16 de jan. de 2026

GRANDES ACERTOS - PREVISÕES CUMPRIDAS ÚLTIMOS MESES

 

Sete previsões que se cumpriram com exatidão e previram todos os principais eventos no Brasil e no mundo nos últimos 4 meses (outubro de 2025 até janeiro de 2026). Vamos relembrar cada um deles a seguir: 

AS TRÊS PREVISÕES SOBRE A QUEDA DE MADURO 

Uma experiência projetiva com meses de antecedência e duas previsões astrológicas previram em detalhes a queda do ditador venezuelano (texto completo linkado a seguir):

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2026/01/as-tres-previsoes-sobre-queda-de-maduro.html

DESASTRE NOS ALPES SUÍÇOS 

Um evento bastante incomum que foi previsto detalhadamente na página. 

Nas previsões publicadas no dia 29 de dezembro foi previsto: 

"Sol e Marte conjuntos em Capricórnio - 29 de dezembro até 20 de janeiro. A conjunção Sol e Marte também costuma aumentar a quantidade e intensidade de eventos violentos envolvendo regiões montanhosas ou estruturas em regiões montanhosas" 

No dia 30 já havia acontecido um acidente sério e incomum exatamente em região montanhosa: Seis pessoas ficaram feridas após um acidente com um teleférico em uma montanha no noroeste da Itália. Porém esse não foi o único e nem o pior evento, um ainda pior e mais incomum evento em região montanhosa aconteceu: uma violenta explosão seguida de incêndio destruiu completamente um bar na estação de esqui de Crans-Montana, na Suíça, que fica localizada no coração dos Alpes Suiços, famosa cadeia de montanhas da região. Foram 40 mortos e uma centena de feridos. A matéria completa está no G1. 

Todas as previsões para o mês de janeiro podem ser acessadas aqui:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2025/12/previsoes-janeiro-2026-o-ano-de-marte.html

MEGA INCÊNDIO EM HONG KONG 

O maior incêndio do ano aconteceu no final de 2025 e foi previsto em detalhes aqui na página (texto linkado a seguir):

https://www.facebook.com/photo/?fbid=24850645227971337

QUINTO ACERTO CONSECUTIVO NA FINAL DA LIBERTADORES 

Nas previsões para o mês de dezembro publicadas ontem (dia 28) eu apontei qual seria o vencedor do duelo entre Flamengo e Palmeiras pela final da Libertadores baseado em um método que desenvolvi através da Astrologia para previsões. O método desenvolvido desde 2021 já havia acertado todos os resultados das finais de Libertadores desde 2021 e mais uma vez acertou o resultado (pela quinta vez): 

"Flamengo será o vencedor da Final da Libertadores tendo um mapa com dois pontos a mais que o do Palmeiras, o que simboliza provável vitória no tempo normal ou por diferença de 2 gols." 

Com vitória por 1 a zero no tempo normal o Flamengo conquistou o quarto título da Libertadores. 

Desde 2024 foram 14 jogos analisados (duas finais de Libertadores, Eurocopa e Copa América) com 13 acertos e 1 erro (o resultado da final da Eurocopa). Tanto as informações sobre esse método de previsão, o histórico desde 2021 e as demais previsões para o mês de dezembro podem ser acessadas no link a seguir:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2025/11/previsoes-dezembro-marte-chegando-com-o.html

APOSENTADORIA DE BARROSO 

No dia 15 de setembro foram trazidas três previsões para o futuro do Brasil para ocorrerem até o final das eleições de 2026, ou seja, para os 12 meses seguintes. Entre essas previsões foi trazida a previsão de que o ministro do STF Barroso se aposentaria até as eleições de 2026. Essa previsão se concretizou e pode ser vista no post publicado em setembro:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2025/09/as-tres-previsoes-para-o-brasil.html

O MAIOR FURACÃO DE 2025 

“Especificamente no final de outubro, entre os dias 23 e 28 a presença de Saturno e Netuno (esse no grau crítico de Peixes) juntos no signo de Peixes vai potencializar a tensão da quadratura entre Sol em Escorpião e Plutão em Aquário, uma combinação que é clássica para eventos naturais bastante destrutivos. Furacão ou tufão categoria 5 também pode se formar ou causar enormes tempestades ao longo desses dias da mesma forma que enxurrada de 500mm ou mais em 24h pode abater alguma cidade do globo.” (Previsão publicada no dia 04 de outubro) 

O furacão Melissa atingiu o solo da Jamaica exatamente no dia 28 de outubro com ventos sustentados próximo à 300km/h. Meteorologistas da AccuWeather disseram que Melissa ficou empatado em segundo lugar entre os furacões mais fortes já registrados no Atlântico, em termos de velocidade do vento, no momento em que atingiu a terra. O volume de chuva estipulado para os dois dias que Melissa varreu a Jamaica é estipulado entre 760mm e 1000mm. 

Furacões categoria 5 ou supertufões (quando atingem ventos sustentados de pelo menos 250 km/h) são fenômenos raros, tanto que em 2025 Melissa é apenas o quarto sistema (entre furações e supertufões) a atingir essa marca. Previsão cumprida nos mínimos detalhes.  

INTOXICAÇÃO COLETIVA POR METANOL 

Evento bastante incomum que também foi previsto em detalhes aqui na página (texto completo linkado a seguir):

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2025/10/intoxicacao-coletiva-previsao-cumprida.html

AGENDA DE MAPAS PARA O NOVO ANO  

Quem tiver interesse em um estudo mais detalhado através da Astrologia preditiva (previsões) feito através do Mapa Anual (que engloba a análise das oportunidades e dificuldades para os próximos 12 meses) entre em contato no email ou no perfil pessoal do face (que deixarei a seguir) para maiores informações sobre agenda, como funciona o trabalho e valores. 

Maiores informações sobre o trabalho com a Astrologia (também na área de autoconhecimento com o Mapa de Poder Pessoal, que funciona como um mapa natal mais resumido voltado para o desenvolvimento da força, poder de iniciativa e desenvolvimento do poder de realização) nos canais de contato a seguir:  

Perfil pessoal no face:

https://www.facebook.com/josemaria.alencastro/

Email: profecias2036@gmail.com


8 de jan. de 2026

XADREZ MUNDIAL E GUERRA ATÔMICA: "TECNATO DA AMÉRICA" E ZONAS DE RETAGUARDA

 

As cúpulas militares das principais potências do planeta identificam o mesmo cenário: um confronto atômico envolvendo as principais potências do mundo é inevitável para os próximos 10 anos, pois identificam uma série de movimentações, em execução ou em planejamento, que levam a um ponto de não retorno: a invasão da Ucrânia por parte da Rússia e um projeto da própria Rússia em tentar "resgatar" antigos territórios da União Soviética ao mesmo tempo que tenta desestabilizar a zona do euro apoiando candidatos extremistas na Alemanha e França para eleições futuras, na prática escalando um conflito potencial entre duas  das quatro potências nucleares principais do mundo (Rússia e OTAN européia). Ao mesmo tempo é identificado que em poucos anos a China buscará retomar Taiwan que hoje é o principal produtor de semicondutores e chips, essenciais para o desenvolvimento da I.A e da computação quântica, uma luta hegemônica que EUA e China travam, sendo que exatamente nessa região há uma outra nação com armamento nuclear (Coréia do Norte) que ameaça um dos principais aliados econômicos dos EUA, o Japão. 

Tendo essas e muitas outras informações que ainda não chegaram ao público, a cúpula militar americana tem dois cenários bem definidos: o que fazer para se proteger no início de um confronto atômico entre as principais potências do mundo (o G4 das 13 nações do planeta que possuem armamento nuclear, ou seja, EUA, Rússia, China e a OTAN européia) e também o que fazer no dia seguinte a esse confronto. 

São, portanto, dois cenários: o dia D atômico e o dia seguinte. Para cada um desses dois cenários há planos. 

Mas como assim "dia seguinte" Zé? Em um cenário de destruição mútua assegurada, com EUA e Rússia (que detém 90% do arsenal nuclear planetário) haveria dia seguinte? E a resposta é sim.  Para compreendermos isso é importante entender, afinal, o que é uma guerra atômica. 

GUERRA ATÔMICA 

Na prática somente as nações do G4 atômico (EUA, Rússia, China e OTAN européia) possuem poder atômico planetário, ou seja, qualquer uma delas é superior e dizimaria facilmente qualquer outra das nações que possuem armamento nuclear (Índia, Paquistão, Israel e Coréia do Norte). Na prática ter uma bomba atômica, pra quem está fora do G4, só funciona em 2 cenários bem específicos: se existe um outro adversário histórico muito próximo com um exército de força semelhante (é o caso de Índia e Paquistão, ambos possuindo 200 bombas atômicas cada um) ou se está cercado por nações hostis ou não aliadas e nenhuma delas possui arma nuclear (Israel, que possui ao menos 100 armas nucleares), especialmente hoje em dia que a maioria das plataformas de lançamento está em submarinos e existem escudos de defesa que impedem a maioria dos ataques vindos de distâncias muito longas. Nenhum desses países por ter arma atômica teria como dissuadir um ataque das 4 potências atômicas (EUA, Rússia, China e OTAN européia), pois essas 4 potências têm mais armas atômicas, maior equipamento militar e sistemas de defesa suficientemente robustos para impedir lançamentos de zonas distantes. 

Tanto EUA e Rússia possuem cada um, entorno de 5 mil ogivas nucleares, enquanto a OTAN européia e a China possuem aproximadamente 600 a 700 ogivas nucleares cada um. Estima-se que a Coréia do Norte tenha hoje 50 armas nucleares. A questão é que em um cenário de guerra atômica outros três fatores contam além da "munição" atômica: sistema de defesa antiaéreo, mísseis hipersônicos e marinha. 

Cada uma das potências atômicas possui modernos escudos de defesa, ou seja, que conseguem com alta porcentagem neutralizar os misseis vindos de 100, 200, 400km de distância. Nesse quesito EUA, Israel e OTAN Européia estão em vantagem em relação à China e Rússia. Todos eles possuem escudos de defesa aéreo capaz de interceptar um míssil com ogiva nuclear com aproximadamente 90% de eficácia a partir de 400 km de distância, a vantagem do sistema americano e israelense (usado na Europa) é que essa eficácia também se projeta em distâncias menores. Ou seja, mesmo uma enxurrada de misseis atômicos teria a sua maioria interceptada, o que significa que o material nuclear não seria detonado. 

Na marinha, ponto fundamental em uma guerra atômica já que 2 terços do planeta são oceanos e a maioria dos misseis está em plataformas de lançamento em submarinos (permitindo que sejam lançados mais próximos de territórios hostis) há uma vantagem abissal para os EUA em relação a qualquer outra potência do mundo, seja em número de porta aviões, seja em número de navios de guerra e submarinos nucleares. 

Porém tamanha hegemonia não assegura tranquilidade para a defesa americana por conta de uma terceira variável: os misseis hipersônicos. Esse tipo de míssil permita levar ogivas nucleares a uma velocidade muito superior aos misseis convencionais e reduz a menos da metade a capacidade de defesa dos escudos antimísseis das potências atômicas, mesmo a distâncias de 400 km e nesse tipo de tecnologia China e Rússia estão muito, mas muito à frente dos EUA (talvez o maior erro estratégico dos EUA no seu investimento de guerra nas últimas décadas por achar que seus adversários não chegariam tão rápido a uma tecnologia tão avançada). Compreender essas três variáveis (sistema de defesa aérea, marinha e misseis hipersônicos) permite compreender a motivação tanto da Rússia ao invadir a Ucrânia como dos EUA planejarem tomar o controle do Canadá, Groenlândia e Venezuela, não apenas porque essas regiões apresentam grande riqueza natural, mas porque estrategicamente representam pilares fundamentais de defesa no cenário do dia D de uma guerra atômica. 

No caso da Rússia a invasão sobre a Ucrânia visa não apenas as riquezas das terras ucranianas ou retomar o antigo sonho de reconstruir o império da URSS, mas algo muito mais urgente: impedir que a OTAN crie um cinturão de países aliados em toda a fronteira ocidental com a Rússia, o que na prática representaria plataformas de lançamento de misseis há poucos quilômetros de Moscou. Mesmo com EUA e Europa não possuindo grande avanço na tecnologia hipersônica a perda da Ucrânia para a OTAN representaria uma proximidade muito grande em toda a fronteira russa de plataformas de lançamento de misseis levando ogivas nucleares, uma enorme desvantagem para o cenário de um dia D atômico. 

Todo esse cenário também explica o interesse dos EUA em anexar Canadá, Groenlândia e Venezuela, não apenas por intenções imperialistas de extrair a riqueza desses territórios, mas por uma questão prática de defesa do território americano em um cenário de dia D atômico (quando se inicia uma guerra atômica no hemisfério norte entre as potências do G4 atômico) 

Quem quiser se aprofundar no tema dos misseis hipersônicos aconselho esse longo texto:

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn5e35p9py1o

TECNATO AMERICANO - PRIMEIRA BARREIRA DE RETAGUARDA 

O tecnato americano ou movimento tecnocrático surgiu nos EUA na década de 30 como uma tentativa de encontrar soluções para a quebradeira econômica generalizada que aconteceu em 1929 com a grande depressão. De forma resumida (deixarei um ótimo link explicando em maiores detalhes) a idéia seria criar um Estados Unidos autossuficiente energeticamente e ao mesmo tempo imune às disputas comerciais e econômicas que se alastravam pelo mundo em um cenário de disputas pelas riquezas da África (o que levou tanto à primeira guerra como também à segunda guerra). Com o recente plano de Trump (exposto desde 2025) de anexar Canadá e Groenlândia e ao mesmo tempo controlar a Venezuela o tema do tecnato americano voltou a tona, já que esses territórios são apontados como essenciais para que os EUA consigam autonomia energética.  Deixarei a seguir o texto sobre o tema e aconselho que o leitor leia antes de prosseguir com o que escreverei na sequência: 

A utopia tecnocrata (o que é a tecnocracia) e o sonho de Ellon Musk:

https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-63962239

Muito provavelmente Trump se inspirou, ao menos em parte, em algumas das idéias desse movimento, não porque esse seja o objetivo final dos EUA, mas sim porque é uma estratégia para lidar com o primeiro cenário de uma guerra atômica: o dia D atômico. 

Apesar das riquezas energéticas da Venezuela, Canadá e Groenlândia, o ponto principal de buscar o caminho imperialista de anexar territórios próximos tem um sentido muito mais prático: criar uma rede de proteção antiaérea tanto no Canadá como na Groenlândia que permita uma margem maior de segurança para interceptar misseis hipersônicos vindos da China e Rússia pelo estreito de Behring (Pacífico norte) e pelo Atlântico norte, o que na prática criaria uma rede muito mais eficiente de apoio terrestre para interceptar misseis e ao mesmo tempo criar bases de apoio para equipamento marítimo, permitindo uma mobilização mais ágil em caso de ataque ao território americano "original". Nesse cenário, caso os EUA conseguissem derrotar Rússia e China em um cenário de destruição mútua assegurada, interceptando a maioria dos misseis atômicos e ao mesmo tempo atingindo de forma significativa os adversários do Oriente, o dia seguinte seria de devastação na Europa e na Ásia (hemisfério ocidental) enquanto que boa parte do território americano estaria preservado e com autonomia para lidar com as próprias necessidades levando em conta que a maioria das cadeias produtivas do resto do mundo no hemisfério norte estaria comprometida. 

Em um cenário mediano de desastre (para os EUA), onde parte da estrutura americana fosse afetada e ao mesmo tempo boa parte da estrutura territorial de China e Rússia fosse afetada, o dia seguinte ao dia D seria de confronto tradicional, sem armas atômicas, pelas zonas de retaguarda, sendo que a região mais visada seria exatamente a América do Sul (especialmente o Brasil, pela riqueza de água, comida além de demais riquezas naturais), pois as potências buscariam os territórios não atingidos pelo armamento atômico e ao mesmo tempo distantes dos efeitos das bombas nucleares nos territórios do hemisfério norte que mesmo em grande quantidade não seriam suficientes para criar um inverno nuclear global, basta comparar a capacidade de energia gerada pela explosão de todas as bombas atômicas do planeta com a energia gerada pelas maiores explosões vulcânicas que geraram inverno vulcânico global por um ou mais anos: todo o arsenal atômico da Terra não seria suficiente para gerar um inverno nuclear global, mas sim centralizado no hemisfério norte, especialmente com efeitos radioativos nas regiões territoriais atingidas pelo ataque. 

Mesmo nesse cenário, a anexação prévia de territórios ao norte da América do Sul (como Venezuela e Colômbia) permitiria um caminho mais rápido para os EUA no dia seguinte ao confronto atômico, tanto para levar sobreviventes para a América do Sul (através desse corredor pela Venezuela e Colômbia) como um reagrupamento mais rápido de forças de defesa e ocupação, tanto para ocupar o Brasil e restante da América do Sul como também para se defender de ataques e invasões marítimas que viriam pelo Atlântico. 

Por tudo isso algumas das idéias do movimento tecnocrático que estão sendo aproveitadas no governo Trump não visam colocar a essência desse movimento em prática, mas sim aproveitar algumas das estratégias ali apontadas que possam garantir um cenário de maior defesa e autonomia, tanto no cenário de guerra atômica no hemisfério norte como, no caso de fracasso dessa primeira barreira, em um cenário mais favorável para enfrentar o cenário seguinte, de disputa pelas zonas de retaguarda. Os EUA não pretendem colocar o movimento tecnocrático em prática, mas tão somente adotar algumas das estratégias ali apontadas como mecanismos de segurança para enfrentar os dois cenários que se desenham para os próximos dez anos, de um inevitável confronto atômico entre as nações......obviamente se um asteroide não vier e evitar essa conflagração atômica.   

Na prática a guerra atômica ainda não aconteceu (e com alguma segurança não acontecerá nos próximos 10 anos) porque China e Rússia possuem apenas um (mísseis hipersônicos) dos 3 pilares (os outros dois são marinha e defesa aérea balística) superiores aos EUA (precisariam de pelo menos 2) enquanto os EUA estão se mobilizando para, nos próximos 5 a 10 anos, anularem o único dos 3 pilares no qual são inferiores à China e Rússia. O tempo está cada vez mais curto, mas ainda acredito que vamos segurar os próximos 10 anos e evitar uma conflagração atômica até 2036. 

O futuro da América do Sul após a queda de Maduro:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2026/01/o-futuro-da-america-do-sul-e-do-mundo.html

A profecia de 2036 - Um asteróide evitando uma guerra atômica:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2025/09/fim-do-mundo-hoje-profecia-de-2036.html


5 de jan. de 2026

O FUTURO DA AMÉRICA DO SUL E DO MUNDO PÓS JANEIRO DE 2026

 

A imagem acima resume a nova doutrina geopolítica dos EUA a partir de 2026 (e que já vinha sendo colocada em prática desde meados de 2025). A imagem acima foi publicada hoje pelo Departamento de Estado dos EUA e também pela Casa Branca, apontando claramente o objetivo dos EUA para os próximos anos: “Este é o NOSSO (em letras garrafais) hemisfério”. 

Antes de analisarmos a cronologia dos principais acontecimentos (e sem falsa modéstia não vi qualquer veículo especializado fazer o resumo que eu trarei agora juntando as pontas) é importante frisar que essa imagem publicada e a nova estratégia de segurança nacional americana divulgada no dia 05 de dezembro, priorizando a América do Sul, o resgate do protagonismo americano no Ocidente e a guerra comercial com a China deixam muito claro que não existe “mundo tripolar” ou uma suposta divisão de áreas de influência entre EUA, Rússia e China, mas tão somente um embate bélico e econômico entre EUA e China, no qual o foco principal é tirar qualquer influência de China e Rússia da América do Sul, o segundo foco é salvaguardar os interesses econômicos americanos na guerra comercial com a China (apontando que estão dispostos a entrar no conflito em Taiwan, inclusive em 18 de dezembro aprovaram a venda de um pacote de armas de 11 bilhões de dólares para Taiwan, pois Taiwan é fundamental para o avanço das empresas de tecnologia dos EUA pela venda de chips e semicondutores) e o terceiro foco é anular qualquer expectativa da Rússia em avançar sobre ex repúblicas soviéticas, propondo um acordo de paz que Putin jamais aceitará: ficar com algumas terras da Ucrânia em áreas que já eram de maior separatista antes da invasão e ao mesmo tempo estabelecer uma zona de segurança americana e européia na região, o que na prática é o que Putin nunca quis. 

CRONOLOGIA 

25 de junho de 2025 – Hugo Carvajal que chefiou a inteligência militar do regime chavista no período de 1999 a 2013 e foi extraditado em 2023 pela Espanha para os EUA onde cumpre desde então pena federal por narcoterrorismo se declarou culpado perante um tribunal em NY, após anos alegando inocência. Segundo Carvajal, um bilionário esquema de venda de drogas é controlado pelo regime chavista desde a época de Chavez e serviu nas últimas duas décadas para financiar partidos, grupos e políticos proeminentes de esquerda na América do Sul, especialmente no Brasil e Colômbia. Não há qualquer confirmação que ele tenha entregue provas ou documentos, o que se sabe é que poucas semanas depois toda a operação de cerco à Venezuela se iniciou e se existe realmente essa rede de dinheiro bilionário do tráfico financiado pelo chavismo alimentando forças de esquerda na América do Sul, Maduro terá que fazer um acordo e fornecer detalhes desse esquema caso queira escapar de uma prisão perpétua. 

Meados de agosto de 2025 – EUA acusam Maduro de ser um dos maiores narcotraficantes do mundo aumentando o prêmio de 50 milhões de dólares por informações que levem à sua captura. Poucos dias depois navios e equipamento militar é enviado para as águas do Caribe para combater o narcotráfico na região. 

02 de setembro de 2025 – O primeiro de uma série de ataques contra embarcações próximas à costa da Venezuela acontece e em todos a indicação americana é a mesma: neutralizar narcotraficantes que estariam levando drogas para os EUA. 

13 de setembro de 2025 – Trump divulgou uma carta aberta aos membros da OTAN apontando que seria necessário fazer novas sanções ao petróleo russo, que qualquer nação da OTAN deveria parar de comprar petróleo russo e que os países membros da OTAN deveriam impor uma tarifa de 50% a 100% sobre a China, apontando que a China tem controle e domínio sobre a Rússia (aqui Trump deixou claro que as sanções econômicas e energéticas sobre Rússia e econômicas sobre China devem acontecer se a Europa quiser encerrar a guerra nas suas fronteiras e colocou claramente a Rússia como um player subalterno na geopolítica mundial, na qual só existe um adversário para a hegemonia americana: a China)  

21 de novembro de 2025 – Venezuela e Rússia ampliaram parceria energética na extração do petróleo por mais 15 anos (até 2041), uma parceria entre a estatal venezuelana PDVSA e a empresa russa Roszarubezhneft para enfrentar as sanções energéticas sobre os dois países (a retomada do controle da operação de petróleo na Venezuela por parte dos americanos é uma pá de cal econômica em qualquer aspiração da Rússia em aguentar por muito mais tempo a guerra na Ucrânia) 

02 de dezembro – EUA anunciam nova estratégia de segurança nacional, com foco na América do Sul, resgate do protagonismo americano no Ocidente e também foco na guerra econômica com a China. 

18 de dezembro de 2025 – EUA aprovam a venda de um pacote de armas para Taiwan no valor de 11 bilhões de dólares. 

03 de janeiro de 2026 – EUA invadem Venezuela e prendem Nicolás Maduro, o levando para julgamento em território americano por acusações envolvendo narcotráfico  

Com essa cronologia resumida, vamos juntar as pontas e saber o que o futuro reserva para a geopolítica mundial e da América do Sul. 

ZONAS DE RETAGUARDA 

Como eu expliquei nas previsões de 2026 (texto de 05 de dezembro) os EUA iriam até o fim na invasão e deposição de Maduro, entre outras coisas pela necessidade de proteger sua principal zona de retaguarda em um conflito de terceira guerra mundial atômica: 

"Apesar da movimentação para invadir e depor Maduro da Venezuela que os EUA levarão até o fim (ou seja, até o fim do regime chavista), acredito que Trump voltará suas baterias bélicas para a guerra comercial e para questões internas próximas das fronteiras dos EUA, A retórica de guerra ao narcotráfico é apenas um pretexto para que os EUA afastem qualquer influência mais direta, seja bélica, econômica ou geopolítica de China e Rússia das fronteiras nas Américas. Com a ameaça cada vez maior de um confronto nuclear entre as nações, os EUA têm plena consciência de que eles possuem a melhor zona de retaguarda, ou seja, após uma guerra atômica no hemisfério norte que duraria menos de 24horas com as potências buscando exterminar seus adversários em um cenário de destruição mútua assegurada, o dia seguinte seria uma guerra territorial pelo hemisfério sul, onde a zona de retaguarda americana seria exatamente a América do Sul. Garantir que não exista qualquer base ou aliado do eixo China-Rússia geograficamente na América ou próximo da América é uma ação clara de precaução dentro de cenário que já é conhecido há décadas pelos militares americanos, o cenário de uma guerra pelo controle dos territórios do hemisfério sul que não receberiam o impacto nuclear que o hemisfério norte receberia. Tanto a expectativa de uma escalada bélica na Ásia e Europa como a expectativa de um crash econômico colocam exatamente essas duas questões como prioridades para o governo americano: intensificar a guerra comercial com a China e fortalecer os laços econômicos com os países geograficamente próximos." (publicado dia 05 de dezembro) 

PLANO PRINCIPAL AMERICANO: FIM DE GOVERNO E GRUPOS POLÍTICOS SINTONIZADOS COM O EIXO DA DITADURAS NA AMÉRICA DO SUL 

Considerando a existência de um eixo das ditaduras (China, Rússia, Coréia do Norte, Irã e Venezuela) e uma forte ligação econômica e energética entre Venezuela, China e Rússia e ainda que essa ligação econômica supostamente permitiria o financiamento do narcotráfico e um esquema bilionário de venda de drogas que patrocinaria regimes de esquerda na América do Sul, o ponto principal de qualquer estratégia de eliminação de forças hostis aos EUA na região envolveria uma ação clara dos EUA: neutralizar essa parceria e mais ainda: conseguir as provas necessárias, diretamente com o ditador venezuelano preso, de que o esquema existiria. Isso explica porque o governo americano não fez uma operação para matar Maduro (como fizeram com Bin Laden): pelo simples fato de que o real desejo dos americanos é conseguir as provas, junto à Maduro, de que o esquema chavista de financiamento de governos de esquerda na América do Sul existe. 

Se o esquema realmente existir e vier a tona com provas robustas isso praticamente sepultaria qualquer futuros para governos de esquerda que estiveram nas últimas duas décadas, tanto no Brasil como na Colômbia e mais ainda: permitiria legalmente ações ostensivas internacionais por parte dos EUA para coibir rotas de tráfico nesses dois países, ainda que esse não seja o objetivo principal: o objetivo principal é impedir que qualquer governo ou político ideologicamente sintonizado com China, Rússia ou com o antiamericanismo seja eleito ou esteja no poder na região. 

OS DONOS DO HEMISFÉRIO OCIDENTAL 

No hemisfério ocidental está não apenas a zona de retaguarda americana (América do Sul) em uma eventual guerra atômica que devaste o hemisfério norte, como também estão os aliados da OTAN e Israel. A mensagem do dia 05 de janeiro deixou claro o objetivo americano, já apontado nas mensagens da cronologia dos meses anteriores: tirar qualquer influência política ou ideológica do poder na América do Sul e unir a Europa contra a Rússia e China, especialmente no âmbito econômico. Esse é o objetivo claro e além desses objetivos está um ainda muito importante para os americanos: proteger Taiwan. 

Tanto Japão como Taiwan são aliados econômicos dos EUA, especialmente porque 80% do lucro das empresas americanas da Bolsa vieram no ramo da tecnologia, que tem em Taiwan talvez o principal player na produção de chips e semi condutores que são vitais para manter essa indústria de tecnologia. A cartada americana sobre a Venezuela é também um teste, um balão de ensaio para testar a disposição chinesa sobre Taiwan, pois tecnicamente a invasão americana sobre a Venezuela abre uma premissa clara para a China invadir Taiwan, sobretudo após uma venda bilionária de armamentos americanos para Taiwan, que inclusive deixou claro na sua estratégia de segurança nacional que Taiwan e outros países da região (leia-se Japão e Coréia do Sul) devem equilibrar forças bélicas diante da ameaça bélica de governos hostis. 

Na prática os EUA estão testando se a China terá disposição para invadir nas próximas semanas e meses Taiwan, não uma simples advertência (como eu acho que os chineses farão com alguma manifestação maior de força), mas sim uma invasão real, uma retomada real de Taiwan, pois na prática o que os EUA deseja é claramente dividir o mundo em dois hemisférios e com todos os seus aliados do Ocidente comprando sanções econômicas contra a Rússia (o que já existe) mas também contra a China, pois o objetivo primordial para os americanos é enfraquecer o poder bélico, energético e sobretudo econômico de Rússia (o que está bem encaminhado sobretudo depois da invasão à Venezuela) mas sobretudo da China, uma aposta no mínimo arriscada já que a China é na prática a principal economia do planeta. 

As três previsões sobre a queda de Maduro:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2026/01/as-tres-previsoes-sobre-queda-de-maduro.html

AGENDA DE MAPAS PARA O NOVO ANO  

Quem tiver interesse em um estudo mais detalhado através da Astrologia preditiva (previsões) feito através do Mapa Anual (que engloba a análise das oportunidades e dificuldades para os próximos 12 meses) entre em contato no email ou no perfil pessoal do face (que deixarei a seguir) para maiores informações sobre agenda, como funciona o trabalho e valores. 

Maiores informações sobre o trabalho com a Astrologia (também na área de autoconhecimento com o Mapa de Poder Pessoal, que funciona como um mapa natal mais resumido voltado para o desenvolvimento da força, poder de iniciativa e desenvolvimento do poder de realização) nos canais de contato a seguir:  

Perfil pessoal no face:

https://www.facebook.com/josemaria.alencastro/

Email: profecias2036@gmail.com


3 de jan. de 2026

COMO EU DISSE NAS PREVISÕES - ELES IRÃO ATÉ O FIM

 

No discurso que fez há poucas horas sobre a operação de captura de Maduro, Trump deixou claro que os EUA farão um governo de transição, enquanto todo o núcleo chavista será retirado, para que a oposição venezuelana (legitimamente eleita no último pleito) seja levada ao poder, seja com Gonzales ou com Corina.  

Como eu expliquei nas previsões para 2026 publicadas no dia 05 de dezembro: 

"Apesar da movimentação para invadir e depor Maduro da Venezuela que os EUA levarão até o fim (ou seja, até o fim do regime chavista), acredito que Trump voltará suas baterias bélicas para a guerra comercial e para questões internas próximas das fronteiras dos EUA, A retórica de guerra ao narcotráfico é apenas um pretexto para que os EUA afastem qualquer influência mais direta, seja bélica, econômica ou geopolítica de China e Rússia das fronteiras nas Américas. Com a ameaça cada vez maior de um confronto nuclear entre as nações, os EUA têm plena consciência de que eles possuem a melhor zona de retaguarda, ou seja, após uma guerra atômica no hemisfério norte que duraria menos de 24horas com as potências buscando exterminar seus adversários em um cenário de destruição mútua assegurada, o dia seguinte seria uma guerra territorial pelo hemisfério sul, onde a zona de retaguarda americana seria exatamente a América do Sul. Garantir que não exista qualquer base ou aliado do eixo China-Rússia geograficamente na América ou próximo da América é uma ação clara de precaução dentro de cenário que já é conhecido há décadas pelos militares americanos, o cenário de uma guerra pelo controle dos territórios do hemisfério sul que não receberiam o impacto nuclear que o hemisfério norte receberia." 

No discurso Trump também deixou claro que a partir de agora os bloqueios comerciais contra a Venezuela começarão a cair, ou seja, que a transição de governo (fim do chavismo que chegou ao poder com um golpe de estado) fará com que a Venezuela possa comercializar petróleo com o mundo inteiro, o que representa uma vitória dupla para os EUA: primeiro porque eles serão o principal parceiro da Venezuela nesse comércio e a segunda e principal parte é que esse comércio vai criar enormes problemas energéticos para o chamado "eixo das ditaduras" já que especialmente Rússia e China são parceiros de longa data do regime chavista, que devido às sanções vendia de forma mais barata e clandestina petróleo para as duas potências. 

Como deixei claro nas previsões: o interesse dos EUA é neutralizar a influência do eixo das ditaduras nas Américas e não apenas a principal base (chavismo na Venezuela) foi retirada desse eixo como uma rica e barata fonte energética (petróleo venezuelano). 

Esse conflito tem potencial para escalar e muito, e acredito que nos próximos dias veremos uma ação robusta da China, seja na direção de Taiwan, seja na direção do Japão, já que é altamente improvável, ao menos nas próximas semanas, qualquer ação da marinha chinesa na Venezuela, primeiro porque já há enorme contingente americano na região e somando os porta aviões e poderio marítimo americano, nem somando China e Rússia daria para enfrentar em um confronto marítimo na região. Também acredito em uma forte demonstração de força da Rússia nos próximos dias, seja com uma arma nuclear tática na Ucrânia, seja na fronteira com a Europa. 

Há muita coisa sendo divulgada como "notícia" de algo visível que não mostra o cenário todo. É óbvio que a retórica de guerra ao tráfico é apenas uma justificativa para a invasão que está longe, muito longe de ser apenas pelo petróleo.....também não se enganem sobre os vários ataques à pequenos barcos: havia o receio de que o próprio Maduro tentasse fugir em um deles. E por fim não acreditem que foi idéia da Ucrânia direcionar um drone para uma das casas que o “pequeno czar” estava escondido, a idéia e a operação veio muito mais de cima, onde as “águias” se reúnem. Nem tudo que é aparente mostra o cenário principal. 

É apenas o começo.

As três previsões sobre a queda de Maduro trazidas nos últimos 12 meses:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2026/01/as-tres-previsoes-sobre-queda-de-maduro.html

AGENDA DE MAPAS PARA O NOVO ANO  

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AS TRÊS PREVISÕES SOBRE A QUEDA DE MADURO

 

Uma experiência projetiva e duas previsões astrológicas: três previsões apontaram a queda do ditador venezuelano. Vamos relembrar cada uma delas no textão a seguir: 

EXPERIÊNCIA PROJETIVA EM JANEIRO DE 2025 - UM ANO ATRÁS 

Em um texto publicado no dia 18 de junho eu relatei uma experiência projetiva vivenciada no início de 2025, com detalhes que tanto no início como na metade de 2025 não estavam tão claros, mas agora tudo aquilo que foi visto e relatado com antecedência mostra de forma assombrosa o que estamos vendo agora no mundo. Deixarei a seguir o relato trazido naquele texto e o link pra quem quiser conferir: 

"Poucos dias depois daquela experiência projetiva (primeiros dias de 2025) eu tive acesso, também através de uma experiência projetiva, à um arquivo holográfico com cenas mostrando de forma simbólica como seria o governo de Trump, com imagens que mais facilmente pudessem ser arquivadas no meu cérebro perispiritual: um homem, com o corpo e a fisionomia de Trump, mas com uma cabeleira volumosa com fios de ouro (certamente eu não me esqueceria daquela imagem grotesca e ao mesmo tempo engraçada) em uma pequena lancha e atrás daquela lancha vários navios, aviões e porta aviões americanos que a seguiam. Enquanto aquelas cenas eram exibidas no arquivo, uma voz explicava pra mim: “o governo dele buscará a guerra e confronto com as nações”. (texto publicado em 18 de junho de 2025) 

O texto completo pode ser acessado aqui:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2025/06/protocolos-do-fim-do-mundo-caminho-da.html

No final de agosto (portanto bem depois desse relato ter sido publicado) é que os EUA enviaram as primeiras frotas e equipes militares para as águas próximas ao território da Venezuela, exatamente como foi descrito na experiência projetiva. 

A DEPOSIÇÃO DE MADURO 

Vejamos o que foi publicado nas previsões para 2026 no texto publicado dia 05 de dezembro: 

"Apesar da movimentação para invadir e depor Maduro da Venezuela que os EUA levarão até o fim (ou seja, até o fim do regime chavista), acredito que Trump voltará suas baterias bélicas para a guerra comercial e para questões internas próximas das fronteiras dos EUA, A retórica de guerra ao narcotráfico é apenas um pretexto para que os EUA afastem qualquer influência mais direta, seja bélica, econômica ou geopolítica de China e Rússia das fronteiras nas Américas. Com a ameaça cada vez maior de um confronto nuclear entre as nações, os EUA têm plena consciência de que eles possuem a melhor zona de retaguarda, ou seja, após uma guerra atômica no hemisfério norte que duraria menos de 24horas com as potências buscando exterminar seus adversários em um cenário de destruição mútua assegurada, o dia seguinte seria uma guerra territorial pelo hemisfério sul, onde a zona de retaguarda americana seria exatamente a América do Sul. Garantir que não exista qualquer base ou aliado do eixo China-Rússia geograficamente na América ou próximo da América é uma ação clara de precaução dentro de cenário que já é conhecido há décadas pelos militares americanos, o cenário de uma guerra pelo controle dos territórios do hemisfério sul que não receberiam o impacto nuclear que o hemisfério norte receberia. Tanto a expectativa de uma escalada bélica na Ásia e Europa como a expectativa de um crash econômico colocam exatamente essas duas questões como prioridades para o governo americano: intensificar a guerra comercial com a China e fortalecer os laços econômicos com os países geograficamente próximos." 

O texto com as previsões para 2026 no qual essa previsão cumprida foi publicada pode ser acessado no link a seguir:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2025/12/as-previsoes-para-o-ano-de-2026.html

O ANO DE MARTE COMEÇANDO FURIOSAMENTE 

Nas previsões para o mês de janeiro além de prever em detalhes um evento violento em estrutura localizada em região montanhosa (a tragédia na estação de esqui nos Alpes suíços que vitimou dezenas de pessoas) foi previsto para as três primeiras semanas de janeiro de 2026: 

"Sol e Marte conjuntos em Capricórnio - 29 de dezembro até 20 de janeiro. Primeiro ponto da conjunção Sol e Marte é que o Sol potencializa o poder bélico e destrutivo de Marte e como envolve o signo de Capricórnio, normalmente esse tipo de combinação eclode em atividades militares intensas, golpes de Estado e ações de força envolvendo poderio bélico de forma acima do normal, elevando a escalada de conflitos já existentes ou em vias de eclodir (os focos principais são Venezuela e Taiwan)." (previsão publicada dia 29 de dezembro)

As previsões para o mês de janeiro podem ser acessadas aqui:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2025/12/previsoes-janeiro-2026-o-ano-de-marte.html

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29 de dez. de 2025

PREVISÕES JANEIRO 2026 - O ANO DE MARTE SE INICIA

 

Uma série de conjunções com natureza bélica e destrutiva. O período entre 24 e 26 de janeiro será o mais tenso do mês de janeiro, quando estaremos com três fortes conjunções ativadas ao mesmo tempo: uma conjunção tripla envolvendo Marte, Sol e Plutão, uma conjunção envolvendo Urano com Algol e uma conjunção envolvendo Saturno e Netuno em Peixes. 

Sol e Marte conjuntos em Capricórnio - 29 de dezembro até 20 de janeiro. Ao longo de praticamente três semanas teremos Marte e Sol conjuntos em Capricórnio e dentro desse trânsito, entre os dias 07 janeiro a 14 de janeiro Sol e Marte juntos estarão opostos à Júpiter em Câncer. 

Primeiro ponto da conjunção Sol e Marte é que o Sol potencializa o poder bélico e destrutivo de Marte e como envolve o signo de Capricórnio, normalmente esse tipo de combinação eclode em atividades militares intensas, golpes de Estado e ações de força envolvendo poderio bélico de forma acima do normal, elevando a escalada de conflitos já existentes ou em vias de eclodir (os focos principais são Venezuela e Taiwan). Ao longo desses dias é bastante elevada a chance de um pequeno confronto ou início de um conflito com maiores proporções. 

No âmbito dos eventos naturais essa conjunção é ruim para terremotos e especialmente entre os dias 07 a 14 de janeiro em regiões marítimas, pois não apenas Júpiter no elemento água (Câncer) estará tensionado pela oposição com Sol e Marte, como também estaremos com a conjunção Netuno e Saturno em água (Peixes) também ativa. Essa janela de 7 dias é o período mais provável para um grande sismo com tsunami na região da Indonésia como já foi previsto desde setembro. 

A conjunção Sol e Marte também costuma aumentar a quantidade e intensidade de eventos violentos envolvendo regiões montanhosas ou estruturas em regiões montanhosas, especialmente grandes deslizamentos e também costuma demarcar algum evento grande com desabamento de prédio ou grande edificação. 

Sol conjunto com Plutão em Aquário - 21 de janeiro a 26 de janeiro e Marte conjunto com Plutão - 24 de janeiro a 01 de fevereiro. Tanto o Sol, mas sobretudo Marte, potencializa os efeitos profundamente destrutivos de Plutão. É muito provável que ao longo desses dias o arquétipo aquariano ativado por profunda tensão demarque mais um governo caindo no mundo ou, no mínimo, uma grande revolta popular que traga profundos abalos para um governo do mundo. Esse tipo de combinação normalmente demarca morte de político, escândalo gigantesco na política e quebra-quebra na rua por revolta popular como foi, por exemplo, no caso George Floyd. É o tipo de trânsito que fará alguma população do planeta ficar totalmente descrente com o próprio governo. 

Esse trânsito também costuma demarcar problemas amplos com tecnologia, como queda de sites, apagões e blackouts, podendo inclusive ser desencadeado por algum governo, caso ocorra alguma revolta em um regime mais fechado. Casos de sabotagem com energia também costumam acontecer ao longo desses dias. 

Plutão rege as profundezas, especialmente do poder e algum escândalo bem cabeludo com político de grande expressão ou figura relevante dos três poderes deve vir à tona nesses dias aqui no Brasil.  

Já no âmbito natural esse trânsito tende a ser bastante destrutivo, especialmente se entre os dias 07 e 14 não tiver acontecido nenhum tsunami, pior ainda se entre os dias 07 e 14 acontecer uma série de sismos na casa dos 7 graus, o que indica que um maior deve vir entre 24 e 26 de janeiro, pois além de tanta tensão em Plutão (profundezas), estaremos com Saturno e Netuno tensionados em Peixes (água) e Urano conjunto com Algol que costuma eclodir em eventos ainda mais violentos. De uma forma ou de outra acredito que o mundo não escapa de um grande tsunami em janeiro de 2026, seja entre os dias 07 e 14, seja entre os dias 24 e 26.      

Urano em conjunção com Algol – de 22 de janeiro até 17 de fevereiro. Algol está em 26º 32’ de Touro e exatamente por isso a conjunção estará ativa apenas enquanto Urano estiver entre 25º 32’ e 27º 32’ de Touro (conjunção entre astro e estrela fixa é no limite de 1 grau). Acredito que essa posição vai demarcar o início ou eclosão dos primeiros casos relacionados a um surto que eu acredito que começará na Índia e se espalhará como uma epidemia localizada naquela região. Infelizmente a combinação de Urano com Algol somado a uma forte conjunção em Peixes (Saturno e Netuno) costuma eclodir problemas de surtos, doenças e internações em maior volume em hospitais. Há maiores detalhes sobre essa previsão nas previsões para 2026 linkadas ao final deste texto. 

Outro ponto é que devido à natureza bélica de Algol esses dias, especialmente no final de janeiro, devem demarcar uma grande escalada bélica que eu acredito vá envolver a Rússia e a Europa. Ameaças, testes, confrontos em zonas marítimas também devem eclodir no mundo e um problema relevante envolvendo fronteira deve acontecer. Também é um período que praga inesperada em alguma zona rural do mundo deve acontecer.  Urano em Algol também demarca atentados violentos contra figuras de grande poder e normalmente nesse período tentativas de atentado ou realização de atentado costumam acontecer. 

Saturno e Netuno conjuntos em Peixes até 14 de fevereiro – As grandes enxurradas que temos vistos nas últimas semanas no mundo com volumes muito acima da média e com episódios bastante violentos com chuvas e grandes tempestades devem continuar se repetindo. No Brasil os mapas do RJ, MG, SP e RS são os mais suscetíveis e acredito que em algum desses estados teremos um evento com tempestade realmente monumental. 

De forma mais específica Netuno costuma demarcar eventos com muita fumaça e neblina, o que pode estar relacionado a um grande incêndio florestal que espalhe fumaça por extensa região ou ainda a eclosão de uma erupção vulcânica com muitas cinzas, com fumaça escurecendo o dia. 

Previsões cumpridas em dezembro:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2025/12/as-previsoes-cumpridas-em-dezembro.html

Previsões para 2026:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2025/12/as-previsoes-para-o-ano-de-2026.html

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25 de dez. de 2025

O NASCIMENTO DE JESUS

 

O textão a seguir explica entre outras coisas toda a simbologia astrológica do "nascimento através da Virgem" (constelação de Virgem simbolizada por uma mulher segurando uma espiga de trigo que representa a estrela Spica), o nascimento em "Belém" (Bethlehem que significa “a casa do pão”, e representa exatamente a espiga de trigo que está na constelação de Virgem), o herói solar sendo concebido na terra entre 21 e 24 de dezembro, os "três reis magos seguindo o herói solar" (as três marias apontando para Sirius nesse período) e todas as fontes históricas e do calendário de festas judaico, inclusive explicando uma questão importante: o Messias veio na Festa dos Tabernáculos e seu retorno ocorre na época da Pessach, ou seja, o ápice dos eventos do Apocalipse não acontece na Festa dos Tabernáculos (entre setembro e outubro) mas sim na Festa da Pessach (por volta de abril), pois as profecias não falam do ápice dos eventos na vinda do Messias e sim no seu retorno. Quinze páginas que detalham historicamente quando aconteceu o nascimento de Jesus. Esse estudo foi publicado em 2015 na obra “Armagedoom 2036” e está acrescido de algumas informações e comentários. 

Neste texto será analisada minuciosamente a data e o local de nascimento do Messias, informação confirmada de forma poética ao longo do capítulo 12 do Apocalipse e completando ao mesmo tempo o estudo realizado sobre o Sermão Profético. 

Jesus nasceu em 21 de setembro de 3 A.C, às 17 horas e 55 minutos em Belém da Galiléia, quando aconteceu uma conjunção de Júpiter com Régulus, deixando o céu naquele dia intensamente luminoso, como se uma nova estrela muito mais brilhante tivesse surgido. 

A primeira informação a ser considerada, segundo os relatos contidos nos Evangelhos é que Jesus viveu sua infância em Nazaré, uma modesta cidade semelhante a um vilarejo que estava localizado na tetrarquia da Galiléia, que abarcava também as cidades de Cafarnaum, Caná e Magdala. Além de viver sua infância em Nazaré, Jesus também era conhecido, durante a sua vida adulta, como "O Galileu". 

Belém da Judéia ficava 100 quilômetros distante de Nazaré, enquanto que Belém da Galiléia ficava apenas 7 quilômetros distante. A vida de Jesus na infância era na Galiléia, não faria o menor sentido Maria, grávida de nove meses, viajar para um local tão distante em cima de um burro. 

Outro ponto a ser considerado é que a conjunção Régulus/Júpiter deveria ser enxergada a oeste no pôr-do-sol, sendo assim ela não poderia ter guiado os reis magos para uma região ao sul de Jerusalém (no caso Belém da Judéia), tal constelação somente poderia servir de guia se os reis magos estivessem indo na direção oposta, ao norte de Jerusalém, exatamente a direção da Galiléia. 

Devemos considerar também o contexto histórico da época. Os judeus aguardavam um Messias libertador, que enfrentasse a opressão dos romanos. No primeiro capítulo do Evangelho de Lucas é relatada a gravidez de Isabel, mãe de João Batista e esposa do sacerdote Zacarias, que recebeu a visita de um anjo no templo anunciando que seu filho seria Elias reencarnado e que prepararia o caminho do Messias. No sexto mês da gravidez de Isabel, Maria que viria a ser a mãe de Jesus, recebeu a visita do anjo Gabriel anunciando que ela estava grávida do Messias. 

Obviamente que essas duas notícias, ainda mais por envolverem dois acontecimentos miraculosos e um sacerdote renomado do Templo rapidamente se espalhariam por Canaã, como também pelos povoados próximos que sofriam a ação de Roma, inclusive chegando aos reis magos que também aguardavam a vinda do Messias, como todos os iniciados daquelas regiões. 

Logo no primeiro capítulo do Evangelho de Lucas é relatado que Zacarias, pai de João Batista, pertencia à ordem sacerdotal de Abias e tanto no livro de Crônicas como no capítulo 16 de Deuteronômio são informados alguns dos serviços que esses sacerdotes cumpriam em virtude das festas judaicas. Com base em tais relatos é possível concluir que Zacarias permaneceu a serviço da ordem até a 10º semana do ano judaico. O primeiro capítulo do Evangelho de Lucas relata que Zacarias retornou para sua casa logo após a conclusão dos serviços na ordem e que em seguida João Batista foi concebido, em junho segundo essa cronologia. 

Ou seja, João Batista nasceu no final de março, exatamente no mês de Nisan durante os festejos da Páscoa, quando os judeus esperam o retorno de Elias, inclusive deixando uma cadeira vazia destinada ao profeta, durante as comemorações em suas casas. 

"Coincidentemente" João Batista, o Elias reencarnado, nasceu exatamente durante os festejos nos quais o profeta é bastante lembrado. O livro de Mateus, capítulo 17, confirma essa informação, ao dizer que João Batista realmente nasceu na Páscoa, pois segundo consta durante a sua concepção, o anjo Gabriel informou que ele, João Batista, viria com a força e o espírito de Elias. 

Ao observarmos uma diferença de seis meses entre o nascimento de João Batista e Jesus e considerando que João Batista nasceu em 14 de Nissan do ano 3 A.C (um 28 de março naquele ano) concluímos que o nascimento de Jesus praticamente 6 meses depois, em 21 de setembro seria aguardado com ampla antecedência pelos reis magos, que poderiam calcular com segurança a época do nascimento do Messias. 

O nascimento de João, profetizado pelo anjo que se manifestou a Zacarias apontando que o seu filho seria o reencarne de Elias, exatamente durante os festejos da Páscoa na qual o profeta Elias é muito lembrado foi um sinal muito claro do cumprimento das palavras do anjo. O outro sinal, que testificava a profecia sobre o nascimento do Messias seis meses depois é de que Maria recebeu o espírito de Jesus no seu útero enquanto ainda era virgem, ou seja, não havia tido relações sexuais com o seu esposo José até então, algo que somente aconteceria depois e assim geraria o corpo físico que o espírito de Jesus, já no útero de Maria, iria se encarnar. 

Por simples cálculos astronômicos os reis magos calcularam que o Messias nasceria exatamente quando o Sol estivesse saindo da constelação de Virgem, confirmando que o rei, o Messias realmente nasceria de uma virgem, um sinal muito claro que foi confirmado quando na época do nascimento de Jesus ocorreu a conjunção entre o planeta Júpiter, conhecido na antiguidade como o planeta da coroação dos reis com a estrela Régulus (alpha Leonis) conhecida como a estrela dos reis. 

Tudo isso aconteceu exatamente após os festejos do ano novo judaico e em plena festa da colheita/ Tabernáculos (Sucot) na qual os judeus celebram a Providência Divina, lembram a busca pela Terra Prometida durante o Êxodo e celebram a colheita dos alimentos, um período totalmente apropriado para o nascimento de um Messias. É importante acrescentar que João afirma claramente em João 1:14 que "o Verbo se fez carne e veio tabernacular com a humanidade", apontando exatamente o nascimento de Jesus durante a festa dos Tabernáculos, que acontece exatamente poucos dias após o ano novo judaico. 

Ao analisarmos o capítulo 12 do Apocalipse que descreve de forma poética o nascimento de Jesus com um conjunto de sinais que se repetirão no ápice da Grande Tribulação, veremos que é descrito uma “mulher vestida de Sol com a Lua aos seus pés” uma descrição clara da constelação de Virgem, onde o Sol está todos os anos apenas na época do ano novo judaico e de forma mais específica aponta que no ano novo judaico que a Lua estivesse aos pés dessa constelação e esse seria o sinal apontando que o Messias estava a caminho. Tanto em 4 de outubro de 2035 como no dia 11 de setembro de 3 A.C esse sinal aparece no céu. Ou seja, Apocalipse capítulo 12 aponta que esse sinal do fim dos tempos foi o mesmo que demarcou a vinda do Messias, que nasceria 10 dias depois, no dia 21 de setembro, durante a festa dos Tabernáculos.  

Abaixo é possível observar as imagens, tanto do dia 11 de setembro de 3 A.C e 04 de outubro de 2035, ambas o dia do ano novo judaico e ambas com a Lua aos pés da constelação de Virgem (observando exatamente como a constelação é vista no céu com a Lua abaixo dos pés). Quem quiser conferir pode baixar o programa Stelarium e conferir em cada dia do ano novo judaico em quantos a Lua ficou abaixo dos pés da constelação de Virgem.

Historicamente e profeticamente falando Jesus necessariamente teria nascido entre 11 de setembro e 21 de setembro de 3 A.C. não existindo qualquer outro ano ou data que estivesse de acordo com as informações históricas e proféticas disponíveis.   

Segundo a escatologia judaica (o estudo sobre os últimos dias e a vinda do Messias) o tempo da vinda do Messias (O Ungido) será exatamente durante a festa dos Tabernáculos/Sucot, pois para o povo judeu o Messias ainda não veio.  

O fato de Jesus ter nascido exatamente na festa dos Tabernáculos/Sucot, comprovado nos parágrafos anteriores, testifica que ele é o Messias aguardado pelos judeus. Sendo assim é um equívoco supor que o auge dos eventos do dia do julgamento acontecerá na época dos Tabernáculos, pois este é o entendimento daqueles que acreditam que o Messias ainda não veio, tanto que no Apocalipse e no Sermão Profético a "vinda do Messias" é tratada como o retorno do Messias e segundo os relatos históricos, Jesus ressuscitou (retornou) na Pessach, a primavera, época da colheita, da ceifa, exatamente a época profética do seu retorno, que aponta o dia do julgamento para a época da Pessach e não para a época da festa dos Tabernáculos. Exatamente em abril de 2036 teremos a Pessach, época da vinda do asteróide Apophis. 

Segundo a tradição judaica, as principais festas hebraicas são divididas em dois grupos: os dias Santíssimos do mês de Tishrei (exatamente durante a festa de Sucot/ Tabernáculos) e os três moadim, que contém a Pessach (Libertação), Shavuot (Dádiva da Torá) e Sucot (Júbilo). A festa dos Tabernáculos/Sucot une exatamente esses dois grupos de festas, por isso é considerada a época do grande júbilo, a época da paz profetizada na escatologia judaica. 

No calendário das festas do povo hebreu, a Pessach é a primeira das grandes festas, por simbolizar a libertação do jugo dos egípcios, enquanto que a festa de Sucot/ Tabernáculos é a última, simbolizando a união definitiva entre o povo hebreu e Deus após o episódio do Bezerro de Ouro.  

As duas festas demarcam o começo e o fim do calendário festivo das principais festas de Israel, exatamente as datas do nascimento e ressurreição de Jesus, o que explica os dizeres velados do Messias ao afirmar que ele é o alfa e o ômega, o princípio e o fim, pois o seu nascimento e sua morte/ressurreição demarcam exatamente o início e o fim das festas judaicas.

Mesmo com todas essas informações cristalinas há ainda duas questões importantes a serem verificadas sobre o nascimento de Jesus: segundo consta no Evangelho de Lucas, Jesus teria nascido sob o reinado de Herodes (falecido em 4 AC, portanto, antes do nascimento de Jesus) e teria nascido na época do recenseamento.  

Segundo o historiador inglês Robin Lane Fox, não é verdade que os chefes de família tinham que se apresentar ao censo em seu local de nascimento: cada um era recenseado onde vivia, onde tinha propriedades, onde ganhava o seu sustento. José seria recenseado, por conseguinte, em Nazaré, e não em Belém da Judéia.  

Por fim, os romanos não realizavam censos em regiões de governo autônomo, como a Galiléia, terra de José e Maria. Os habitantes de tais regiões não pagavam impostos diretamente a Roma, mas ao governo regional (a tetrarquia), que, por sua vez, pagava tributos a Roma. O objetivo dos censos romanos era exclusivamente tributário, e o Império só fazia censos onde recolhia os tributos diretamente. 

Temos ainda outro problema; segundo o evangelista Lucas, o nascimento de Jesus ocorreu na época do recenseamento do imperador César Augusto. Entre 28 antes do ano zero e o ano 14 depois de Cristo, ele promoveu o recenseamento em três oportunidades: em 28 AC, 8 AC e no ano 14. 

Ocorre que Lucas acrescenta que tal recenseamento ocorreu na época do governador Quirino, que foi governador romano apenas a partir do ano 6, ou seja, muito depois do suposto recenseamento em 8 AC. Então como explicar essa aparente incompatibilidade nas informações? Teríamos que admitir dois recenseamentos: um romano, feito por Quirino e um, a nível provincial realizado por Herodes sobre sua tetrarquia ao final do seu reinado, próximo da sua morte e que teria sido completado pelo seu sucessor e filho, Herodes Arquelau, explicando assim o nascimento de Jesus em 3 antes do ano zero, na época de Herodes, mas sim do seu filho, Arquelau e talvez por causa disso, por completar o senso iniciado pelo seu pai Herodes o Grande é que Lucas tenha relatado o nascimento de Jesus durante o governo de Herodes o Grande, pois o recenseamento que comprovava o nascimento do Messias havia sido iniciado quando Herodes o Grande ainda estava vivo. 

Como poderia então se explicar a informação de Lucas, aparentemente conflitante? É simples: no passado alguns recenseamentos poderiam levar até 40 anos devido as dificuldades logísticas e tecnológicas, não seria improvável imaginar que o recenseamento iniciado por César Augusto em toda Roma em 8 AC pudesse prosseguir e ser realizado nas províncias do governador romano Quirino no ano 6 quase 15 anos depois. Isso explicaria a aparente confusão, pois dentro do recenseamento de todas as províncias e tetrarquias de Roma, aconteciam os recenseamentos provinciais, exatamente o que Herodes o Grande deve ter feito e seu filho prosseguido em virtude da morte do pai e que estava dentro do conjunto do grande recenseamento realizado por César Augusto. 

Isso explicaria o nascimento de Jesus em 3 A.C, assim como o fenômeno da estrela de Belém, devido a proximidade de Júpiter à estrela Alpha leonis produzindo uma luminosidade diferente sobre o céu, semelhante a um novo objeto, denominado pelo povo da época como "Estrela de Belém".

Segundo os sinais mostrados ao longo do 12º capítulo do Apocalipse, mencionando estrelas, o Sol e a Lua e confirmando os sinais que Jesus menciona no Sermão Profético para a época do dia do juízo, sinais amplamente estudados nesta obra. 

Jesus é representado como o Astro Solar através desses sinais e teria nascido, segundo a profecia, na época da Festa da Colheita/Tabernáculos (Sucot), que no ano 3 A.C aconteceu exatamente entre os dias 20 e 21 de setembro daquele ano (14 e 15 de Tishrei), quando o Sol havia acabado de passar pela constelação de Virgem. 

Dessa forma, a representação poética contida no 12º capítulo do Apocalipse ao comparar Jesus ao Sol e sua mãe Maria à Virgem (constelação) assim como o seu nascimento ao Sol passando e saindo da Virgem no período orbital da festa de Sucot/Tabernáculos, confirma com exatidão a data de nascimento do Messias. Além das informações históricas e bíblicas que atestam seu nascimento ao final de setembro e também a "coincidência" de que seu nascimento equivale a um período festivo claramente identificado na profecia do 12º capítulo do Apocalipse, encontramos ainda mais uma informação curiosa: na Festa da Colheita era comum que fosse feita a oferenda da água, quando o povo pedia a vinda da estação das chuvas para que fosse possível sobreviver ao clima árido. E curiosamente Jesus afirma em dois momentos distintos da narrativa bíblica que ele é a água da vida: 

“Se alguém tem sede, venha a mim, e beba.” (João 7:37) 

"Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida.” (Apocalipse 21:6) 

Dentro do contexto profético que alinha o nascimento de Jesus ao fim do calendário das festas judaicas e sua morte/ressurreição ao princípio deste calendário (testificando que ele é o princípio e o fim), temos nas três principais festas, alinhadas com as fases da colheita, o processo de transformação da Terra em 2036, a partir do final da profecia dos 70 anos de Daniel: 

Pessach – Início da colheita dos grãos (cevada) – O dia do juízo, desencarne coletivo de grande contingente da humanidade, o ápice do exílio planetário  

Shavuot – Fim da colheita da cevada e início da colheita do trigo – A separação, no mundo espiritual, entre aqueles que serão exilados para outros orbes e aqueles que poderão continuar reencarnando na Terra, a separação do joio (rebeldes) e o trigo (fraternos). 

Sucot/Tabernáculos – Início da colheita das frutas – O início da reconstrução de Jerusalém, simbolicamente representada pela Nova Jerusalém. O final do livro do Apocalipse, com Jesus e a Nova Jerusalém sobre a Terra demonstram claramente a época da festa dos Tabernáculos:  

"Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Começo e o Fim. Felizes aqueles que lavam as suas vestes para ter direito à árvore da vida e poder entrar na cidade pelas portas. O Espírito e a Esposa dizem: Vem! Possa aquele que ouve dizer também: Vem! Aquele que tem sede, venha! E que o homem de boa vontade receba, gratuitamente, da água da vida!"(Apocalipse 2:13-17) 

A MITOLOGIA SOBRE O NASCIMENTO DA VIRGEM 

Todas as principais culturas do passado reverenciavam reis, divindades ou grandes líderes espirituais os comparando ao Sol, a Lua ou as estrelas, visto que os astros não apenas demonstram a grandeza da Criação Divina como possuem características que poderiam ser associadas a grandes personalidades: o Sol com o seu brilho e calor traz a vida, as estrelas e a Lua iluminam a escuridão da noite, apontam a direção a seguir. 

Desde a Antiguidade a humanidade procura estudar e compreender o movimento dos astros no céu. Exatamente a partir da identificação de alguns fenômenos celestes e a identificação de um padrão presente nos movimentos orbitais identificados no céu após anos de observação é que a humanidade começou a criar lendas e histórias, baseadas nas características do movimento e ação do Sol, da Lua e as estrelas sobre a Terra, histórias que representassem e identificasse os mensageiros de Deus, como sinais divinos identificados a partir da observação da abóbada celeste. 

Primeiramente forma associadas características humanas e de animais às constelações, como por exemplo, a constelação do Leão, a constelação do Touro, a constelação de Virgem entre tantas outras. No hemisfério norte foi identificado um dia, que se repetia todos os anos, que demarcava a vinda do inverno: o dia do ano com a menor duração e que possuía a noite mais longa, o dia 21 de dezembro. 

Todo o ciclo de plantio era organizado para prevenir a chegada dessa época, em Israel, por exemplo, o início do outono por volta de 21 de setembro era demarcado pela festa de Sucot/ Tabernáculos com o final da colheita do trigo, a colheita das frutas e, sobretudo a colheita das azeitonas, que acontecia exatamente pelo mês de novembro e a azeitona fosse prensada para gerar o óleo que serviria para produzir a luz exatamente a partir do início do inverno. 

Partindo dessas observações as pessoas começaram a perceber que todo o ano, na época do início do outono no hemisfério norte por volta do final de setembro, o Sol, que era visto como símbolo da realeza e divindade passava por um conjunto de estrelas. 

Como a época coincidia com o final da colheita do trigo, nomearam esse conjunto de estrelas ou constelação como Virgem, desenhando sobre essas estrelas uma mulher que segura uma espiga de trigo, representação artística feita exatamente sobre a estrela mais brilhante da constelação de Virgem, a estrela Spica ou simplesmente "a espiga" 

Mas por qual razão nomeariam essa constelação como "Virgem"? A resposta é simples: também por observação do céu as pessoas na Antiguidade notaram que por volta de 21 de dezembro no hemisfério norte, ou seja, 9 meses antes do Sol passar pela constelação de Virgem e sair (através do seu movimento orbital) aconteciam alguns fenômenos curiosos: a constelação de Virgem se elevava no Oriente na linha do horizonte junto com o nascer do Sol, ou seja, assim que o dia amanhecia era a constelação que primeiro surgia no horizonte. 

Ocorre que também nessa época, por volta de 21 de dezembro, acontecia o ápice de um fenômeno interessante no hemisfério norte: após o solstício de verão em 21 de junho, os dias ficavam cada vez mais curtos e as noites cada vez mais longas, o Sol se elevava cada vez menos acima da linha do horizonte e cada vez mais ao Sul. Em 22 de dezembro o Sol atingia seu ponto mais baixo após a noite mais longa do ano, que demarcava a chegada do inverno e o fim das colheitas. 

Por três dias o Sol ficava aparentemente estagnado no horizonte até que então voltasse a se mover na direção do norte, simbolizando o gradativo aumento das horas do dia e por conseqüência o declínio do número de horas da noite. 

Ao longo de três dias, entre os dias 22 e 24 de dezembro, logo após a noite mais longa do ano (solstício de inverno) o Sol ficava praticamente estagnado no horizonte como se tivesse descido a Terra. Simbolicamente esse período não simbolizava o nascer de um avatar, mas sim a sua concepção, quando o avatar ou herói solar, simbolicamente, seria deixado na Terra no período que o Sol ficava mais próximo do horizonte. 

Ao ser concebido em final de dezembro nasceria em final de setembro, exatamente quando o Sol dentro da constelação de Virgem em seu movimento orbital sai da constelação. Eis o motivo para que os povos da Antiguidade tenham nomeado esse conjunto de estrelas como constelação de Virgem, fonte geradora da vida e dos alimentos plantados na terra, sendo o marcador do nascimento de um novo ano a cada ano. 

Da mesma forma outro fenômeno interessante acontecia ao final de dezembro: a estrela mais brilhante no céu noturno, Sirius, fica perfeitamente alinhada com as três marias ou três reis, três das estrelas que formam o cinturão de Órion formando nesse dia no céu, ao final de dezembro, uma imagem semelhante a uma seta que aponta na direção do solo ou simbolicamente um sinal divino como os povos antigos compreendiam para a descida do Sol que deixaria na Terra um avatar, não através do nascimento, mas através da concepção, pois nessa época do inverno era comum que devido ao maior tempo dentro das casas muitos bebês fossem concebidos e ao mesmo tempo havia um planejamento para evitar que crianças nascessem nessa época. 

Exatamente em virtude desse sinal dos céus, a estrela mais brilhante do céu noturno alinhada perfeitamente com três estrelas na noite mais longa e fria do ano, apontando na direção do solo é que muitos grupos iniciáticos adotaram a idéia da trindade sagrada. O próprio Jesus designou três dos apóstolos para que o acompanhassem com mais freqüência, dentro dos essênios grupo ao qual Jesus pertenceu havia a definição que três sacerdotes deveriam acompanhar o Mestre da Justiça. A presença dos três reis magos presenteando o nascimento do Messias é também uma forma velada e simbólica de apontar exatamente o período da concepção de Jesus (final de dezembro) que foi confirmado quando o anjo Gabriel apontou que Jesus nasceria 6 meses após seu primo João Batista (que, como explicado nesse texto, nasceu ao final de março). 

A análise sobre a profecia do capítulo 12 do Apocalipse está disponível também na obra “Armagedoom 2036” a partir da página 194. 

AGENDA DE MAPAS PARA O NOVO ANO  

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