inglês Robin Lane Fox, não é verdade que os chefes de família tinham que se apresentar ao censo em seu local de nascimento: cada um era recenseado onde vivia, onde tinha propriedades, onde ganhava o seu sustento. José seria recenseado, por conseguinte, em Nazaré, e não em Belém da Judéia.  

Por fim, os romanos não realizavam censos em regiões de governo autônomo, como a Galiléia, terra de José e Maria. Os habitantes de tais regiões não pagavam impostos diretamente a Roma, mas ao governo regional (a tetrarquia), que, por sua vez, pagava tributos a Roma. O objetivo dos censos romanos era exclusivamente tributário, e o Império só fazia censos onde recolhia os tributos diretamente. 

Temos ainda outro problema; segundo o evangelista Lucas, o nascimento de Jesus ocorreu na época do recenseamento do imperador César Augusto. Entre 28 antes do ano zero e o ano 14 depois de Cristo, ele promoveu o recenseamento em três oportunidades: em 28 AC, 8 AC e no ano 14. 

Ocorre que Lucas acrescenta que tal recenseamento ocorreu na época do governador Quirino, que foi governador romano apenas a partir do ano 6, ou seja, muito depois do suposto recenseamento em 8 AC. Então como explicar essa aparente incompatibilidade nas informações? Teríamos que admitir dois recenseamentos: um romano, feito por Quirino e um, a nível provincial realizado por Herodes sobre sua tetrarquia ao final do seu reinado, próximo da sua morte e que teria sido completado pelo seu sucessor e filho, Herodes Arquelau, explicando assim o nascimento de Jesus em 3 antes do ano zero, na época de Herodes, mas sim do seu filho, Arquelau e talvez por causa disso, por completar o senso iniciado pelo seu pai Herodes o Grande é que Lucas tenha relatado o nascimento de Jesus durante o governo de Herodes o Grande, pois o recenseamento que comprovava o nascimento do Messias havia sido iniciado quando Herodes o Grande ainda estava vivo. 

Como poderia então se explicar a informação de Lucas, aparentemente conflitante? É simples: no passado alguns recenseamentos poderiam levar até 40 anos devido as dificuldades logísticas e tecnológicas, não seria improvável imaginar que o recenseamento iniciado por César Augusto em toda Roma em 8 AC pudesse prosseguir e ser realizado nas províncias do governador romano Quirino no ano 6 quase 15 anos depois. Isso explicaria a aparente confusão, pois dentro do recenseamento de todas as províncias e tetrarquias de Roma, aconteciam os recenseamentos provinciais, exatamente o que Herodes o Grande deve ter feito e seu filho prosseguido em virtude da morte do pai e que estava dentro do conjunto do grande recenseamento realizado por César Augusto. 

Isso explicaria o nascimento de Jesus em 3 A.C, assim como o fenômeno da estrela de Belém, devido a proximidade de Júpiter à estrela Alpha leonis produzindo uma luminosidade diferente sobre o céu, semelhante a um novo objeto, denominado pelo povo da época como "Estrela de Belém".

Segundo os sinais mostrados ao longo do 12º capítulo do Apocalipse, mencionando estrelas, o Sol e a Lua e confirmando os sinais que Jesus menciona no Sermão Profético para a época do dia do juízo, sinais amplamente estudados nesta obra. 

Jesus é representado como o Astro Solar através desses sinais e teria nascido, segundo a profecia, na época da Festa da Colheita/Tabernáculos (Sucot), que no ano 3 A.C aconteceu exatamente entre os dias 20 e 21 de setembro daquele ano (14 e 15 de Tishrei), quando o Sol havia acabado de passar pela constelação de Virgem. 

Dessa forma, a representação poética contida no 12º capítulo do Apocalipse ao comparar Jesus ao Sol e sua mãe Maria à Virgem (constelação) assim como o seu nascimento ao Sol passando e saindo da Virgem no período orbital da festa de Sucot/Tabernáculos, confirma com exatidão a data de nascimento do Messias. Além das informações históricas e bíblicas que atestam seu nascimento ao final de setembro e também a "coincidência" de que seu nascimento equivale a um período festivo claramente identificado na profecia do 12º capítulo do Apocalipse, encontramos ainda mais uma informação curiosa: na Festa da Colheita era comum que fosse feita a oferenda da água, quando o povo pedia a vinda da estação das chuvas para que fosse possível sobreviver ao clima árido. E curiosamente Jesus afirma em dois momentos distintos da narrativa bíblica que ele é a água da vida: 

“Se alguém tem sede, venha a mim, e beba.” (João 7:37) 

"Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida.” (Apocalipse 21:6) 

Dentro do contexto profético que alinha o nascimento de Jesus ao fim do calendário das festas judaicas e sua morte/ressurreição ao princípio deste calendário (testificando que ele é o princípio e o fim), temos nas três principais festas, alinhadas com as fases da colheita, o processo de transformação da Terra em 2036, a partir do final da profecia dos 70 anos de Daniel: 

Pessach – Início da colheita dos grãos (cevada) – O dia do juízo, desencarne coletivo de grande contingente da humanidade, o ápice do exílio planetário  

Shavuot – Fim da colheita da cevada e início da colheita do trigo – A separação, no mundo espiritual, entre aqueles que serão exilados para outros orbes e aqueles que poderão continuar reencarnando na Terra, a separação do joio (rebeldes) e o trigo (fraternos). 

Sucot/Tabernáculos – Início da colheita das frutas – O início da reconstrução de Jerusalém, simbolicamente representada pela Nova Jerusalém. O final do livro do Apocalipse, com Jesus e a Nova Jerusalém sobre a Terra demonstram claramente a época da festa dos Tabernáculos:  

"Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Começo e o Fim. Felizes aqueles que lavam as suas vestes para ter direito à árvore da vida e poder entrar na cidade pelas portas. O Espírito e a Esposa dizem: Vem! Possa aquele que ouve dizer também: Vem! Aquele que tem sede, venha! E que o homem de boa vontade receba, gratuitamente, da água da vida!"(Apocalipse 2:13-17) 

A MITOLOGIA SOBRE O NASCIMENTO DA VIRGEM 

Todas as principais culturas do passado reverenciavam reis, divindades ou grandes líderes espirituais os comparando ao Sol, a Lua ou as estrelas, visto que os astros não apenas demonstram a grandeza da Criação Divina como possuem características que poderiam ser associadas a grandes personalidades: o Sol com o seu brilho e calor traz a vida, as estrelas e a Lua iluminam a escuridão da noite, apontam a direção a seguir. 

Desde a Antiguidade a humanidade procura estudar e compreender o movimento dos astros no céu. Exatamente a partir da identificação de alguns fenômenos celestes e a identificação de um padrão presente nos movimentos orbitais identificados no céu após anos de observação é que a humanidade começou a criar lendas e histórias, baseadas nas características do movimento e ação do Sol, da Lua e as estrelas sobre a Terra, histórias que representassem e identificasse os mensageiros de Deus, como sinais divinos identificados a partir da observação da abóbada celeste. 

Primeiramente forma associadas características humanas e de animais às constelações, como por exemplo, a constelação do Leão, a constelação do Touro, a constelação de Virgem entre tantas outras. No hemisfério norte foi identificado um dia, que se repetia todos os anos, que demarcava a vinda do inverno: o dia do ano com a menor duração e que possuía a noite mais longa, o dia 21 de dezembro. 

Todo o ciclo de plantio era organizado para prevenir a chegada dessa época, em Israel, por exemplo, o início do outono por volta de 21 de setembro era demarcado pela festa de Sucot/ Tabernáculos com o final da colheita do trigo, a colheita das frutas e, sobretudo a colheita das azeitonas, que acontecia exatamente pelo mês de novembro e a azeitona fosse prensada para gerar o óleo que serviria para produzir a luz exatamente a partir do início do inverno. 

Partindo dessas observações as pessoas começaram a perceber que todo o ano, na época do início do outono no hemisfério norte por volta do final de setembro, o Sol, que era visto como símbolo da realeza e divindade passava por um conjunto de estrelas. 

Como a época coincidia com o final da colheita do trigo, nomearam esse conjunto de estrelas ou constelação como Virgem, desenhando sobre essas estrelas uma mulher que segura uma espiga de trigo, representação artística feita exatamente sobre a estrela mais brilhante da constelação de Virgem, a estrela Spica ou simplesmente "a espiga" 

Mas por qual razão nomeariam essa constelação como "Virgem"? A resposta é simples: também por observação do céu as pessoas na Antiguidade notaram que por volta de 21 de dezembro no hemisfério norte, ou seja, 9 meses antes do Sol passar pela constelação de Virgem e sair (através do seu movimento orbital) aconteciam alguns fenômenos curiosos: a constelação de Virgem se elevava no Oriente na linha do horizonte junto com o nascer do Sol, ou seja, assim que o dia amanhecia era a constelação que primeiro surgia no horizonte. 

Ocorre que também nessa época, por volta de 21 de dezembro, acontecia o ápice de um fenômeno interessante no hemisfério norte: após o solstício de verão em 21 de junho, os dias ficavam cada vez mais curtos e as noites cada vez mais longas, o Sol se elevava cada vez menos acima da linha do horizonte e cada vez mais ao Sul. Em 22 de dezembro o Sol atingia seu ponto mais baixo após a noite mais longa do ano, que demarcava a chegada do inverno e o fim das colheitas. 

Por três dias o Sol ficava aparentemente estagnado no horizonte até que então voltasse a se mover na direção do norte, simbolizando o gradativo aumento das horas do dia e por conseqüência o declínio do número de horas da noite. 

Ao longo de três dias, entre os dias 22 e 24 de dezembro, logo após a noite mais longa do ano (solstício de inverno) o Sol ficava praticamente estagnado no horizonte como se tivesse descido a Terra. Simbolicamente esse período não simbolizava o nascer de um avatar, mas sim a sua concepção, quando o avatar ou herói solar, simbolicamente, seria deixado na Terra no período que o Sol ficava mais próximo do horizonte. 

Ao ser concebido em final de dezembro nasceria em final de setembro, exatamente quando o Sol dentro da constelação de Virgem em seu movimento orbital sai da constelação. Eis o motivo para que os povos da Antiguidade tenham nomeado esse conjunto de estrelas como constelação de Virgem, fonte geradora da vida e dos alimentos plantados na terra, sendo o marcador do nascimento de um novo ano a cada ano. 

Da mesma forma outro fenômeno interessante acontecia ao final de dezembro: a estrela mais brilhante no céu noturno, Sirius, fica perfeitamente alinhada com as três marias ou três reis, três das estrelas que formam o cinturão de Órion formando nesse dia no céu, ao final de dezembro, uma imagem semelhante a uma seta que aponta na direção do solo ou simbolicamente um sinal divino como os povos antigos compreendiam para a descida do Sol que deixaria na Terra um avatar, não através do nascimento, mas através da concepção, pois nessa época do inverno era comum que devido ao maior tempo dentro das casas muitos bebês fossem concebidos e ao mesmo tempo havia um planejamento para evitar que crianças nascessem nessa época. 

Exatamente em virtude desse sinal dos céus, a estrela mais brilhante do céu noturno alinhada perfeitamente com três estrelas na noite mais longa e fria do ano, apontando na direção do solo é que muitos grupos iniciáticos adotaram a idéia da trindade sagrada. O próprio Jesus designou três dos apóstolos para que o acompanhassem com mais freqüência, dentro dos essênios grupo ao qual Jesus pertenceu havia a definição que três sacerdotes deveriam acompanhar o Mestre da Justiça. A presença dos três reis magos presenteando o nascimento do Messias é também uma forma velada e simbólica de apontar exatamente o período da concepção de Jesus (final de dezembro) que foi confirmado quando o anjo Gabriel apontou que Jesus nasceria 6 meses após seu primo João Batista (que, como explicado nesse texto, nasceu ao final de março). 

A análise sobre a profecia do capítulo 12 do Apocalipse está disponível também na obra “Armagedoom 2036” a partir da página 194. 

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22 de dez. de 2025

AS PREVISÕES CUMPRIDAS EM DEZEMBRO

 

As previsões publicadas no dia 28 de novembro para o mês de dezembro que se cumpriram nas últimas semanas: 

QUINTO ACERTO CONSECUTIVO NA FINAL DA LIBERTADORES 

Nas previsões para o mês de dezembro publicadas ontem (dia 28) eu apontei qual seria o vencedor do duelo entre Flamengo e Palmeiras pela final da Libertadores baseado em um método que desenvolvi através da Astrologia para previsões. O método desenvolvido desde 2021 já havia acertado todos os resultados das finais de Libertadores desde 2021 e mais uma vez acertou o resultado (pela quinta vez): 

"Flamengo será o vencedor da Final da Libertadores tendo um mapa com dois pontos a mais que o do Palmeiras, o que simboliza provável vitória no tempo normal ou por diferença de 2 gols." 

Com vitória por 1 a zero no tempo normal o Flamengo conquistou o quarto título da Libertadores. 

Desde 2024 foram 14 jogos analisados (duas finais de Libertadores, Eurocopa e Copa América) com 13 acertos e 1 erro (o resultado da final da Eurocopa). 

ATAQUE NA PRAIA DE SYDNEY 

Nas previsões publicadas no dia 28 de novembro foi assim previsto: 

"Marte em Sagitário quadraturando com Saturno em Peixes (05 a 13 de dezembro). Com Saturno e Netuno conjuntos em Peixes (já tensionados) e ao longo desses dias recebendo a tensão de Marte em Sagitário é enorme a chance de episódios violentos envolvendo águas. Normalmente Sagitário e Peixes tensionados com tanta força eclodem eventos de desastre muito incomuns envolvendo locais religiosos como por exemplo desabamento ou tumulto em cerimônia religiosa. " 

O evento violento (ataque terrorista) aconteceu na praia (perto das águas) envolvendo tumulto em cerimônia religiosa. 

"Conjunção Marte- Sol em Sagitário (12 a 18 de dezembro). Sagitário rege as culturas e por isso está ligado no seu arquétipo aos grupos políticos, religiosos e filosofias. Exatamente por esse arquétipo quando temos Sagitário tensionado, especialmente envolvendo Marte por tensão (confrontos, guerra) ou Saturno por tensão (restrições, barreiras) então os radicalismos políticos, religiosos e filosóficos extrapolam para ações mais enérgicas. Com Sagitário tão tensionado também acredito em problemas sérios envolvendo atentados em escolas/universidades " 

Radicalismo religioso motivando o ataque terrorista. No dia anterior ao ataque em Sydney um outro ataque aconteceu em uma universidade americana. Ataques por conta de radicalismo religioso ou em escolas/universidades estão exatamente dentro da tensão em Sagitário como apontado na previsão. 

Um ataque a tiros no domingo (14) na praia de Bondi, em Sydney, deixou 11 mortos e 11 feridos, incluindo dois policiais. Um dos suspeitos morreu e o outro foi detido em estado crítico. O ataque aconteceu durante uma celebração do festival judaico de Hanukkah. 

As previsões trazidas no dia 28 de novembro apontaram não apenas o dia como também os detalhes daquilo que infelizmente se concretizou. Sempre importante ressaltar que considero apenas previsão cumprida relacionada à desastre ou evento de grande magnitude quando envolve um desencarne coletivo de pelo menos 10 pessoas, tornando algo realmente incomum. 

ESCALADA DO CONFLITO ENTRE EUROPA E RÚSSIA 

Nas previsões publicadas no dia 28 de novembro foi previsto: 

"Conjunção Marte- Sol em Sagitário (12 a 18 de dezembro). Marte (guerra, luta) e Sol (potencializador de sonhos e desejos e busca por autoridade) quando tensionados em Sagitário também agem como ações de autoridade na guerra, o que eu interpreto como uma ação mais efetiva da Europa contra a Rússia e ao mesmo tempo uma mostra de poder de Putin em alguma das fronteiras européias, algo além de um simples drone caindo, talvez um teste com míssil nuclear bem próximo da fronteira marítima com a Europa." 

Uma ação mais efetiva da Europa contra a Rússia: Os líderes da União Europeia anunciaram na manhã de sexta-feira (19) um plano de financiamento para a economia e as forças armadas da Ucrânia pelos próximos dois anos (2026-2027) no valor de 90 bilhões de euros. O chanceler alemão, Friedrich Merz, confirmou o acordo, alcançado após negociações que se estenderam até a noite de quinta-feira (18). Ele acrescentou que o braço executivo do bloco europeu recebeu um mandato para explorar como utilizar os ativos russos congelados e que o bloco se reservou o direito de usar os fundos congelados para pagar o empréstimo. No total os ativos russos congelados em poder da Europa totalizam mais de 200 bilhões de euros. Até agora, a UE tem usado os juros dos ativos russos congelados, que são principalmente títulos, para financiar parte do seu apoio a Kiev. Mas, à medida que os próprios títulos vencem, eles são convertidos em dinheiro, e é esse dinheiro que a UE concordou em emprestar e tomar emprestado à Ucrânia até que a Rússia pague as reparações. 

Uma resposta nuclear: O presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, anunciou na quinta-feira (18) que o míssil hipersônico russo Oreshnik, de nova geração e com capacidade nuclear, foi implantado em seu país. O líder russo, Vladimir Putin, afirmou em agosto que implantaria mísseis Oreshnik em território aliado bielorrusso até o final de 2025 e que os novos projéteis seriam produzidos em massa. Belarus é vizinho de países da Otan como a Polônia, a Letônia e a Lituânia, e o anúncio de Lukashenko deve acender um alerta para a aliança militar. Previsão cumprida nos mínimos detalhes e exatamente dentro da janela de poucos dias da previsão. 

As previsões para 2026:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2025/12/as-previsoes-para-o-ano-de-2026.html

AGENDA DE MAPAS PARA O NOVO ANO  

Quem tiver interesse em um estudo mais detalhado através da Astrologia preditiva (previsões) feito através do Mapa Anual (que engloba a análise das oportunidades e dificuldades para os próximos 12 meses) entre em contato no email ou no perfil pessoal do face (que deixarei a seguir) para maiores informações sobre agenda, como funciona o trabalho e valores. 

Maiores informações sobre o trabalho com a Astrologia (também na área de autoconhecimento com o Mapa de Poder Pessoal, que funciona como um mapa natal mais resumido voltado para o desenvolvimento da força, poder de iniciativa e desenvolvimento do poder de realização) nos canais de contato a seguir:  

Perfil pessoal no face:

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Email: profecias2036@gmail.com


6 de dez. de 2025

AS PREVISÕES PARA O ANO DE 2026

 

O ano de 2026 será regido na Astrologia por Marte (regente do ano) e por Saturno (o regente do ciclo de 36 anos que se iniciou em 2017). Da mesma forma os orixás regentes serão Ogum (arquetipicamente tendo as características de Marte) e Omulu/Obaluaye (arquetipicamente associado com Saturno). É importante ressaltar que os arquétipos das sete linhas dos orixás estão associados aos sete astros da Astrologia Tradicional. Ao final de 2019 eu trouxe um estudo amplo sobre isso, quem quiser se aprofundar no tema o texto está linkado a seguir:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2019/12/orixa-regente-2020-omulu-obaluaye-e.html

Da mesma forma que o estudo das sete linhas dos orixás está relacionado ao arquétipo e toda a mitologia envolvendo os 7 astros da Astrologia Tradicional, da mesma forma há uma ligação profunda entre os arcanos maiores, Astrologia e Cabala através da Árvore das Vidas. Toda essa união dos arquétipos e simbologia desses sistemas iniciáticos também está analisada e resumida em um texto que eu escrevi há 10 anos:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2016/02/especial-astrologia-parte-ii-de-iii-o.html

Compreender (ao menos de forma resumida) a simbologia e relação entre esses arquétipos, permite que o leitor interessado no estudo do ocultismo compreenda que existe uma base sólida de conhecimentos em comum, envolvendo sistemas iniciáticos que se relacionam, e quanto mais essa relação é compreendida mais fácil (ou menos difícil) se torna perceber aquilo que o futuro ainda invisível no presente está apontando além do horizonte. São esses símbolos e arquétipos que ajudam a perceber ou compreender aquilo que aparentemente ainda está invisível ou oculto. 

2026 - UM ANO DE 2008 TURBINADO 

Em essência, o arquétipo "geral" do ano de 2026 será muito parecido com aquilo que vimos no ano de 2008, porém muito mais explosivo e também com o ano de 1349-1350 (auge da Peste Negra). Em 2008 tivemos um ano regido também por Marte e entre os arcanos maiores o regente foi o arcano da roda da fortuna (pois a soma dos algarismos do ano resulta no número 10, que é exatamente esse arcano). O mesmo acontecerá no ano de 2026: regência de Marte e do arcano da roda da fortuna. Tanto Marte como Ogum (sua correspondência arquetípica nos orixás) costumam simbolizar anos bastante combativos, de grandes confrontações violentas. Não por acaso os anos de 2001 (torres gêmeas), 2008 (crash imobiliário), 2015 (auge do isis com atentados violentos pelo mundo) e 2019 (bem no final do ano se iniciou o surto que viria a se tornar uma pandemia) foram regidos por Marte. Ao mesmo tempo os anos também regidos pelo arcano da roda da fortuna costumam demarcar profundos abalos econômicos, como aconteceu nos últimos dois anos regidos por esse arcano: 2008 e também 1999 quando uma profunda crise atingiu os países emergentes (inclusive o Brasil) após a moratória russa no segundo semestre de 1998. 

O grande ponto é que 2026 estará “turbinado” (potencializado) nesse arquétipo semelhante à 2008, pois dessa vez o regente do ciclo será Saturno e não o Sol (como foi em 2008), o que traz um caráter ainda mais restritivo à essa combinação. Outro ponto relevante é que Marte, o regente de 2026, é regido por Áries, signo que estará fortemente tensionado desde o início do ano, primeiro pela presença de Saturno e Netuno e depois em abril com a presença de Marte e Sol, combinação bem semelhante àquela em abril de 1349-1350 (auge da Peste Negra) quando Plutão, Saturno e também Marte e Sol também estavam no signo de Áries e Urano nos graus finais de Touro (como estará no primeiro semestre de 2026). Toda essa combinação reforça a enorme chance de não apenas termos a eclosão de um crash financeiro como igualmente um novo problema grande com doença, que eu acredito será uma epidemia (e não uma pandemia) na Índia. 

RÚSSIA X EUROPA 

Se os arquétipos relacionados ao ano de 2026 são bastante semelhantes ao ano de 2008 e 1349-1350 apontando que novamente teremos um crash e uma epidemia de larga escala, há ainda outros estudos astrológicos apontando que 2026 deve demarcar o fim da Era Putin. Há um estudo bem interessante do astrólogo André Barbault que correlaciona a conjunção Saturno-Netuno (que ocorre a cada 36-37 anos) com profundas mudanças no território russo devido a utopia netuniana (socialismo) se associar com os czares autocratas (arquétipo de Saturno) e por isso representaria a nação russa. Em 1990 (quando essa conjunção aconteceu) tivemos o ano entre a queda do muro de Berlim e a dissolução da URSS. No ciclo anterior, em 1953, a morte de Stálin e ano ciclo anterior a Revolução Russa em 1917. Além desse estudo astrológico interessante há também duas quadras de Nostradamus falando sobre a ascensão do rei dos mongóis em 1999 fazendo uma batalha que duraria 27 anos e associando esse rei ao terceiro anticristo. Putin ascendeu ao poder em 1999, o território russo fica no local que era o território dos mongóis na época de Nostradamus e por fim, ao somarmos 27 anos à 1999 chegamos exatamente ao ano de 2026. As quadras de Nostradamus sobre esse tema são a C10-Q72 e C8-Q77. 

Temos, portanto, não um, mas vários indicativos de que o ano de 2026 trará pelo menos três grandes eventos (profunda mudança de poder na Rússia, epidemia e crash) sendo que dois desses eventos (pandemia e crash) aconteceram recentemente em 2020 e foram previstos, tanto em dezembro de 2019 (quando sequer se cogitava uma pandemia e eu apontei que o ano de 2020 seria semelhante ao período da Peste Negra) como também em 2014, quando no livro “Brasil o Lírio das Américas” apontei que o marco do início das grandes revoluções de Saturno seria na primeira quinzena de janeiro de 2020, exatamente quando a primeira morte por coronavírus foi anunciada. Não é apenas mediunidade ou paranormalidade, é simplesmente saber ler os arquétipos das ciências ocultas e com essa leitura/conhecimento direcionar de forma mais adequada a percepção extrasensorial para a melhor compreensão daquilo que foi visto. 

O mesmo aconteceu quando no início de 2025 eu tive a projeção astral na qual enxergava Trump conduzindo uma pequena lancha e atrás dele vários navios de guerra e porta aviões e ao mesmo tempo uma voz dizendo que ele levaria guerra para outros locais do mundo, algo que na época eu só dei crédito pois sabia que o ano de 2025 seria regido por Júpiter e que esse arquétipo seria o suficiente para validar e simbolizar uma postura nas ações de Trump, que sempre foi conhecido por uma postura mais isolacionista e menos de buscar ou manter invasões no exterior (vide o primeiro mandato), tanto que nas previsões para 2025 eu falei sobre isso, só que acreditava que essa movimentação marítima seria para iniciar uma guerra em Taiwan para defender a região de uma invasão chinesa e na verdade foi uma movimentação para invadir a Venezuela: a visão estava certa, o arquétipo do ano embasou a visão, só faltou ter sido melhor compreendida. 

Acredito que a percepção de boa parte do parlamento europeu é de que a janela para uma ação decisiva está cada vez mais estreita, ao mesmo tempo que está claro o desejo de Putin de não encerrar a guerra e continuar avançando na busca por reavivar a antiga União Soviética (algo que ele mesmo já expôs publicamente). Muitas das ex repúblicas soviéticas estão hoje sob o guarda chuva da OTAN e ao mesmo tempo há a percepção que a unidade européia está em risco, especialmente se nos próximos anos surgisse na França ou na Alemanha algum premier com aspirações autocráticas que se aliasse à Moscou. Então eu acredito que o recente movimento da Europa por buscar a aprovação para utilizar os recursos confiscados da Rússia em solo europeu (algo na casa dos 200 bilhões de euros) seria suficiente para financiar a guerra na Ucrânia. Acredito que em 2026 a Europa tomará uma ação decisiva. 

EUA – GUERRA COMERCIAL E ISOLACIONISMO 

Apesar da movimentação para invadir e depor Maduro da Venezuela que os EUA levarão até o fim (ou seja, até o fim do regime chavista), acredito que Trump voltará suas baterias bélicas para a guerra comercial e para questões internas próximas das fronteiras dos EUA, A retórica de guerra ao narcotráfico é apenas um pretexto para que os EUA afaste qualquer influência mais direta, seja bélica, econômica ou geopolítica de China e Rússia das fronteiras nas Américas. Com a ameaça cada vez maior de um confronto nuclear entre as nações, os EUA têm plena consciência de que eles possuem a melhor zona de retaguarda, ou seja, após uma guerra atômica no hemisfério norte que duraria menos de 24horas com as potências buscando exterminar seus adversários em um cenário de destruição mútua assegurada, o dia seguinte seria uma guerra territorial pelo hemisfério sul, onde a zona de retaguarda americana seria exatamente a América do Sul. Garantir que não exista qualquer base ou aliado do eixo China-Rússia geograficamente na América ou próximo da América é uma ação clara de precaução dentro de cenário que já é conhecido há décadas pelos militares americanos, o cenário de uma guerra pelo controle dos territórios do hemisfério sul que não receberiam o impacto nuclear que o hemisfério norte receberia. 

Tanto a expectativa de uma escalada bélica na Ásia e Europa como a expectativa de um crash econômico colocam exatamente essas duas questões como prioridades para o governo americano: intensificar a guerra comercial com a China e fortalecer os laços econômicos com os países geograficamente próximos. 

Acredito que a única exceção será a Europa: Trump enxerga na Europa um grande potencial para expandir uma vantajosa parceria comercial e ao mesmo tempo enxerga com preocupação a expansão de populações estrangeiras (de fora da Europa) em vários países importantes da OTAN (a aliança bélica entre EUA e Europa), então por tudo isso acredito que os EUA não enviarão tropas, mas sim aumentarão a ajuda de armamento bélico e logístico. Algo que eu vi mas que ainda não sei se acontecerá já em 2026 é que em breve haverá uma troca no trono real britânico e o futuro rei, William, se colocará como a grande liderança européia na defesa da coesão geopolítica do continente e vai impulsionar uma defesa militar mais firme da Europa, algo que em um futuro próximo vai eclodir em guerrilhas internas com núcleos populacionais e células terroristas que já estão instaladas na Europa temporariamente “adormecidas”. 

BRASIL – PROFUNDAS TRANSFORMAÇÕES 

Uma antiga profecia, trazida há dez anos e que previu um militar ascendendo ao poder no Brasil pela via democrática derrotando o petismo numa época (2014) que sequer existia qualquer candidato com essas características disputando as eleições previu que até 2018 isso aconteceria, mas que a mudança completa viria entre 2022 e 2029, o que significa que nesse período só teremos mais uma eleição presidencial, em 2026. Em setembro eu publiquei três previsões para o Brasil em 2026, essas três previsões que eu trouxe em setembro se mantém: 

Primeira previsão: nos próximos 12 meses 2 ministros da Suprema Corte anteciparão a própria aposentadoria (parte dessa previsão se cumpriu com a aposentadoria de Barroso) 

Segunda previsão: Tarcísio será eleito o próximo presidente em 2026 (previsão que se mantém, a candidatura de Flávio não irá até o fim) 

Terceira previsão: Lula por questões de saúde não chegará ao fim da disputa em outubro de 2026, dessa forma abrindo mão da sua candidatura. 

Astrologicamente o mapa do Brasil será profundamente ativado por várias tensões ao longo de 2026. A primeira delas é o Marte natal (regente de 2026) muito próximo do Meio Céu (topo do mapa) e que estará ao longo de todo o ano de 2026 quadraturando com o trânsito de Plutão, transitando na casa 12 do Brasil, uma casa de encerramento e que nessa conjuntura normalmente aponta afastamento por questão de saúde ou morte. Inclusive esse trânsito de Plutão vai quadraturar praticamente todo o ano de 2026 com o Sol natal de Lula, o que reforça ainda mais a interpretação de que ele não terá a vitalidade necessária para chegar ao fim do processo eleitoral. 

Essa quadratura sobre o mapa do Brasil é uma quadratura altamente bélica e combativa que normalmente demarca eclosão de revoltas populares e dificilmente a manutenção do status quo, ou seja, reeleição. Essa quadratura também aponta que problemas com segurança e narcotráfico ficarão ainda mais intensos e isso deve ensejar a busca por Trump avançar em uma maior participação n monitoramento das fronteiras marítimas da Amazônia, o que deve representar uma presença maior da quarta frota americana em águas brasileiras ao longo de 2026.   

A outra tensão é o longo trânsito de Netuno em Áries (signo que estará tensionado ao longo de todo o ano pela presença de Saturno e Netuno) que vai ativar a quadratura do mapa do Brasil envolvendo Urano e Netuno em quadratura com Plutão, ou seja, Netuno em trânsito em Áries estará conjunto com o Plutão natal do Brasil em Áries e ao mesmo tempo quadraturando com Urano e Netuno natal do Brasil em Capricórnio, o que aponta para enorme abalo e luta contra estrutura rígida, autocrática, que tenta se impor no poder de maneira mais totalitária do que democrática. 

Além dessa série de tensões sobre o Áries e Marte natal do Brasil ainda teremos todo o segundo semestre de 2026 com Saturno em trânsito em Áries conjunto com o Kíron (ferida) do Brasil, o que eu interpreto como um profundo problema econômico (ferida da inflação) ou com a democracia (ferida da época da ditadura), o que deve agitar bastante o cenário brasileiro em 2026. 

O ANO DE CADA SIGNO 

Todo o final e início de ano aparecem aqueles textos e vídeos falando que será um ano bom para signo tal ou um ano ruim para signo tal e quem entende o mínimo de Astrologia sabe que isso não existe. Cada signo possui 30 graus e na maioria dos anos os trânsitos principais (Plutão, Urano, Saturno, Júpiter) atingirão apenas alguns graus de determinado signo e não de todos os signos. Um exemplo prático: Plutão transitará em 2026 entre os graus 3 e 5 de Aquário, ou seja, ele impactará positivamente quem tiver uma posição importante no mapa natal (Sol, Ascendente, Lua, Marte, Saturno ou Júpiter natal) entre os graus 0 e 8 no signo de Sagitário e Áries e negativamente quem tiver uma posição importante no mapa natal entre os graus 0 e 8 de Touro ou Escorpião. Isso não significa que todo mundo de Sagitário ou Áries estará em um “ano ruim”, mas sim quem tiver uma posição entre os graus 0 a 8 nesses dois signos e mesmo assim há atenuantes, como por exemplo a posição de Áries que entre esses graus (0 a 8) receberá na maioria do ano um excelente trânsito de Urano em Gêmeos. Isso pra não mencionar que as dificuldades ou oportunidades apontadas pelos trânsitos também dependerão das casas astrológicas envolvidas, pois cada uma das 12 casas representa uma área de vida diferente da pessoa, o que significa que mesmo a pessoa tendo um ano com maiores dificuldades numa área da vida não necessariamente terá em toas as áreas. 

Por isso é importante conhecer as posições do mapa de nascimento pois muitas vezes vários trânsitos importantes de um ano não impactam no mapa da pessoa e em outras vezes, mesmo quando impactam, há uma conjuntura com outras posições do mapa que pode amenizar ou potencializar aquele trânsito. Por isso que não existe isso de “será um ano bom para o signo tal” ou “um ano ruim para signo tal”. 

O principal conselho que eu posso dar para o ano de 2026 é que as pessoas comecem a aprender mais como trabalhar a sua força interior, de acordo com o arquétipo (signo) do seu Marte natal, pois o ano de 2026 regido por Marte será um ano para cuidar da vitalidade, de como direcionar positivamente a força interior e como exercer o poder de luta pelos objetivos que verdadeiramente importam. 

AGENDA DE MAPAS PARA O NOVO ANO    

Quem tiver interesse em um estudo mais detalhado através da Astrologia preditiva (previsões) feito através do Mapa Anual (que engloba a análise das oportunidades e dificuldades para os próximos 12 meses) entre em contato no email ou no perfil pessoal do face (que deixarei a seguir) para maiores informações sobre agenda, como funciona o trabalho e valores. 

Maiores informações sobre o trabalho com a Astrologia (também na área de autoconhecimento com o Mapa de Poder Pessoal, que funciona como um mapa natal mais resumido voltado para o desenvolvimento da força, poder de iniciativa e desenvolvimento do poder de realização) nos canais de contato a seguir:  

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