13 de mar. de 2026

CICLOS ENCARNATÓRIOS E AS ENCARNAÇÕES PRÉ-EXÍLIO

 

Uma das coisas que sempre despertou o meu interesse dentro das experiências projetivas (além de antever cenários futuros e dessa forma testar a autenticidade das percepções no mundo astral) foi o acesso às informações sobre novas tecnologias no mundo espiritual (que normalmente está algumas décadas à frente daquilo que existe no mundo físico). No textão a seguir vamos descobrir uma nova tecnologia que o mundo Espiritual está utilizando para colaborar no processo de exílio planetário e Transição Planetária. 

Nos últimos dias, apesar de todos os acontecimentos bélicos no planeta (em boa medida previstos em detalhes há mais de um ano aqui nesse espaço), os amigos espirituais me acompanharam em uma experiência projetiva para um tema sem qualquer ligação direta com os atuais acontecimentos geopolíticos da humanidade: um estudo sobre os ciclos encarnatórios e como tem sido feita a preparação nas últimas décadas para as encarnações do período pré exílio (ou seja, das últimas décadas que precedem o grande exílio, programado para acontecer no seu auge em meados de década de 30, quando o processo de mudança de patamar evolutivo do planeta será definitivamente executado, deixando de ser um mundo expiatório e passando a ser um mundo em Regeneração). 

Segundo explicaram os amigos espirituais durante a experiência projetiva, uma nova tecnologia e ao mesmo tempo uma nova estratégia foi adotada pelas Hierarquias Superiores (que conduzem o processo de Transição) nas encarnações ocorridas nos últimos 50 anos (a partir de meados dos anos 70), quando a humanidade terrena ainda engatinhava no desenvolvimento dos computadores e na compreensão de várias doenças, porém naquela época o mundo espiritual já apresentava a maioria dos avanços tecnológicos que conhecemos atualmente. 

Com o grande volume de almas encarnando a partir desse período e ao mesmo tempo a maioria delas tendo a derradeira oportunidade encarnatória na Terra antes do grande exílio (e dessa forma tendo a chance de conquistar o necessário patamar evolutivo para não serem exiladas), as entidades que conduzem toda a organização kármica da coletividade terrestre buscaram otimizar ao máximo essa derradeira oportunidade, para que entre esse grande número de almas reencarnantes, um número expressivo delas pudesse aproveitar a última oportunidade (os trabalhadores da última hora) para conquistar o "passaporte" para a Terra de Regeneração. 

Nos últimos dois mil anos, segundo informaram os amigos espirituais nessa experiência projetiva, as almas que reencarnavam não apenas vivenciavam um período maior na erraticidade (no mundo espiritual antes do reencarne) como também vivenciavam um planejamento evolutivo muito mais lento e gradual, aquilo que os amigos espirituais nominaram como "ciclos encarnatórios" e funcionava da seguinte forma: após uma série de várias encarnações, a pessoa (e sua ficha kármica) era avaliada pelo Conselho Kármico que identificava qual era o principal defeito da pessoa a partir da sua assinatura energética, o ponto fundamental que aquela determinada alma de forma constante e repetitiva, encarnação após encarnação, persistia em repetir. 

Se, por exemplo, tivesse exercido de forma reiterada o poder e violência contra outras pessoas, a primeira encarnação do novo "ciclo" seria em uma condição totalmente oposta, seja de grande fragilidade ou encarnando em um grupo tribal ou social oprimido por outros grupos e não raro no momento de morte ou nos dias que ficava se recuperando de alguma ferida, a lembrança do passado de encarnação pregressa vinha à tona. Quando após uma ou várias encarnações a alma se mostrava cansada daquele ciclo de sofrimento e apresentava os primeiros e sinceros lampejos de mudança, então o Conselho Kármico permitia o segundo passo desse ciclo: a alma então encarnava em uma condição social mais equilibrada, fora dos focos de grande violência no planeta e, caso confirmasse o início de uma verdadeira mudança, então definitivamente vivenciava a grande prova no final desse "ciclo": voltava a encarnar em uma posição de grande poder e tendo por prova colocar fim a um determinado núcleo ou ciclo de violência que estivesse inserida. Era dessa forma que nos séculos passados a jornada evolutiva da maioria das almas era estruturada, obviamente não considerando aquelas almas que fugiam por séculos da encarnação e se aliavam à grupos trevosos de forma determinada. 

Nos últimos 50 anos, porém, isso foi alterado visando favorecer não apenas os resgates kármicos, mas uma oportunidade de aproveitar melhor a derradeira encarnação antes do exílio coletivo planetário. As Hierarquias Espirituais (entre elas o Conselho Kármico) estavam cientes de que haveria um grande avanço tecnológico na humanidade, que facilitaria o acesso ao conhecimento. Da mesma forma uma oportunidade se abriria para um grande número de encarnes, especialmente um grande número de almas impactadas pelos acontecimentos vivenciados em encarnação anterior na Primeira e Segunda Guerra. Melhores condições de acesso à informação, muitas almas ainda em grande desequilíbrio emocional, mas ao mesmo tempo cansadas dos sofrimentos vivenciados nas duas guerras, condições que por si só já ajudariam aqueles com o mínimo de boa vontade a lutarem sinceramente para aproveitar a derradeira encarnação antes do exílio. Dentro desse cenário é que uma nova tecnologia foi desenvolvida. 

Ao analisar o perfil kármico de cada um dos espíritos reencarnantes, o Conselho Kármico identificou qual era a principal qualidade de cada um daqueles espíritos, independente da soma de grandes desvios morais e padrões psíquicos negativos que ainda se repetissem. Aquela determinada qualidade (paciência, determinação, coragem, busca por conhecimento, entre outras) após identificada permitia a instalação de uma espécie de "programação biológica" no períspirito de cada um dos espíritos reencarnantes: da mesma forma que determinadas doenças ou acontecimentos já estavam "pré programados" como "linhas principais" na jornada evolutiva de cada espírito na sua ficha kármica (podendo ser atenuadas segundo as decisões do livre arbítrio), uma nova tecnologia permitia que em determinados momentos especiais da jornada encarnatório algumas "faixas de passado" emergissem, porém não como ocorre na maioria das vezes isso acontece (quando normalmente algum determinado trauma age como gatilho "abrindo" uma faixa de sofrimentos relacionada à experiência traumática de encarnação pregressa, algo que a Apometria quando bem feita normalmente trata de forma adequada "fechando" essas faixas), mas de forma diferente: abrindo faixas relacionadas com lembranças impactantes de grandes ações benéficas que o espírito, mesmo no seu passado amplamente delituoso, tenha praticado, quando exerceu de forma positiva aquela determinada qualidade moral. 

A ideia dessa tecnologia é permitir um "plus" a mais, uma motivação extra, para que o espírito aproveite a oportunidade final antes do grande exilio e dessa forma evite recomeçar uma jornada de encarnações em condições muito mais desafiadoras (no mundo exílio, semelhante à Terra do período dos neanderthais). Apesar das guerras e dos acontecimentos mundiais geopolíticos, ainda assim os prepostos do Grande Conselho da Luz trabalhavam não apenas sobre o cenário coletivo, das mudanças em grande escala, mas também no microcosmo, na individualidade de cada alma reencarnante. 

Durante aquela experiência projetiva eu pude observar como as equipes médicas e de socorristas em conjunto com as diretrizes do Conselho Kármico atuavam em um caso específico (provavelmente um exemplo que eles estavam permitindo que eu observasse): um homem adulto , perto dos seus 40 anos, que estava passando por uma grande dificuldade na vida familiar (segundo explicou um dos socorristas mentalmente enquanto eu observava ele cochilando) e enquanto ele dormia, um dos socorristas trouxe nas mãos uma espécie de "nano arquivo", com o tamanho de um grão de arroz, e depositou sobre a fronte, na altura do "terceiro olho" (chacra frontal). Ao tocar no corpo astral daquele homem o nano arquivo se dissolveu como uma "gota de luz" e foi absorvido por algumas sinapses do cérebro perispiritual, porém com tanta intensidade que as lembranças contidas naquele arquivo "emergiram" para o cérebro físico enquanto aquele homem dormia, permitindo que o cérebro físico acesse uma lembrança de uma "faixa de passado" que estava adormecida dentro do cérebro perispiritual. Ou seja, o nano arquivo funcionava quase que como um "comando start" para acessar um arquivo específico de uma memória já existente no campo mental daquela pessoa. 

Nas lembranças que emergiam como uma fumaça tridimensional translúcida com som e imagens em movimento, o homem lembrava de uma encarnação passada onde corajosamente salvava um dos seus filhos, algo que estava diretamente ligado a um problema sério que ele vivenciava em família na atual encarnação. Enquanto aquelas cenas se desenrolavam na forma de um sonho que ele lembraria de forma lúcida quando acordasse, um dos orientadores espirituais daquele homem (popularmente chamado de "anjo da guarda", um espírito amigo ligado à sua família espiritual) aproveitava aquele momento para sussurrar no seu ouvido (o que era ouvido como um narrador no meio do "sonho"): "Você precisa ser forte e repetir esse sacrifício". 

Toda aquela operação mostrava como a Espiritualidade procurava dentro do melhor possível ajudar as pessoas a superarem as suas provações diárias e mais ainda: colaborar no objetivo mais importante que é o aproveitamento da atual encarnação para garantir o "passaporte" que evite o exílio. A escolha do despertar, obviamente, dependerá da escolha de cada um, seja através de um “desperta-dor” tocando bem alto para tirar do sono profundo ou através do desejo sincero de se levantar, mesmo com o cansaço e acordar.


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