4 de jul. de 2024

EUROCOPA E COPA AMÉRICA - PREVISÕES ASTROLÓGICAS

 

HISTÓRICO

Um pouco do histórico até aqui: Desde a Eurocopa e Copa América de 2021 (julho de 2021) quando desenvolvi o método de análise astrológica dos jogos de futebol acertei todos os resultados das finais da Libertadores (Palmeiras 2021, Flamengo 2022 e Fluminense 2023), o resultado da final da Eurocopa 2021, todos os jogos das fases finais da Copa América de 2021 (inclusive a vitória argentina) bem como o ouro olímpico do futebol do Brasil. Na Champions League acertei o resultado da última semifinal e final com a consagração do Manchester City e errei o resultado da Champions em 2021 (City caindo pro Real). 

Por fim na Copa do Mundo errei a previsão que a Espanha seria campeã apesar de acertar uma série de previsões para o torneio (que deixarei linkadas a seguir) e mesmo com o erro todo o cenário que eu havia traçado para a Argentina para a Copa de 2018 acabou se concretizando na Copa de 2022. Esse post pode ser visto aqui:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=766979664785337&set=pb.100044199317841.-2207520000&type=3

Além desses acertos também acertei o campeão da Copa de 2014 e das Olimpiadas de 2016. Acredito que com o desenvolvimento do método de previsão que tenho feito após a última Copa do Mundo, a média de acertos poderá subir dos atuais 70% (considerando todos os jogos que eu analisei publicamente na página com o método) para algo acima de 80% (jogos únicos de mata mata). 

O ponto principal que eu identifiquei nas análises astrológicas sobre jogos únicos de mata-mata em fase eliminatória (oitavas final em diante) sobretudo com base nos jogos analisados na última Copa do Mundo é que a maioria dos erros de análise que aconteceram foram em jogos que foram para os penaltyes e que após o desenvolvimento do método (após a Copa de 2022) seriam lidos como resultado indeterminado. As previsões a seguir para as quartas de final da Eurocopa e Copa América mostram isso: nos embates que a vantagem for muito pequena o resultado será apontado como indeterminado, o que permite que quando o método aponta um resultado a chance de acerto ou assertividade fique acima de 70%. Feitas essas considerações iniciais vou resumir a seguir como funciona o método de previsão mesmo sem entrar em todos os detalhes: 

RESUMO DO MÉTODO 

Basicamente o método considera os mapas de nascimento dos técnicos, considerando as seguintes posições do mapa natal de cada técnico (posições que a hora de nascimento não é considerada): Sol, Júpiter, Marte, Saturno e Urano. Essas posições dos dois técnicos serão comparadas com o mapa do início do jogo, sendo que o mapa do início do jogo terá 3 posições consideradas: casa 10 (topo do mapa), Lua em trânsito e Plutão em trânsito. Basicamente o técnico que tiver mais astros na casa 10 ou próximos do Meio Céu e ao mesmo tempo posições favoráveis (trígonos, sextis, conjunções) com o trânsito da Lua e Plutão será o vencedor. É feito um sistema de pontos que concede um ponto para os trânsitos favoráveis e tira um ponto para os trânsitos desfavoráveis (oposições e quadraturas) considerados no limite de 3 graus de variação (ou seja, só é quadratura se estiver entre 87 a 93 graus de distância). Posições extras que podem conceder um ponto extra são conjunções (apenas conjunções) com o trânsito do Sol, Saturno ou Marte. 

A partir desse embate temos o técnico que possui o melhor mapa (quando possui mais pontos que o mapa do técnico adversário), porém isso ainda não define o vencedor (ou se teremos um resultado indeterminado): é concedido um ponto ao time mandante (no caso da Euro a Alemanha) e também um ponto ao time que estiver melhor na combinação momento/melhor elenco (como por exemplo em um embate entre Brasil e Uruguai, o Brasil sem Vinicius Jr e Neymar e vindo de uma campanha fraca na fase de grupos não ganha um ponto nesse item, quem ganha é o Uruguai). 

Somados todos esses pontos aquele que tiver mais pontos é o provável vencedor pelo método astrológico, a não ser que haja um empate ou uma vantagem de 0,5 ponto, nesse caso o resultado é indeterminado (os aspectos que ficam entre 3 a 4 graus de variação computam como 0,5 ponto, tanto os favoráveis como desfavoráveis), pois obviamente uma seleção mais fraca (tecnicamente) precisará de um mapa muito mais "iluminado" para ganhar de um time mais forte. 

Utilizando esse método na base de dados de competições dos últimos 8 anos e em Copas do Mundo anteriores a assertividade melhorou especialmente em relação a última Copa do Mundo, quando o método original de 2021 teve 65% de acerto e com esse novo método os acertos subiram para 70% com 20% de resultados indefinidos e 10% de erros, enquanto que se fossem considerados apenas os jogos com resultado definido a assertividade sobe para quase 85%. 

Esse banco de dados já conta com os oito últimos jogos da fase de oitavas de euro 2024 que apontou 7 resultados corretos e 1 resultado indefinido (o jogo entre Espanha e Geórgia, curiosamente apontando que a Geórgia poderia ter uma mínima chance de fazer uma zebra e realmente começou o jogo na frente, ainda que depois tenha sido goleada). 

Feitas essas considerações vamos as análises dos jogos de quarta de final da Eurocopa e Copa América.    

EUROCOPA E COPA AMÉRICA 2024 

Dos 8 jogos analisados (quartas de final das duas competições) o método determinou 6 resultados com vencedor e 2 resultados indeterminados. 

Espanha, França, Holanda devem ser as seleções classificadas para a semifinal. O jogo Inglaterra e Suiça aponta um resultado indefinido pelo método, com mínima vantagem para a Inglaterra, insuficiente para definir quem será o vencedor. Caso passe pela Suiça, a Inglaterra tem o melhor mapa para as semi finais e final e nesse caso, portanto, deve ser a campeã. 

Na Copa América a Argentina, Colômbia e Uruguai passam para as semi finais. O jogo Venezuela e Canadá apresenta resultado indefinido com uma mínima vantagem para a Venezuela, insuficiente para apontar que ela vença o jogo. Caso a Venezuela derrote o Canadá ela chega à final, pois na semi final possui mapa melhor do que a Argentina e Equador, o que seria uma enorme zebra derrota os atuais campeões do mundo e da própria Copa América.  

AGENDA MAPAS  

Quem tiver interesse na Astrologia preditiva e quiser fazer o mapa anual (ou revolução solar que analisa as oportunidades e dificuldades para os 12 meses seguintes) entre em contato pelo email ou diretamente pelo inbox no meu perfil pessoal (que deixarei linkado a seguir) que eu trago mais detalhes da agenda e como funciona, assim como sobre os outros dois mapas que realizo que são mais voltados para o autoconhecimento (o mapa natal e também o mapa de poder pessoal). 

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1 de jul. de 2024

PREVISÕES JULHO 2024

No textão a seguir vamos conferir as previsões que se cumpriram ao longo do mês de junho e as previsões para o mês de julho:

 

PREVISÕES CUMPRIDAS AO LONGO DE JUNHO 

F1

Ao longo do mês de junho tivemos a confirmação de uma previsão sobre a F1 que eu trouxe em outubro de 2023 que Lando Norris, da McLaren (quarta força do ano passado e um piloto que nunca havia ganho uma corrida), seria o adversário de Verstapen em 2024. Nas últimas 7 corridas em seis delas os dois pilotos rivalizaram pela vitória e atualmente Norris é o carro que vem desafiando a RedBull, praticamente o primeiro adversário de Verstapen em dois anos.  Mais sobre essa previsão pode ser lido no link a seguir:

https://www.facebook.com/photo/?fbid=1086295472853753&set=pb.100044199317841.-2207520000


QUEDA DE AVIÕES

"Marte em Áries e depois em Touro quadraturando com Plutão em Aquário (06 de junho até 15 de junho). A quadratura de Marte com Plutão também costuma demarcar grandes incêndios, especialmente por explosão, o que pode envolver questão de alta tecnologia (queda de avião). (previsão publicada dia 29 de maio) 

Tivemos duas quedas de avião, uma delas diretamente envolvendo tecnologia: Caça supersônico cai durante treinamento militar na Rússia. Aeronave caiu em uma região montanhosa, provocando a morte de toda a tripulação, piloto e co piloto. Ministério da Defesa disse que acidente aconteceu devido a uma falha técnica. O incidente aconteceu dia 11 de junho (portanto exatamente dentro dos dias da previsão). O outro incidente significativo com queda de avião dentro da janela da previsão foi a queda com 10 tripulantes em Malawi, entre eles o vice presidente do país. O incidente aconteceu dia 10 de junho, portanto também exatamente nos dias da previsão. 

TENSÃO EM PEIXES

"Especialmente entre os dias 06 e 12 de junho teremos também Marte em quadratura com Plutão, o que potencializa ainda mais todas as tensões envolvendo o arquétipo de Peixes, mais especificamente para acidente de grande porte envolvendo águas (navio, submarino, queda de avião ou grande ponte sobre as águas)." (previsão publicada no dia 09 de maio) 

Tivemos não um, mas dois acidentes de grande porte acontecendo no mesmo dia (06 de junho) dentro da janela da previsão: 

Uma ponte sobre o rio Rapulo na Bolívia perto da fronteira com o Brasil desabou quinta-feira (06 de junho), vitimando 7 pessoas (indígenas da região. No outro acidente um ônibus com 50 estudantes despenca de montanha e cai em rio na Síria; causando 7 vítimas. Veículo transportava alunos em passeio escolar e perdeu o controle quando passava por estrada montanhosa. O acidente aconteceu também no dia 06 de junho. 

PREVISÕES JULHO

Em julho e sobretudo agosto as tensões sobre o signo de Peixes acumuladas nos últimos meses prosseguirão, pois Netuno permanecerá no grau crítico de Peixes (grau 29) e durante boa parte de agosto teremos Saturno em Peixes quadraturando com Júpiter. Tensões em Peixes, sobretudo acumuladas, tendem a gerar tsunami, alerta de tsunami (especialmente em agosto e entre os dias 20 e 24 de julho), chuvas e enchentes significativas (400-500mm em poucos dias de forma concentrada) assim como eventos que envolvam acidentes e incidentes significativos envolvendo águas, navios, submarinos, rios (quedas de pontes envolvendo grandes acidentes com águas) e problemas de atentado ou desencarne coletivo com hospital ou templo religioso (sobretudo Igrejas) 

Conjunção tripla de estrelas fixas com Urano, Sol e Júpiter (dias 04 e 05 de julho) - Como expliquei nas previsões do dia 29 de maio, no dia 04 de julho teremos três das seis principais estrelas fixas do céu em conjunção com importantes astros: Urano com Algol, Júpiter com Aldebaran e Sol conjunto com Sirius. Normalmente quando temos três astros (desconsiderando Lua, Mercúrio e Vênus) ao mesmo tempo conjuntos com 3 estrelas fixas (ou seja, até um grau de variação) considerando as seis principais estrelas fixas (Régulus, Spica, Algol, Antares, Aldebaran e Sirus) temos normalmente em algumas semanas importante acontecimento de âmbito planetário/mundial, seja no aspecto geopolítico (profunda revolução ou guerra) seja no aspecto de cataclismos naturais. Pelo acúmulo de tensões no elemento água que já tivemos desde o início do ano (que inclusive começou com um tsunami) e que teremos nos próximos meses, eu acredito que teremos ainda mais um tsunami relevante ao longo do ano, especialmente na janela entre final de junho e início de novembro, porém de forma mais específica entre final de junho e final de agosto, quando também teremos Netuno no grau crítico (grau 29) de Peixes. 

Como o 4 de julho é uma data profundamente relacionada aos EUA acredito que ela pode demarcar a retirada da candidatura de Biden, que naturalmente seria substituído por Michele Obama, o único nome dos democratas nessa altura do campeonato suficientemente conhecido para rivalizar com Trump. Mesmo que o evento não aconteça exatamente no dia 04 ou 05 de julho é possível que ainda ocorra nas semanas seguintes, pois esse tipo de combinação tripla funciona algumas vezes como um gatilho (a semelhança de um eclipse) para algumas semanas. Como Urano em conjunto com Algol age diretamente na queda de figuras de grande poder (presidente, líderes políticos) essa combinação tripla reforçando a conjunção Algol com Urano deve se manifestar exatamente na queda da candidatura de Biden. 

Em um texto de 13 de janeiro de 2020 eu expliquei como esse tipo de combinação prenuncia grandes acontecimentos de âmbito (influência) planetária e histórica: 

"Dez dias antes da queda da Bastilha o Sol estava conjunto com Sirius, Júpiter conjunto com Urano em Leão (uma conjunção que leva mais de dez anos para se repetir) e a raríssima conjunção Netuno com Spica (no signo de Libra). Júpiter nessa conjunção expandia a ação de Urano (algo novo, vindo rápido) em Leão (alcançando o poder máximo) representando a ascensão do leonino Napoleão Bonaparte. Spica (estrela do signo de Libra e da constelação de Virgem, não confunda signo com constelação) é a estrela que simboliza a espiga de trigo e a revolução começou exatamente por causa do aumento do preço do pão" 

Logo após a conjunção tripla que acontecerá nos dias 04 e 05 de julho teremos uma conjunção Urano e Marte potencializando ainda mais a conjunção de Urano com Algol e dando prosseguimento à conjunção tripla formada nos dias 04 e 05 de julho.  

O texto completo de janeiro de 2020 pode ser acessado aqui:

https://www.facebook.com/josemaria.alencastro2036/photos/pb.100044199317841.-2207520000/2866602483361697/?type=3

Conjunção Marte e Urano em Touro potencializando a conjunção Urano - Algol (10 de julho-19 de julho) - O início da conjunção Urano - Algol no dia 25 de junho marcou de forma exata duas convulsões sociais significativas (uma por revolta popular no Quênia e outra por tentativa de golpe militar na Bolívia) demarcando exatamente tudo aquilo que foi explicado sobre o arquétipo de Algol potencializado pela conjunção com Urano. Um novo acontecimento significativo dentro desse arquétipo deve acontecer exatamente na janela dos dias 10 a 19 de julho e pode estar relacionado à uma das diversas situações de tensão no mundo (problemas políticos na França, guerra envolvendo Israel e Irã, corrida presidencial americana e o próprio conflito entre EUA e Rússia por conta da guerra na Ucrânia). Vejamos o que foi explicado sobre esse arquétipo no post do dia 27 de junho: 

"25 DE JUNHO - O INÍCIO OFICIAL DOS ANOS DE ALGOL - Algol representa no arquétipo da astrologia a cabeça da Medusa nas mãos de Perseu, o que no seu simbolismo representa não apenas a queda de figuras de poder (como a Medusa) mas igualmente o movimento de buscar o confronto, iniciar uma guerra, buscar destruir o inimigo. Exatamente por todo esse simbolismo essa estrela na antiguidade, sobretudo no Oriente Médio, era utilizada como um marcador para iniciar ou evitar o começo de guerras e invasões. Ou seja, todo o simbolismo ligado a essa estrela na Astrologia está associado à guerra, destruição e morte. A conjunção com Urano potencializa ainda mais essas características, pois Urano costuma agir profundamente para mudar o status quo (é de natureza aquariana) e normalmente tenta fazer isso insuflando grandes movimentos coletivos (normalmente por ideologias disruptivas, dogmáticas e em muitos casos que não aceitam questionamentos), ou seja, tende a agir sob tensão motivando uma profunda alienação coletiva e nessa combinação tensa buscando mudanças profundas através do embate e da violência. Urano age de forma elétrica, dando um choque que espalha rapidamente uma energia transformadora. Age dentro de processos destruidores amplos e profundos" 

Considerando o acúmulo de Urano e Algol desde 25 de junho e a conjunção tripla com estrelas fixas que acontecerá dia 04 e 05 de julho o que veremos a partir do dia 10 de julho com a conjunção de Marte sobre Urano e Algol é uma potencialização ainda mais do arquétipo de Algol, o que infelizmente favorece atentados bastante violentos e especialmente desastres coletivos de grande magnitude que envolvam terra, seja por deslizamento, terremoto ou queda de grandes edificações. A situação na fronteira das Coréias e nas imediações de Taiwan, sobretudo no mar do sul da China pode apresentar problema relevante pois Touro sob tensão costuma desencadear problemas significativos de fronteiras.  

Sol em Câncer e depois em Leão oposto à Plutão em Aquário (20 de julho - 25 de julho) - Sol em Leão quando tensiona Plutão (ou outro astro "pesado" como Urano e Saturno em signo de Ar) normalmente age de forma muito explosiva e combusta, o que favorece enormes explosões e incêndios significativos. Por envolver Plutão é um péssimo trânsito para a questão da guerra na Ucrânia, pois ataque destruidor à usina nuclear ou utilização de armamento tático atômico (de menor alcance) pode ser utilizado. É muito provável que Rússia ou EUA apresentem grande e potente armamento de destruição ao longo desses dias, seja na forma de propagando ou algum teste inesperado para mostrar força (algo característico quando o Sol muito forte em Leão está tensionado, tentando mostrar poder bélico) 

Já a oposição do Sol em Câncer com Plutão em Aquário (entre os dias 20 e 23) pode representar questões mais ligadas à confrontos marítimos, navais, episódios com teste de armamento ou de exercícios militares. Atentados em escolas são mais comuns nesses dias ou acidentes estranhos, como por exemplo um helicóptero caindo sobre prédio ou local com crianças (escola, maternidade, creche, parques). Plutão representa as profundezas e quando sob tensão realçada pelo Sol pode se manifestar na forma de intenso terremoto e através de problemas em locais profundos como por exemplo incidentes com metrô ou redes de serviço subterrâneas. Problemas com prisões e espionagem devem vir a tona também nos dias dessa oposição.   

AGENDA MAPAS  

Quem tiver interesse na Astrologia preditiva e quiser fazer o mapa anual (ou revolução solar que analisa as oportunidades e dificuldades para os 12 meses seguintes) entre em contato pelo email ou diretamente pelo inbox no meu perfil pessoal (que deixarei linkado a seguir) que eu trago mais detalhes da agenda e como funciona, assim como sobre os outros dois mapas que realizo que são mais voltados para o autoconhecimento (o mapa natal e também o mapa de poder pessoal). 

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27 de jun. de 2024

O INÍCIO DOS ANOS DE ALGOL - MAIS UMA PREVISÃO CUMPRIDA NOS DETALHES


Nas previsões para o mês de junho, publicadas ao final de maio, eu trouxe uma explicação sobre o significado daquilo que denominei "anos de Algol", período que Urano permanecerá conjunto com Algol (com variação de até 1 grau, que é a variação limite para as estrelas fixas em conjunção com planetas) e que terá a sua primeira etapa exatamente a partir de 25 de junho até o início de novembro (e ao longo 2025 e 2026 essa conjunção será ativada novamente). Vejamos o que foi dito naquele texto, publicado no dia 29 de maio: 

"25 DE JUNHO - O INÍCIO OFICIAL DOS ANOS DE ALGOL - Algol representa no arquétipo da astrologia a cabeça da Medusa nas mãos de Perseu, o que no seu simbolismo representa não apenas a queda de figuras de poder (como a Medusa) mas igualmente o movimento de buscar o confronto, iniciar uma guerra, buscar destruir o inimigo. Exatamente por todo esse simbolismo essa estrela na antiguidade, sobretudo no Oriente Médio, era utilizada como um marcador para iniciar ou evitar o começo de guerras e invasões. Ou seja, todo o simbolismo ligado a essa estrela na Astrologia está associado à guerra, destruição e morte. A conjunção com Urano potencializa ainda mais essas características, pois Urano costuma agir profundamente para mudar o status quo (é de natureza aquariana) e normalmente tenta fazer isso insuflando grandes movimentos coletivos (normalmente por ideologias disruptivas, dogmáticas e em muitos casos que não aceitam questionamentos), ou seja, tende a agir sob tensão motivando uma profunda alienação coletiva e nessa combinação tensa buscando mudanças profundas através do embate e da violência."  

Exatamente nos dias 25 e 26 de junho tivemos não uma, mas dois movimentos coletivos grandes de natureza ideológica disruptiva e violenta: 

A Bolívia sofreu quarta-feira (26 de junho) uma tentativa de golpe de Estado liderada pelo ex-comandante do Exército do país, mas que acabou falhando. Tanques do Exército e militares armados chegaram a invadir o Palácio Quemado, em La Paz, a antiga sede do governo que ainda funciona para atos protocolares. A matéria completa pode ser lida aqui:

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2024/06/26/presidente-da-bolivia-diz-que-forcas-armadas-fazem-mobilizacao-irregular.ghtml

Dez morrem em invasão ao Parlamento do Quênia: Policiais trocaram tiros com manifestantes que protestam em Nairobi contra projeto de lei do governo para subir impostos. Grupo invadiu prédio do Legislativo e ateou fogo no hall de entrada, segundo imprensa local. Manifestantes também pedem demissão do presidente do país, William Rutho. O tumulto e a invasão aconteceram no dia 25 de junho. Matéria completa:

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2024/06/25/manifestantes-invadem-parlamento-do-quenia-em-protestos-contra-alta-de-impostos.ghtml

Ainda sobre a conjunção Urano e Algol vale relembrar o que foi explicado na obra "Protocolos do Fim do Mundo" sobre os efeitos astrológicos simbolizados em Urano: 

"Urano age de forma elétrica, dando um choque que espalha rapidamente uma energia transformadora. Age dentro de processos destruidores amplos e profundos" (página 311, parte do livro que explica as semelhanças do período de 2024-2026 com os anos da grande peste que ceifou boa parte da Europa)  

As revoltas populares acontecidas e tentativas de ruptura acontecidas no Quênia e na Bolívia mostram essa face simbólica e menos literal da ação arquetípica de Urano, porém um evento acontecido no dia 24 de junho (portanto na véspera do início dos anos de Algol) mostra exatamente a ação elétrica e destruidora de Urano quando sob tensão: 

Um incêndio em uma fábrica de baterias de lítio deixou 22 pessoas mortas e outras sete feridas, na Coreia do Sul, nesta segunda-feira (24). Outras seis pessoas estão desaparecidas, de acordo com as autoridades. Testemunhas afirmaram que o fogo começou após a explosão de algumas baterias que estavam sendo examinadas pelos trabalhadores. 

Matéria completa no G1:

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2024/06/24/incendio-em-fabrica-de-baterias-deixa-mortos-na-coreia-do-sul.ghtml


O texto que fala sobre os anos de Algol e que contém as previsões para o mês de junho (publicadas ao final de maio) podem ser lidas através do link a seguir:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2024/05/previsoes-junho-2024.html



20 de jun. de 2024

XADREZ MUNDIAL E OS PROTOCOLOS DO FIM DO MUNDO

 

Caro leitor, caso você seja fã de Lula, Bolsonaro, Trump ou Putin aconselho fortemente que antes de ler esse textão respire fundo pra não passar muita raiva 😉. 

Uma das ferramentas políticas mais poderosas do século 21 é a teoria da conspiração e muito disso se deve a recente (décadas recentes) popularização da telefonia e da internet. Há 30, 40 anos atrás as pessoas se informavam (ou desinformavam) através de mídias tradicionais, como jornais impressos, veículos televisivos e havia em grande medida uma elite intelectual estabelecida, formada por jornalistas, escritores e membros destacados da academia que mais facilmente pautavam a visão de mundo comum das pessoas. Ou seja, algum grande grupo político ter razoável controle sobre a narrativa era muito mais fácil do que é nos dias de hoje. 

Seja em regimes democráticos ou em regimes que estão caminhando para se tornarem autocracias (o que acontece quando um grupo político destacado consegue amplo domínio e aparelhamento das instituições e de setores privados importantes ao ponto que nenhum outro grupo político possui mais força para rivalizar e impedir a sua perpetuação), seja qual for o caso o controle da narrativa sempre foi um dos objetivos primordiais que grupos políticos de caráter hegemônico buscaram ao longo da história. 

Nas democracias esse controle da narrativa era importante para assegurar a eleição e caminho de perpetuação no poder, já nas democracias em processo de esfarelamento (como por exemplo na Venezuela no início do período Chavez) esse controle é importante para que o povo majoritariamente aceite que aquele determinado grupo possui a virtude inquestionável, ou seja, que seriam supostamente os únicos honestos lutando contra todos os demais grupos que denominam desonestos, sem a virtude. Massificar essa idéia do “partido diferente” ou “único defensor do povo e dos trabalhadores” foi utilizada tanto na escalada do partido nazi (partido nacional socialista dos trabalhadores da Alemanha) na época de Hitler como durante a ascensão do petismo nos anos 80. Ambos beberam da mesma fonte alemã de Karl Marx, ainda que depois de algum tempo o partido nazi tenha decidido romper com o marxismo (obviamente porque após atingir a supremacia não precisava mais usar do mesmo modus operandi como veremos nos parágrafos a seguir). 

Ao longo da história normalmente os grupos políticos de caráter hegemônico (ou seja, que buscam exterminar qualquer oposição política e se perpetuarem no poder) adotavam dois caminhos bem definidos: o cultural ou revolucionário. 

O revolucionário, seja pela via popular ou militar apresenta sempre um caráter anárquico ou antisistema, ou seja, a narrativa que tenta ser vendida à população é que o sistema político está totalmente dominado pelo mal e que somente um grupo político poderia salvar a população e a política do colapso absoluto. Quando esse grupo político consegue o apoio das forças de ordem (policias, militares, Judiciário) então se constrói a tomada clássica de poder, com um grupo político se tornando na prática os 3 poderes ao mesmo tempo assim como os demais poderes, partidos políticos e eleições passam a funcionar como mera fachada (como acontece por exemplo no regime de Putin e na própria Venezuela de Maduro atualmente). 

Já quando esse grupo político não obtém apoio ou força necessária de forma majoritária dentro das forças de ordem (ou seja, não conta com o apoio da maioria de militares, policiais e instrumentos jurídicos com poder de condenação e prisão) ele precisa adotar o processo gradual de doutrinação cultural daquela determinada narrativa ao ponto que ela fique tão capilarizada e enraizada nos setores sensíveis da sociedade que permita o necessário apoio social para uma quebra da ordem constituída, ou seja, a criação de uma nova ordem de governo. 

Tanto no Manifesto Comunista de Marx como nas obras de Gramsci toda essa estratégia é dissecada, apontando em Marx a necessidade de buscar o gradual controle dos meios de produção (pois é o mercado o gerador da riqueza) e em Gramsci o controle dos meios de disseminação cultural e das notícias. Controlar meios de produção não é necessariamente fazer com que o governo produza tudo, mas sim que vire sócio da maioria das empresas que produzam os principais e mais rentáveis serviços, o que vimos por exemplo na política dos “campeões nacionais” bancados por generosos empréstimos do BNDES nos mandatos anteriores de Lula e Dilma ou ainda na clássica doutrinação de professores e importantes centros acadêmicos (sobretudo ligados às áreas de humanas). 

Ocorre que no amanhecer do século 21 alguns desses métodos de controle da narrativa perderam e vem perdendo cada vez mais parte da sua efetividade, o que explica sobretudo na América do Sul mas em todo o Ocidente um gradual enfraquecimento da esquerda clássica, um crescimento tanto da extrema direita como da centro direita e também um crescimento de uma esquerda mais ao centro, inclusive mesclando valores com a centro direita como vimos recentemente ao longo de todos os anos de governo de Angela Merkel ou ainda nas recentes eleições de Portugal. 

Especialmente nos últimos 15 anos os meios de informação mais independentes vêm ganhando cada vez mais espaço, ou seja, a difusão para a grande maioria da população das informações que antes era restrita a poucos canais televisivos, poucos jornais ou até mesmo poucos portais de notícias, passou a ganhar muito mais força nas redes sociais, com pessoas muitas vezes procurando fontes de informação fora dos meios convencionais e “abrindo o leque” para novas fontes. Nos anos 90, começo dos anos 2000, atingir 50 mil, 100 mil pessoas, era algo que somente veículos televisivos ou de mídia tradicional impressa conseguiriam, hoje em dia qualquer canal com razoável capilaridade atinge esses números. 

Tanto na eleição de Trump como Bolsonaro (o segundo inspirado pelo primeiro) as respectivas campanhas perceberam exatamente o poder de mobilização das redes sociais. Como expliquei amplamente em posts anteriores e também no livro novo “Protocolos do Fim do Mundo” (em praticamente 100 páginas sobre geopolítica) ambos os candidatos perceberam claramente que a maneira de conseguirem votos fiéis e engajamento seria atrair para as campanhas o eleitorado que não aguentasse mais a lacração cultural da esquerda, o que no Brasil representou atrair o eleitorado evangélico (cansado da massificação da ideologia de gênero), o eleitorado do agronegócio (cansado do discurso manso da esquerda contra a invasão da terra, dificultando a defesa da propriedade e trazendo excessiva eco-burocracia para empreender) e o eleitorado das policias e militares que notoriamente sempre foram vistos de forma negativa no discurso da esquerda. 

Pra esses grupos, majoritariamente, o petismo e seus satélites representam o mal, pois combatem os valores que esses grupos julgam os corretos e exatamente por isso tais grupos defendem ardorosamente seus principais representantes, como os únicos possuidores da virtude (e portanto quem é contra eles é do mal), de que há todo um complô do “sistema” para destruí-los, que todo e qualquer julgamento que os culpe mesmo com abundância de provas é mera criação das “forças do mal”(curiosamente vimos o mesmo comportamento dos adoradores do Lula durante e após a sua prisão e também temos visto atualmente nas condenações de Trump na justiça americana). 

Obviamente que tal fidelidade abre margem para a criação de teorias maniqueístas de santificação, como por exemplo Qanon, “restar mundial”, nas quais Trump, Putin e Bolsonaro seriam seres de luz lutando contra as trevas (quem discordar um milímetro deles é treva) e que somente seres da esquerda (ou anti trump) seriam do “deepstate” tentando criar um globalismo malvado que espalharia o comunismo no mundo. 

Teve até gente divulgando por aí que Trump e Putin não apenas dariam um “restart economico” no mundo como distribuiriam bilhões para aqueles que fossem seus verdadeiros seguidores. Qanon (que rima com Bannon) e outras teorias da conspiração malucas se aproveitam exatamente da bolha e da visão messiânica que os seguidores encaram seus líderes políticos, o que aliás não é muito diferente da esquerda que cultua Bolsonaro como a personificação do mal enquanto Lula seria o messia do povo: o nordestino humilde pai dos pobres perseguido pelas “zelite” e se aproveitam dessa visão santificada de seus líderes para espalhar teorias sem o menor sentido, ainda que do lado da esquerda isso seja feito de forma mais instrumentalizada e organizada, pois são décadas criando um modus operandi de doutrinação enraizada e capilarizada, sobretudo dentro do jornalismo e instituições de ensino que defendem uma pauta política bem definida identificada com o petismo e seus satélites filosóficos (psol, pc do b e congêneres). 

A TEORIA SEM SENTIDO DO GLOBALISMO E DA NOVA ORDEM MUNDIAL "GLOBALISTA"

Independente da sua visão de mundo caro leitor (seja a favor de Lula, ou a favor de Trump, Putin e Bolsonaro) temos fatos inquestionáveis, e contra fatos somente existem teorias sem sentido, que justamente pela falta de sustentação lógica e racional se tornam teorias da conspiração, teorias que servem para o único propósito de levar as pessoas a defenderem determinado grupo político, simples assim. Uma delas é a teoria conspiratória de que uma nova ordem mundial supostamente estaria nascendo por conta do globalismo. Então vamos, com fatos, implodir essa teoria da conspiração. 

Temos atualmente três grandes grupos de poder (analisando poderio bélico, tecnológico e econômico): um desses grupos é formado pela aliança de EUA e Europa e que conta também com a participação de Israel. Esse grupo praticamente emergiu coeso após o fim da Segunda Guerra resolvendo os problemas históricos (e que resultaram nas duas grandes guerras) que envolviam Alemanha, Inglaterra, França e Itália, já que o maior temor tanto da Europa como EUA é que uma nova liderança de viés autocrático surgisse em uma grande potência européia e se aliasse aos russos criando uma enorme instabilidade na região com potencial de se alastrar pelo mundo. Ainda que a questão com a Alemanha realmente só tenha se resolvido com a queda do muro (quando definitivamente o modelo ocidental sobrepujou o modelo do leste europeu) é inegável que o grupo liderado pelos Estados Unidos teve amplo sucesso não apenas na questão da Alemanha como também do Japão (dois grandes adversários dos EUA na Guerra). 

Esse grupo capitaneado pelos EUA é que estruturou a ordem mundial que existe desde então, ou seja, a moeda (dólar) assim como os principais organismos transnacionais que regem os acordos comerciais e leis internacionais são todos de caráter ocidental, ou seja, com controle de poder majoritário de EUA e Europa. 

Por conta desse fato simples e facilmente verificável, podemos concluir que é uma teoria da conspiração sem sentido divulgar que a Europa através da zona do euro ou da união européia estaria supostamente tentando criar uma “nova ordem mundial” (simplesmente porque a ordem atual já existe há décadas e vem sendo controlada exatamente por esse grande grupo com os EUA) e que essa supostamente nova ordem mundial seria de organismos “globalistas comunistas” que desejaríam controlar o mundo, o que também não faz o menor sentido, pois tais organismos já controlam e regem as regras e leis internacionais e a maioria esmagadora das nações da união européia é de democracias, inclusive nas quais há uma minoria (e não maioria) de políticos de extrema esquerda ou de extrema direita (extremos de caráter hegemônico). 

Mas Zé de onde surgiu essa idéia de “globalistas” tentando criar uma nova ordem mundial? Essa estrovenga emergiu de uma teoria criada pelo ideólogo de Putin, conhecido como Aleksander Dugin, que defende a tese de que China e Rússia além das demais nações do Oriente devem adotar a teoria dos estados nacionais, ou seja, que cada Estado (país, nação) teria o direito de reivindicar suas demandas históricas (como por exemplo China invadir Taiwan porque acha que o território é deles ou a Rússia invadir ex repúblicas soviéticas porque vê tais territórios como sendo da Rússia) e que tais demandas não poderiam estar sob o escopo de leis internacionais ou de leis regidas por organismos transnacionais, ou seja, na prática a teoria de Duguin diz que as nações do Oriente (sobretudo de caráter autocrático e expansionista/imperalista) assim como do resto do mundo (células aliadas da China e Rússia, como por exemplo Venezuela, Coréia do Norte, Irã) não deveria mais respeitar a ordem estabelecida (acordos e organismos celebrados controlados pelo Ocidente desde o fim da Segunda Guerra) e na prática tentam implantar uma nova ordem mundial que seja mais voltada para os interesses econômicos e geopolíticos de China e Rússia e que tenha maior comando dessas duas nações. 

Exatamente por isso a teoria de Dugin (abraçada por Putin e Xi Jinping, rimam até nisso) elege os organismos ocidentais transnacionais como os “globalistas malvadões” que querem controlar o mundo, quando na verdade essas regras já são criadas e controladas pelo Ocidente há décadas e de comunistas não tem nada, pois são os organismos de regime democráticos e não de regimes autocráticos. 

Não por acaso em todas as recentes eleições na Europa (Alemanha, França, Itália) vimos Putin apoiando políticos extremistas e anti união européia, não porque ele seja contra os comunistas, mas sim porque ele deseja destruir a coesão da união européia que é um dos principais entraves para o projeto hegemônico de uma nova ordem mundial que substitua a ordem atual, uma nova ordem na qual China e Rússia sejam protagonistas. 

O mais importante de toda essa questão (e espero que o longo texto tenha ajudado o leitor ao menos a refletir sem paixões messiânicas sobre o tema) é que as pessoas reflitam não apenas qual lado estão defendendo, mas sobretudo se compensa defender qualquer estratégia de combate para derrotar o “inimigo”. Um exemplo prático disso é o plano de governo de Trump para um hipotético segundo mandato. 

Quem, assim como eu, não aguenta mais o excesso de lacração (especialmente de grupos revanchistas cobrando “dívidas históricas”) e de cultura woke, certamente observou que o plano de governo de Trump para combater esses dois (na minha visão) problemas é muito bem organizado MAS, contudo, todavia, entretanto, o problema está na forma: lá no plano de governo está dito claramente que para combater essas questões ele precisa de super poderes, ou seja, um “plus” a mais para superar as barreiras contrárias e mais ainda: que o tal “deepstate malvadão” é só formado por aqueles contrários a Trump, ou seja, qualquer democrata ou republicano que não concorda com as idéias de Trump seria um suposto membro do deepstate malvadão tramando contra a segurança nacional. 

Por mais que eu ache que não apenas os EUA como o mundo inteiro precisa brecar a agenda da lacração e da cultura woke, ainda assim isso não pode servir de pretexto para turbinar o poder de protoditadores em formação (como Trump) que desejam enfraquecer a democracia em nome de seus objetivos políticos pessoais (vale sempre lembrar que ele não apenas defendeu um inconstitucional terceiro mandato pra si enquanto tentava se reeleger como conspirou contra o resultado das eleições, são fatos, assim como o triplex e o sitio em Atibaia, provas cabais que nenhum revisionismo ou sambarilove jurídico vai mudar, fatos, simples assim). 

Seja nas democracias, nas democracias em erosão ou nas autocracias instaladas, o controle da narrativa sempre será importante, pois é a população que produz as riquezas e as consome e sem essa dinâmica nenhum país consegue potencializar o seu poderia econômico e bélico no concerto das nações. Por isso que mesmo autocracias com feroz controle estatal sobre a internet (China e Rússia por exemplo) se preocupam em manter elevados níveis de aprovação e ao mesmo tempo tentam manipular a defesa de grupos numerosos em favor de interesses que sejam vantajosos para suas respectivas agendas geopolíticas (como no caso de Putin que tenta potencializar o discurso anti união europeia como algo “conservador”). 

ESQUERDA/EXTREMA ESQUERDA X DIREITA/EXTREMA DIREITA 

Afinal como definir os 4 espectros de uma forma minimamente honesta além do maniqueísmo e da doutrinação ideológica? 

Para o eleitor médio (padrão) de Trump e Bolsonaro essa resposta é fácil: não existe extrema direita, só existe uma direita verdadeira formada por cristãos patriotas conservadores e todo aquele que não concorda com Trump ou Bolsonaro é um comunista e só existem comunistas/marxistas, ou seja, não existe “esquerda” “centro esquerda”. 

Para um eleitor médio do petismo e seus satélites a resposta não será muito diferente: conservador é quem deseja conservar as desigualdades, não existe justiça social fora da esquerda, a direita representa os burgueses do mercado que desejam dominar a população e por isso a esquerda precisa controlá-los para salvar a população através do Estado. Quem não é esquerda é fascista. 

Na prática todos os grupos políticos (seja de centro esquerda, extrema esquerda, centro direita ou extrema direita) apresentam formas diferentes de lidar com uma mesma questão: como as riquezas produzidas pelo mercado serão menos ou mais controladas pelo Estado (e mesmo na meca do capitalismo, os EUA, existirão regulamentações, parcerias e algum grau de controle pois é essa a função do Estado, o que muda é exatamente a gradação), o quão será facilitado o acesso de agentes privados (pessoas comuns) para empreender (menos burocracia, mais liberdades, leis claras e simples) e qual será a porcentagem (imposto) dessa riqueza produzida que será utilizada para as políticas de bem estar social. 

Classicamente os grupos políticos de extrema esquerda se autoproclamam de esquerda (quando na verdade são extremistas hegemônicos) e o que os difere dos grupos de centro esquerda é que os extremistas possuem uma agenda hegemônica, ou seja, o objetivo deles alcançar o status de única força política no seu país (seguindo a risca o que está escrito no Manifesto Comunista de Marx), ou seja, em essência são antidemocráticos mesmo que tolerem a democracia, temporariamente, como um caminho para tentar alcançar a hegemonia de poder. 

No campo econômico uma das estratégias mais adotadas por esses grupos em seus países é também marxista, ou seja, o manual do Manifesto Comunista na veia: buscam aliança com a classe produtora (os grandes empresários “burgueses”) e buscam alimentar super empresas (campeãs nacionais) que atendam seus interesses, abrindo espaço para diversos negócios com o governo. Ao mesmo tempo o excesso de burocracia e leis pouco favoráveis ao empreendedorismo dificulta que pessoas de fora desse círculo de aliança consigam realmente alguma proeminência. Com uma maioria esmagadora de trabalhadores ao invés de empreendedores é criada uma dificuldade sistêmica difícil de ser solucionada já que a maioria da riqueza serve para retroalimentar o governo (nesse caso confundido com a própria figura do Estado quando se perpetua) que muitas vezes recorre a saídas populistas de curto prazo mas que são a receita do caos no longo prazo: tentar suprir a ausência de empregos e sobretudo os próprios empregos com um salário decente através de medidas assistencialistas (necessárias cada vez em maior medida quando não há uma economia aquecida, em crescimento) criando artificialmente um fluxo comprador que não se equilibra com o fluxo produtor, o que a longo prazo gera pressão inflacionária, desvalorização monetária e desequilíbrio fiscal. 

A grande diferença desse tipo de grupo político (extrema esquerda) para os grupos de centro esquerda está no fato que a centro esquerda não busca um projeto hegemônico de perpetuação no poder e muitas vezes governa em conjunto com a centro direita, como vimos na Alemanha e agora mais recentemente na formação do parlamento em Portugal. Além disso, a compreensão da centro esquerda, muito comum nos países nórdicos e também conhecidos como sociais democracias é a de que a riqueza do mercado produtor deve servir para suprir um alto padrão de políticas de bem estar social, ou seja, não mero assistencialismo, mas recursos como educação, saúde que permitam uma pessoa rapidamente se recolocar no mercado de trabalho e mais importante do que isso: a própria visão de que diferenças salariais enormes ou um “salário médio” que não supra necessidades básicas de alimentação e moradia é algo inconcebível. 

Aliás essa é uma ótima medida para separar um projeto hegemônico de extrema esquerda de um projeto democrático de centro esquerda: no primeiro não há mínimo esforço para aumentar salários base e diminuir as diferenças entre funcionalismo público e privado, no segundo o objetivo é equilibrar não apenas o que ganham agentes públicos e privados, mas a própria diferença entre os cargos, ou seja, o salário na média entre o que todos ganham é muito mais próximo do que é pago a maioria e não à minoria. E depois tem gente que acha que assistencialismo é justiça social e que alguém ganhar menos de 2 salários mínimos pagar imposto é pro bem da coletividade.... 

Há uma clara diferença entre um grupo (extrema esquerda, uma esquerda populista e demagógica) que deseja utilizar a pobreza como ferramenta de fidelização do eleitor humildade para um projeto de perpetuação no poder e um grupo (centro esquerda, sociais democracias) que entende as políticas de bem estar social como uma ferramenta para permitir um Estado cada vez mais produtor e rico. 

Nesse ponto a centro direita não difere muito da centro esquerda, o grande ponto está exatamente na gradação que esse grupo acredita que o Estado deve agir, ou seja, que deve buscar cada vez menos impostos e ser mais eficiente na utilização dos recursos públicos, permitindo que gradualmente as pessoas tenham maiores condições de economizar, empreender ou gastar (pois obviamente dessa forma darão um pouco menos de imposto ao Estado mas ao mesmo tempo terão maior responsabilidade e liberdade sobre os próprios recursos) e acreditam que esse ambiente com um pouco mais de liberdade na utilização dos próprios recursos financeiros tem melhores condições de criar um ambiente mais produtivo e próspero. 

Não precisa ser nenhum gênio para concluir que se o comunismo é a utopia, a quimera da esquerda, ao mesmo tempo o libertarianismo é a utopia/quimera da direita, pois o problema e a solução não são o Estado em si mas sim a compreensão de que a coletividade em si sempre vai existir, com mais ou menos normas e sempre vai ter que coexistir, equilibrando aspirações pessoais com limites coletivos, aspirações, limites e liberdades que envolveram diferenças e pontos de vista diferentes. 

Outro ponto relevante é que ao longo da história os projetos de caráter hegemônico (tanto da extrema esquerda como extrema direita) tiveram um caráter muito mais nacionalista do que de bem estar social, ou seja, disseminar a idéia de que a prosperidade é o cidadão ser parte ativa de um projeto que permita elevar o poder e riqueza nacional (no âmbito mundial a nível bélico e econômico), pois seria somente assim que o país poderia prover um bem estar social. Tanto na Alemanha da Segunda Guerra, como na Revolução Chinesa a partir de Xiaoping ou na recente Rússia de Putin essa foi a grande promessa: sobretudo direcionando a industrialização para um projeto de supremacia nacional no cenário global (indústria armamentista alemã na Segunda Guerra), máquina de crescimento imobiliário e venda de produtos no mercado internacional mesmo em troca de um salário de fome na China ou a política de direcionar as riquezas do petróleo para a recuperação tecnológica na Rússia de Putin. 

Na prática os grupos políticos extremistas (de esquerda ou direita) sempre buscam uma retórica que justifique a sua permanência no longo prazo e normalmente exigindo sacrifícios da população em nome da “nação” (na verdade em nome das ideias do projeto hegemônico) enquanto que os grupos de centro ou democráticos (de esquerda e direita) aceitam as regras democráticas do jogo de poder com a natural variação de grupos políticos nos cargos de poder e exatamente por isso entendem que a sua principal arma é criar de forma mais efetiva um ambiente de produtividade e prosperidade. 

Obviamente que a lucidez do eleitorado conta bastante, pois nas nações que majoritariamente são governadas pela centro direita ou pela centro esquerda são aquelas que o eleitor não compra o discurso maniqueísta do “nós contra todos os outros malvadões”, não compra o discurso da virtude inquestionável e especialmente cobra os políticos eleitos (seja de qual espectro for) compreendendo que é exatamente nos ambientes que a democracia está esfarelando (com um grupo buscando ampliação e perpetuação no poder) que a corrupção e centralização de poder torna a maioria cada vez mais pobre, com menos poder e ao mesmo tempo uma minoria cada vez mais concentrada e com maior poder. 

Obviamente sem essa fiscalização é gradualmente nisso que a classe política de uma nação se transforma. E sejamos francos: depois de alguns meses ou anos de governo fica bem claro quando existe um projeto hegemônico que contrasta com os verdadeiros projetos políticos de caráter democrático. 

Leiam, releiam e reflitam, pois o tabuleiro mundial vai muito além da idéia maniqueísta de que “defendo o bem, meu líder defende o bem, quem é contra nós é do mal”. Ninguém é 100% luz ou sombra e o nosso principal conselheiro deve ser a razão e a lógica dos fatos, conselheiros que evitam as ações motivadas apenas pela fé cega. 

SOBRE A OBRA "PROTOCOLOS DO FIM DO MUNDO"

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13 de jun. de 2024

TENSÃO MARTE- PLUTÃO: MAIS PREVISÕES CUMPRIDAS

 

Nas previsões publicadas no dia 29 de maio (deixarei linkado o texto ao final) foi feita a seguinte previsão: 

"Marte em Áries e depois em Touro quadraturando com Plutão em Aquário (06 de junho até 15 de junho). A quadratura de Marte com Plutão também costuma demarcar grandes incêndios, especialmente por explosão, o que pode envolver questão de alta tecnologia (queda de avião). Megaexplosões também costumam acontecer nesse trânsito." 

Tivemos duas quedas de avião, uma delas diretamente envolvendo tecnologia: Caça supersônico cai durante treinamento militar na Rússia. Aeronave caiu em uma região montanhosa, provocando a morte de toda a tripulação, piloto e co piloto. Ministério da Defesa disse que acidente aconteceu devido a uma falha técnica. O incidente aconteceu dia 11 de junho (portanto exatamente dentro dos dias da previsão). A matéria completa pode ser acessada aqui:

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2024/06/11/caca-cai-durante-treinamento-militar-na-russia.ghtml

O outro incidente significativo com queda de avião dentro da janela da previsão foi a queda com 10 tripulantes em Malawi, entre eles o vice presidente do país. O incidente aconteceu dia 10 de junho, portanto também exatamente nos dias da previsão. Matéria completa:

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2024/06/11/aviao-com-vice-presidente-do-malawi-desaparecido-governo-confirma-queda-de-aeronave-e-diz-que-todos-morreram.ghtml


GRANDE INCÊNDIO 

Um enorme incêndio atingiu dia 11 de junho um mercado ao ar livre em Bangcoc afetando 100 lojas e vitimando mais de mil animais entre cachorros e coelhos. A matéria completa pode ser acessada aqui:

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2024/06/11/incendio-em-tradicional-mercado-de-rua-na-tailandia-mata-cerca-de-mil-animais-que-estavam-a-venda.ghtml


EXPLOSÃO COM INCÊNDIO 

Uma explosão e um incêndio feriram 13 pessoas em uma rede de lojas de materiais de construção no nordeste da Romênia nesta sexta-feira (7), disseram os serviços de emergência. Quatro das pessoas estão em estado crítico. Matéria completa:

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/explosao-e-incendio-ferem-13-pessoas-em-loja-na-romenia/

Sempre importante frisar, como esclareci no post anterior, que previsões não são leitura fria, ou seja, previsão aborda detalhes sobre eventos incomuns, preferencialmente apontando os dias e/ou locais que acontecerá o evento. Não é todo dia ou semana que um caça supersônico ou avião com uma dezena de vítimas cai, da mesma forma explosão com incêndio significativo, seja pela extensão atingida ou pelo número de pessoas atingidas, isso é o que caracteriza um evento incomum, o que é diferente de fazer "leitura fria" ("prever" eventos corriqueiros, como terremoto de 5 graus, acidente com 2 ou 3 carros em rodovia, situações comuns) 

Quem ainda não leu, aproveite para ler não apenas as previsões para o restante de junho como também a análise sobre o início oficial dos anos de Algol dia 25 de junho e a previsão de importante acontecimento para o 04 de julho no post linkado a seguir: 

Previsões trazidas no dia 29 de maio para o mês de junho:

https://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/2024/05/previsoes-junho-2024.html